No setor de serviços, é necessário trabalhar muito a equipe

Fundador da rede de academias Bio Ritmo / Smart Fit, Edgard Corona revela as dificuldades que passou e o que aprendeu em 20 anos de atuação no ramo:

Cláudio Marques

De uma unidade em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, a uma rede de academias que encerra 2016 com 395 lojas, sendo que 100 delas estão no México, Chile, República Dominicana e Colômbia com um total de 1 milhão de alunos e previsão de faturamento superior a R$ 900 milhões, a vida empresarial de Edgard Corona, fundador das marcas Bio Ritmo e Smart Fit, passou por turbulências, erros e grandes aprendizados.
Para começar, ele diz que ele e seus então sócios erraram durante oito anos com a academia na zona sul, inaugurada em 1996. “Nós nos ferramos”. Segundo ele, o projeto estava errado, faltava equilíbrio entre estacionamento e o preço que cobravam. “Quando era caro, sobrava vaga e não tinha público, quando era barato, não tinha vaga.”
Depois de oito anos, o negócio melhorou e houve um bom período de dois anos. Mas o imóvel onde a academia estava instalada foi desapropriado para a construção de uma estação de metrô. O jeito foi recomeçar.
Foi quando surgiu a Bio Ritmo, no Conjunto Nacional da Avenida Paulista, com uma “pegada” top de linha. “Eu queria fazer uma coisa diferente, não tradicional em academia. Chamei o arquiteto João Armentano para fazer o projeto. Ele fez um trabalho bonito, deu uma diferenciada no produto e criamos uma experiência diferente para os clientes.” .
Em seguida, vieram mais duas unidades. Uma deu certo, a outra, no Morumbi, não teve o resultado esperado. Serviu como aprendizado. “Quando não se faz uma benchmarking bem feito, paga-se com o bolso. Foi um negócio muito dolorido”, admite Corona.
Ele passou a buscar aprendizado no mercado americano, que é mais maduro, que é mais maduro, segundo ele. Uma medida, foi trazer “uma turma que trabalhava o mercado americano” para mudar a gestão. Na sequência, buscaram um profissional para trabalhar a retenção do cliente. “Para que as pessoas tivessem resultado e as ficassem na academia.”
De acordo com Corona, era momento de expandir. “Sabíamos vender e reter. Agora, precisávamos ter capilaridade para fazer a marca. Aí começamos a fazer a expansão.” De acordo com o empreendedor, havia dificuldade de crescer com capital de terceiros, em razão dos altos juros. “Sobrava dinheiro, fazia uma unidade, depois sobrava mais um pouquinho, e fazia outra.”
Ele diz que o negócio “andou” baseado num modelo parecido com o que lá fora dava certo. “As redes que cresciam lá fora cresciam nesse formato, barra, sala de musculação e cárdio, então crescemos nesse modelo.”
Outra mudança ocorreu em 2003/2004, quando mudou o formato de gestão, que se tornou mais horizontal. “Quando se trata do setor de serviços não se pode ter um modelo em que a pessoa diga ‘preciso perguntar para a sede’, tem de resolver na hora. É necessário, então, treinar muito a equipe, desenvolvê-la, estruturar as lideranças para que a entrega fosse mais consistente.”
Apesar do crescimento, em 2007, um problema, que Corona atribui a um software de gestão, inclusive financeira, quase levou ao fim de todo o empreendimento, porque houve um descontrole em relação ao fluxo de caixa. Mas duas novas unidades, Campo Belo e Cerro Corá, entraram em funcionamento. “Daí para frente foi velocidade de cruzeiro. As operações estavam bem estruturadas, bem enxutas, lucrativas com um bom produto, tínhamos uma boa operação.”
Em 2009, uma nova mudança, com a criação da rede Smart Fit, baseada no conceito de baixo custo, com a inauguração de quatro unidades: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A empresa alega que a rede é a que oferece a melhor relação custo-benefício do mercado. A marca Smart Fit tem um modelo enxuto de gestão, equipamentos modernos e preços que atraem um grande número de clientes.
Com o investimento feito na empresa pelo fundo Pátria, em 2010, foi possível pavimentar o caminho para uma expansão mais forte, tanto no Brasil quanto na América Latina. “Temos 68 clubes no México, somos líder lá. Somos a maior rede mexicana lá com a marca Smart Fit. O país terminará 2016 com 70 clubes e com 110 em 2017. A segunda cadeia lá tem 45 unidades.”
O fundo contribuiu não apenas financeiramente, mas também para aperfeiçoar a gestão. Ao mesmo tempo, a adoção do modelo de franquias também favoreceu o crescimento. Das 359 unidades, 60 são de franqueados, sendo que 52 estão no Brasil e 7, na República Dominicana.
Para 2017, além projetar que a rede chegue a 500 unidades, a empresa planeja que todas as academias do grupo comercializem produtos com a marca Smart Fit. Para isso, investiu cerca de R$ 2 milhões na criação da própria linha de suplementos e isotônicos para esportistas.
Outro projeto é a entrada no mercado de moda fitness, resultado de um investimento de R$ 2,5 milhões. A ideia é que as peças sejam comercializadas via plataformas online. “Cerca de 35% dos mais de um milhão de clientes que temos toma algum tipo de suplementação. Por que não fornecer para essa turma um produto que formatamos e formulamos aqui? Escolhemos um laboratório farmacêutico e o produto vai da fábrica direto para o consumidor. Achamos que conseguimos reduzir os preços em torno de uns 20% do que ele paga hoje.”
A experiência obtida em 20 anos de atuação no ramo, deixou em Corona dois grandes aprendizados. “Eu acho que é um aprendizado constante no Brasil é que você não pode ficar devendo. Se a pessoa estiver um pouco alavancada demais pode tomar um contrapé, pode ser perigoso.” A segunda grande lição, diz ele, é mudar o modelo de gestão para um modelo horizontalizado.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/

