Como o Modelo de Negócios pode ajudar sua empresa

O Modelo de Negócios é um instrumento que ajuda o empreendedor a começar bem o seu negócio. O objetivo é descrever todos os passos e elementos do seu empreendimento e usá-lo como uma espécie de cartilha. Nele deve conter: segmento, público-alvo, canais de distribuição, proposta de valor, relacionamento com clientes, recursos, parcerias e custos.

Ele pode ser feito em blocos, dessa forma, fica mais fácil visualizar todas as funções e isso ajuda o empreendedor na hora de avaliar todas as possibilidades a serem seguidas. O maior benefício do Modelo de Negócios é a praticidade na hora de entender todos os processos. Com papel e caneta já é possível iniciar um