JLL

Contabilidade em Salvador

Como abrir uma empresa em Salvador: primeiros passos para empreender

Reunimos algumas informações fundamentais para te ajudar a colocar em prática aquela ideia cheia de potencial

Então você teve o grande insight. Concebeu um produto ou serviço inovador, que virá para responder a uma necessidade dos consumidores, e que por isso (você acredita que) será um sucesso. Já realizou os procedimentos de análise de mercado (ainda que informalmente), fez suas pesquisas, e descobriu que de fato sua ideia tem muito potencial. Ótimo! O negócio parece mesmo promissor, e o primeiro passo foi muito bem dado.

Porém, suponhamos que você jamais tenha empreendido antes. Imaginemos que não tenha familiaridade alguma com os processos de abertura de uma empresa: é bem provável que as perguntas “e agora? Como coloco minha ideia em prática?” assustem um pouco. Mas não se preocupe: praticamente todo empreendedor se depara com esta questão. E elaboramos este artigo justamente para tentar responder a dúvidas relativas a esta etapa a que ninguém pode escapar: como abrir uma empresa. São procedimentos e dicas básicas que podem ajudar você, empreendedor, a abrir sua empresa sem maiores dores.

Você verá que as informações têm caráter mais introdutório. O fato é que o assunto é imenso, e para dar conta de tudo precisaríamos de um espaço bem maior. Por isso, inserimos, no final, alguns links que aprofundam o tema.

Conheça suas características de empreendedor

Partindo do princípio que um empreendimento tem o perfil de quem o criou, é muito melhor que, antes de empreender, você se conheça. Com uma ideia precisa de suas características, você também conhecerá melhor suas motivações, o que tornará mais fácil abrir uma empresa de acordo com o seu perfil. Existem empreendedores com perfil idealista, nato, herdeiro, entre outros tipos.

Paciência é a alma do processo

O primeiro fato que você deve levar em consideração é que abrir uma empresa pode ser um processo demorado, que exigirá um tanto de sua paciência. Por mais que queira viabilizar logo seu negócio, você tem que aguardar definições de órgãos públicos, e isto costuma levar tempo.

Os processos têm se tornado (um pouquinho) mais ágeis em relação ao passado, mas ainda assim o período para se abrir uma empresa, no Brasil, é um dos mais demorados do mundo. Então, lembre-se: procure manter a cabeça fria ao longo desta etapa.

Vamos a um passo a passo:

1 – Pesquise nomes e o endereço da sua empresa

Neste artigo do Portal Exame, Eduardo Araujo Dias, da Quality Serviços Contábeis, explica que, antes de tudo, você deve pesquisar a viabilidade de nomes na Junta Comercial. A seguir, realize uma consulta prévia de endereço na Administração Regional onde ficará a sede do seu negócio. Isto é necessário para verificar se o endereço permite a realização de atividade econômica.

2 – Encontre um contador de sua confiança

Levantar e validar a documentação para a abertura do seu negócio é, sem dúvida, a parte mais complicada do processo. Um bom contador vai auxiliá-lo em todos os momentos desta via-crúcis – principalmente na hora de recomendar qual será o melhor sistema tributário para o seu empreendimento.

No mesmo artigo da Exame, Alessandro Saade, professor de Empreendedorismo da Business School São Paulo, afirma que o contador também pode auxiliar na montagem de um cronograma para sua empresa, com os dias de pagamento de impostos e a melhor data mensal para realizar seus balanços.

3 – Achou o contador? Próximo passo: elaborar o contrato social e registrar na Junta Comercial

Neste momento, alinhar-se a um advogado de sua confiança faz toda a diferença. Porque ele poderá te auxiliar a elaborar o contrato social da sua empresa. Este é o documento fundador da sua empresa, que conterá informações como “objetivo”, “ramo”, “aspectos societários” e “formação do capital social”.

O contrato social está pronto? Então leve-o, junto com os seus documentos pessoais (e dos seus sócios, se houver), à Junta Comercial ou ao Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas mais próximo.

Caso tudo esteja em ordem e não exista outra empresa registrada com o mesmo nome, você procederá ao arquivamento do ato constitutivo da empresa. Neste momento, serão necessários os seguintes documentos:

  • três vias do contrato social (ou requerimento de empresário individual, ou estatuto);
  • cópias autentidadas do RG e do CPF dos sócios
  • uma via do requerimento padrão (capa da Juna Comercial)
  • uma via da ficha de cadastro nacional (FCN), modelos 1 e 2
  • pagamentos de taxas através de DARF

4 – Empresa registrada? É hora de obter o CNPJ

Após entregar aquela batelada de documentos, você receberá o NIRE – Número de Identificação de Registro de Empresa. Com ele, será possível obter o CNPJ, que é o registro da sua empresa como contribuinte. Você pode fazer isso pelo site da Receita: www.receita.fazenda.gov.br 

5 – Cadastrou o CNPJ? Agora, toca para a Prefeitura para pegar o alvará!

Com o CNPJ em mãos, você precisará ir até a Prefeitura (ou administração regional) da sua cidade para adquirir o alvará de funcionamento. Os documentos necessários são:

  • formulário próprio da Prefeitura
  • consulta prévia de endereço aprovada
  • cópia do CNPJ
  • cópia do contrato social
  • laudo dos órgãos de vistoria

6 – A gincana continua: hora de fazer a inscrição estadual na Secretaria da Fazenda

Essa inscrição é necessária para obtenção do registro no ICMS. Em geral, a documentação pedida é:

  • três vias do documento único de cadastro, DUC
  • uma via do documento complementar de cadastro, DCC
  • cópia autenticada ou original do comprovante de endereço dos sócios
  • cópia autenticada de documento que prove o direito de uso do imóvel, como contrato de locação ou escritura
  • número do cadastro fiscal do contador
  • comprovante de contribuinte do ISS, para as prestadoras de serviço
  • certidão simplificada da junta (para empresas constituídas há mais de três meses)
  • cópia do ato constitutivo
  • cópia do CNPJ
  • cópia do alvará de funcionamento
  • RG e CPF dos sócios

Em alguns estados, você pode resolver essa etapa pela internet.

7 – Estamos quase lá: registre-se na Previdência

Feita a inscrição estadual, vá até uma agência da Previdência para fazer o registro de sua empresa. Ainda que não existam funcionários, ela precisa estar registrada para pagar os tributos devidos. O prazo para isso é de 30 dias após o início das atividades.

8 – Agora só falta solicitar autorização para emitir notas fiscais

Isso pode ser feito na Prefeitura da sua cidade, caso sua empresa preste serviços, ou na Secretaria Estadual da Fazenda, caso seja um comércio ou uma indústria. E pronto!

Agora, vamos a algumas outras dicas, mais subjetivas, que podem te ajudar também:

Já tem uma marca? É melhor registrar

Muitos empreendedores consideram este um investimento inicial desnecessário. Porém, registrar a marca pode ser uma importante vantagem no longo prazo.

Se não, imagine a seguinte situação: você teve a ideia de entrar no ramo de Educação a distância (EAD), fornecendo cursos online de preparação para exames, e batizou o projeto de “LEAD Cursos de formação”. Então, abriu sua empresa e consolidou o negócio, a marca. Porém, no médio prazo, descobre que o termo já havia sido registrado por um empresário do mesmo setor, e por isso você se vê obrigado a mudá-lo. Considerou os desgastes que isso pode causar? Então não deixe de registrar sua marca na hora de abrir uma empresa.

O marketing não pode ficar de fora

É comum também que empresários, ao implantarem um novo negócio, não deem tanta atenção a questões como o desenvolvimento de um logotipo e à divulgação, recorrendo a soluções mais imediatas para isso.

Mas você deve ter em mente que investir em marketing é investir na forma como sua empresa se apresenta ao mercado. No momento em que sua marca surge, o ideal é que ela já venha com um pensamento estruturado e aprofundado acerca da imagem, daquilo que ela pretende comunicar.

Neste sentido, hoje existem empresas especializadas em pequenos empreendedores que desejam dedicar mais atenção e recursos ao marketing. E, por ser um serviço que poucos pequenos empresários buscam, pode ser um importante diferencial para o seu negócio.

Planejamento financeiro: o melhor remédio contra sustos

Pode procurar nos grandes casos de sucesso: todos são frutos de um planejamento sólido, bem estruturado. E o momento de abrir uma empresa não é diferente. Estar com as finanças em dia, bem controladas, evita sustos e garante o melhor andamento dos processos.

Para o especialista Mauricio Galhardo, sócio da Praxis Business, um pouco de conservadorismo não faz mal a ninguém no momento de abrir uma empresa. Ele se refere basicamente ao estoque inicial, e recomenda que se deve pecar pela falta, e não pelo excesso. Além disso, Galhardo recomenda ter dinheiro no caixa para pelo menos três meses sem lucro.

 

 

Fonte: endeavor.org.br

 

JLL

Contabilidade em Salvador

 

 

9 lições que os maiores empreendedores do mundo nos ensinaram

Não faltam exemplos de pessoas inspiradoras que alcançaram o topo. Mais do que analisar o legado financeiro e de poder que elas construíram, podemos aprender lições práticas, que foram praticadas de maneira obstinada e colaboraram diretamente para a visão de suas corporações e a forma com que reinventaram seus mercados e até mesmo o mundo onde vivemos.

Como em toda lista, aqui serão cometidas injustiças, já que centenas e até mesmo, milhares de empresários trazem lições empreendedoras de grande valor para todos que iniciam uma empresa ou lutam para fazê-la crescer.

Estée Lauder: Qualidade do produto, do atendimento ao consumidor e uso de amostras grátis

Muitas listas de empreendedores de destaque esquecem das mulheres entre seus representantes. Para quebrar esse retrospecto, vamos começar lembrando de uma das mulheres não herdeiras mais ricas do mundo.

Entre as marcas do grupo dessa “rainha da beleza”, potências que se destacam até hoje como a marca que recebe seu nome, a Clinique e a MAC Cosmetics.

Sem trocadilhos, a fórmula de sucesso da cosmetologista americana pode ser utilizada em qualquer segmento de negócio que comercialize algum item de consumo: tenha um produto muito bom, treine sua equipe para atender com excelência e distribua amostras grátis para que os clientes percebam toda sua qualidade.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios: Faça empresas crescerem gastando o mínimo possível

 

Quem na história foi capaz de ser surfista, jogar tênis em alto nível disputando até o Grand Slam de Wimbledon e a Copa Davis, estudar em Harvard, ter sido banqueiro e muito provavelmente o maior protagonista brasileiro em negócios globais? Jorge Paulo Lemann é a improvável resposta.

O carioca descendente de suíços, na companhia de seus sócios, foi dono do Banco Garantia, responsável pela criação da Ambev e posteriormente AB Inbev, onde colecionou algumas das maiores marcas de cervejas do mundo, assumiu o controle de ícones americanos e canadenses como o Burger King, Heinz, Kraft Foods e Tim Hortons.

Em todos esses casos, repetiu a mesma estratégia: um choque de gestão orientado aos resultados e a meritocracia, a sinergia máxima entre as empresas que fundiu e a baixíssima tolerância ao desperdício.

Ray Kroc: Nunca é tarde para se reinventar

 

Ame-o ou odeio-o, o McDonald´s é muito mais do que um negócio de sucesso. Tem uma grande influência cultural e é um dos maiores símbolos americanos espalhados pelo mundo.

Ray Kroc, não foi o seu fundador, já que adquiriu a então pequena lanchonete de San Bernardino (California) dos irmãos McDonald. Kroc na época era um vendedor de máquinas de milk shake e reinventou sua história aos 52 anos, transformando o negócio local em um sucesso mundial.

Outro legado importante na sua trajetória é o foco total no cliente, já que sempre acreditou que “se você cuidar do seu cliente, o seu negócio irá se cuidar sozinho”.

Andrew Carnegie: Tenha uma equipe extremamente competente

 

Um dos maiores industriais de todos os tempos, o controverso filantropo e rei do aço, no distante século XIX, já percebia a importância da educação. Inclusive, alguns atribuem a ele, a célebre frase: “cerque-se de pessoas que são mais espertas que você.”

Carnegie além de consagrar seu nome no mundo dos negócios, foi o responsável por fundar ou financiar grandes templos da educação e da cultura, como o embrião da Universidade Carnegie Mellon e a sala de espetáculos Carnegie Hall em Nova Iorque.

Steve Jobs: Transforme consumidores em evangelistas

 

A Apple provavelmente é a empresa que mais conseguiu tirar vantagens no fato de ter consumidores satisfeitos e que se encarregam de divulgar os produtos que adoram.

Muito disso pode ser creditado à Jobs, que por mais de uma vez reinventou seu negócio. Seu foco no design, na facilidade de uso e em prever o que as pessoas precisam ou querem foi fundamental para a empresa sair do papel de um fabricante de computadores com dificuldades financeiras e se tornar um gigante dominante em mercados que reinventaram a forma que as pessoas se comunicam, consomem música e vídeos.

Brownie Wise: Encontrando as circunstâncias certas para vender

 

Wise foi a responsável por difundir o sistema de vendas “party plan” e revolucionar a cultura corporativa que consagrou a Tupperware, onde ocupou o cargo de Vice-Presidente.

O método “party plan” consiste em promover eventos sociais, onde também são ofertados produtos. O formato é muito utilizado principalmente para itens de apelo feminino e em geral utilizam marketing multinível, o que garante que sempre existam novas anfitriãs.

Brownie Wise foi ainda a primeira mulher a figurar na capa da revista americana Business Week.

Jeff Bezos: Visão de longo prazo

 

Bezos e sua Amazon são exemplos de foco e visão de longo prazo. Desde o início da companhia, o objetivo do executivo foi o crescimento e lançamento de novos produtos e serviços, mesmo que isso significasse abrir mão de lucros no curto prazo.

A estratégia vem se mostrando acertada, com a empresa que nasceu como uma livraria online se transformando no maior representante do e-commerce global e atingindo novas áreas como o entretenimento, a hospedagem em nuvem e o constante teste de novos serviços.

Sam Walton: Venda pelo menor preço possível

 

Sam Walton é o fundador do Walmart, o maior varejista do mundo. Sua obsessão por conquistar o consumidor oferecendo o menor preço é uma parte consolidada na cultura organizacional da empresa, mesmo após mais de 20 anos de sua morte.

Para chegar ao menor preço, o Walmart além de passar por polêmicas, precisa ser extremamente eficiente em cortar custos, muito produtivo em todas as atividades logísticas e não parar de escalar. Se a margem de preço foi afetada, a solução será ter um volume cada vez maior.

Bill Gates: Encontre o negócio certo

 

Gates expandiu rapidamente a sua representatividade de mercado, quando em 1981 comprou o software de uma empresa de Seattle por US$ 75,000 para solucionar uma necessidade da IBM de um sistema operacional de 16 bits.

A solução era mais rápida e mais barata do que desenvolver um novo produto do zero na própria Microsoft. Esse produto viria a se tornar o MS DOS e seu autor se juntou à companhia.

Escrito por Rafael Urbach, co-fundador da Mundo dos Exames, startup que ajuda pacientes a entenderem seus exames diagnósticos e encontrar os melhores lugares para realizá-los, utilizando ou não um plano de saúde.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/maiores-empreendedores-do-mundo/

JLL

Contabilidade em Salvador

Como contratar o melhor vendedor em Salvador? Confira nossas 7 dicas e tenha um time de primeira

A grande verdade é que todo empreendedor quer muito que o seu público-alvo desfrute daquilo que oferece de bom: o seu produto! Porém, muitas vezes o número de vendas não saem como se tinha planejado, devido a falhas que podem ocorrer no próprio processo de vendas.

Por esse motivo, vamos falar um pouco mais sobre esse tema, agora vamos dar uma atenção especial para quem executa esse processo: o vendedor!

Nas próximas linhas, vamos apresentar com mais detalhes sobre o que se deve levar em consideração em relação ao perfil ideal de colaborador para atuar nessa área e também forneceremos dicas de como contratar o melhor vendedor para a sua empresa.

Qual é o perfil de um bom vendedor?

Para falarmos do perfil ideal de um colaborador que atue na área de vendas de uma empresa, vamos citar rapidamente os 4 possíveis perfis comportamentais que uma pessoa pode ter em sua vida profissional: Comunicador, Executor, Planejador e Analista.

Começando pelo comunicador, esse profissional tem uma tendência maior em se relacionar com outras pessoas, por natureza ele é otimista,  possui uma certa facilidade em persuadir os outros e se anima facilmente com coisas novas a serem feitas.

Já o executor, assim como o nome diz, tem o perfil bem mão na massa. Possui como ponto positivo a coragem de “dar a cara a tapa”, além de ser muito competitivo, vai fazer o possível em busca do resultado que ele prometeu entregar.

O perfil do planejador já é mais conservador, ele é calmo e necessita ter um ritmo de trabalho em que as coisas fluam de forma constante, geralmente esse profissional não tem facilidade com improvisos.

Por fim, há o analista, que já um profissional mais metódico e tem mais afinidade com processos que sejam repetitivos e que necessitem executá-lo várias vezes para identificar melhorias. Geralmente o analista possui como característica ser alguém muito detalhista.

Percebe-se que os perfis executor e comunicador podem ser os mais próximos do ideal para o escopo da função de vendas. Por isso, o primeiro passo é ir em busca desses profissionais, mesmo que eles não tenham experiência prévia na área, pois eles possuem mais facilidade em aprender a vender devido ao seu perfil.

Isso não quer dizer também que o analista e o planejador também não possam se dar bem trabalhando com vendas, porém as chances são menores!

Entrevistando um bom vendedor

Independente da maneira que a empresa deseje recrutar vendedores, uma etapa que é indispensável é a entrevista.

Afinal é através dela que é identificado se o candidato tem perfil para trabalhar na empresa e especificamente na área de vendas.

Por isso, para auxiliar na avaliação do perfil pessoal dos candidatos, sugerimos trabalhar com as seguintes questões:

  • Conte-nos sobre um projeto em que você teve sucesso.
  • Cite também um projeto em que você fracassou
  • Como você se vê daqui 5 anos?
  • Qual foi o último livro que você leu?
  • De que maneira você se vê agregando valor para a empresa?
  • Você possui um projeto de vida?
  • Aponte seus três pontos fortes e depois fale três pontos fracos que você precisa desenvolver.
  • Você acha que a empresa poderá te ajudar a desenvolver nessas características? Como?

Essas perguntas são importantes, pois elas também ajudam a entender se o candidato tem mesmo o perfil para a área de vendas, visto que é uma área que exige planejamento, estudo, trabalhar com objetivos, metas e prazos.

É possível também avaliar se o candidato sabe lidar com a pressão do dia a dia, além da abertura para desenvolver novas características que possam melhorar o desempenho na função de vendedor.

Caso o candidato já tenha trabalhado com vendas previamente, sugerimos fazer questionamentos que busquem resgatar essas experiências anteriores. Seguem alguns exemplos:

  • Conte-nos uma venda bem sucedida que você já fez.
  • Como você se planejava em seu dia a dia de vendedor?
  • Conte-nos uma venda em que você fracassou.
  • Quais técnicas e ferramentas de vendas utilizava?
  • Trabalhava com metas? Como elas eram?
  • Gostava de vender? Era apaixonado por isso?

Independente se o candidato tiver experiência prévia ou não, o importante é identificar se ele possui o perfil que a empresa espera para se adequar ao seu processo de vendas.

Afinal, a partir do momento em que ele está vivenciando a rotina desse processo, a sua adequação a ele é questão de tempo e assim entrará no ritmo que a empresa espera.

Dicas para contratar o melhor vendedor

Agora, vamos te passar 7 dicas para auxiliar qualquer empreendedor a conseguir contratar o melhor vendedor:

1 – Entenda o momento da empresa

A empresa está em uma fase de contratar vendedores mais experientes ou formar talentos dentro de casa? Definindo isso é possível dar início a contratação do perfil desejado.

2 – Faça simulações reais

Simular situações reais do vendedor em ação é a melhor maneira de analisar se um candidato se comportará da maneira esperada quando estiver desempenhando a atividade de vendas pela sua empresa.

Essa prática também ajuda a eliminar os candidatos que sabem se portar bem em entrevistas, porém no dia a dia possuem um desempenho aquém do esperado.

3 – Desenhe um processo seletivo completo

Entenda quais as etapas que o candidato precisa passar até se tornar um vendedor. As etapas podem variar desde a análise de currículo, entrevistas com o RH e gestores da empresa, testes práticos, simulações, etc. Dessa maneira a chance de filtrar os melhores é muito maior!

4 – Mostre que a empresa é um bom lugar para se trabalhar

Mostrando que a empresa tem um ambiente legal e uma proposta de trabalho bacana, pode deixar a vaga ainda mais atraente. Afinal, todo mundo quer trabalhar em um lugar bacana, não é mesmo?

É possível fazer isso expondo como a empresa funciona. Nesse sentido, tomamos como exemplo a Netflix, que expôs seu código de cultura de maneira aberta para qualquer pessoa que queira consultá-lo.

5 – Crie um programa de indicações

Estimule para que ocorram indicações de candidatos pelos próprios colaboradores da empresa. Afinal, se o colaborador está feliz onde está ele não vai indicar gente desalinhada, não é mesmo?

6 – Tenha uma boa proposta de remuneração

Todos sabemos que o vendedor gosta de dinheiro, não é mesmo? Então, não corra o risco daquele candidato com o perfil ideal para a sua empresa, desista na proposta final. Procure atrelar a remuneração às metas que ele terá que atingir! Isso irá desafiá-lo!

7 – Tome as precauções necessárias

É sempre bom pedir referências e validar conquistas que foram destacadas pelo candidato durante o processo, como por exemplo, solicitar certificados e diplomas de cursos complementares.

E então, já descobriu como contratar o melhor vendedor? Com o tempo você descobrirá que esse processo é uma arte a ser desenvolvida, assim como o próprio processo de vendas!

Fonte: saiadolugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

8 dicas práticas para o empreendedor planejar 2017 em Salvador

Em um ano de incerteza econômica, deve-se minimizar ao máximo os riscos do negócio.

Estima-se que o Brasil tenha mais de 9 milhões de micro e pequenos negócios, representando 27% do PIB brasileiro, de acordo com levantamento feito pelo SEBRAE. O País já formalizou mais de 6 milhões de microempreendedores individuais desde 2008 e, até setembro deste ano, já são mais de 6,4 milhões.

No entanto, a taxa de mortalidade das empresas é ainda alta, segundo o levantamento “Demografia das Empresas 2014”, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De cada dez empresas, seis encerram as atividades após cinco anos.

Alguns motivos justificam o desarranjo, como abrir o próprio negócio sem se planejar, estudar o mercado, prever cenários e ter uma reserva de capital.

Ricardo Assaf, presidente da ABSCM – Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito, dá dicas de como o empreendedor deve se organizar desde já para iniciar bem o próximo ano, a começar pela parte mais importante que é o planejamento.

  1. Como o empreendedor pode se planejar financeiramente para começar com o pé direito nos negócios em 2017?

O planejamento é fundamental para qualquer fase do negócio. Não há exatamente uma fronteira de tempo, prazo e escopo para fazer, pois é aberto e inteiramente dependente do empreendedor. Por este exato motivo as pessoas acabam não focando no plano e apenas nas questões operacionais do dia a dia e execução. Normalmente, as empresas se planejam durante um ano e, é claro que ajustes são necessários ao longo da operação, pois isso o planejamento é dinâmico e não estático. Em resumo: um bom plano começa com grandes perguntas e, a partir delas, cria-se uma teia de ações, além de indicar diversos cenários.

  1. O que empreendedor deve levar em consideração na hora de fazer um bom planejamento?

Todo e qualquer planejamento deve focar nas principais perguntas que afetam o negócio. Elas, normalmente, são difíceis de responder já que são amplas e dependem de muitas variáveis. “Como aumentar meu faturamento”? e “Como abaixar meu custo?” devem nortear o plano. Para ajudar a definir estas questões existe um modelo muito usual chamado de 3Cs, que foi desenhado pelo famoso teórico organizacional japonês Kenichi Ohmae, professor dos programas de MBA em Stanford e UCLA.

O método foca em três grandes grupos: clientes, ajuda a definir as principais necessidades de públicos-alvo, competidores: explora as vantagens competitivas da proposta de valor e corporation: (empresa), detecta habilidades efetivas da corporação para criar valor, se diferenciar da concorrência e atender de forma efetiva a clientela.

  1. Qual a importância de se ter uma reserva financeira, capital, além do já previsto para a abertura da empresa?

O plano financeiro é fundamental e, normalmente, é esboçado em um orçamento anual, com metas bem realistas de gastos, principalmente naqueles que são chaves ao seu negócio. O processo de abertura de empresa é algo que, implicitamente, tem um grande risco e pode afetar o fluxo de caixa inicial, impactando o desenvolvimento futuro. Um dos fatores de fracasso das empresas nos primeiros cinco anos, segundo apurado pelo Sebrae, é a falta de capital e lucro, bem como a ausência de um planejamento. Não é à toa que a taxa de mortalidade inicial é muito alta. Em 2013, a porcentagem de empresas que fecharam as portas, com até seis meses de abertura, foi de 82%.

  1. Quais são os pontos de risco na abertura da empresa?

Os mais comuns são clientes que ainda não estão acostumados com a marca, produto ou serviço, o tempo de acerto do modelo do negócio, questões que envolvem a organização da matéria-prima, ponto de venda e os custos inicias que podem ter sido estimados de forma errada ou otimistas demais. O empreendedor sempre terá contratempos e pontos críticos não previstos durante o início do empreendimento. E acreditem, o fluxo inicial de qualquer negócio é muito pesado.

  1. Como reduzir os riscos?

É muito importante prever uma “gordura”, ou seja, capital para garantir o fluxo de caixa mês a mês. Especialistas apontam que é necessário ter uma garantia de 6 a 12 meses, ou seja, um saldo suficiente na conta bancária para segurar esse período que, no início, é sempre mais delicado e arriscado.

  1. Quais as opções hoje no mercado que o microempreendedor tem para dar uma guinada nos negócios?

O empreendedor precisa estar antenado para as novas tendências de mercado e às mudanças nas plataformas tradicionais. Ele deve aproveitar as lições de mercado de forma rápida e adaptá-las ao seu negócio. Um caso muito prático: durante a crise há muita substituição de produtos e serviços por mais algo mais em conta. Pegamos como exemplo o seguro de carro: os tradicionais podem custar muito caro em relação ao valor do bem segurado. Por outro lado, as assistências, apesar de não serem seguros, se tornam muito procuradas na crise, pois o custo é menor que um seguro tradicional e proporcionam itens como guincho gratuito, convênio com oficinas, aluguel de carro em caso de problema ou pane e outros serviços. Em muitos casos há uma substituição efetiva dos seguros tradicionais, mais caros, pela assistência, mais barata.

  1. O ano de 2017 será bom para empreender?

A crise normalmente cria oportunidades magníficas aos empreendedores, pois novos modelos de negócio são criados, produtos alternativos são levados ao mercado e plataformas tradicionais são desafiadas. O ditado popular diz que: “enquanto existem pessoas que choram, há outras vendendo o lenço para enxugar as lágrimas”. Todo e qualquer empreendedor precisa, incialmente, ter esta filosofia e aplicar o planejamento + ação para transformar em realidade o seu desejo.

  1. Por que o crédito produtivo é uma opção segura para quem está começando a empreender?

O crédito é um aliado ao negócio desde que bem usado. Por exemplo: há grandes descontos na compra de produtos ou serviços à vista, porém, muitas vezes, nos deparamos com a impossibilidade de usar o dinheiro da empresa para esse fim. O crédito pode reduzir imediatamente o custo da empresa e, ao mesmo tempo, beneficiar o fluxo de caixa já que pode ser parcelado em diversos meses. Muito comum também é a necessidade de usar o fluxo por conta de um imprevisto. Dependendo do custo, o crédito também pode ajudar a empresa. Uma instituição financeira qualificada pode antecipar este fluxo e impactar de forma positiva a produção. As SCMEEPPs – Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte são uma opção interessante, pois estão reguladas pelo Banco Central do Brasil, como uma forma de fomentar o empreendedorismo no Brasil.

Fonte: http://empreendedor.com.br/

JLL

Contabilidade em Salvador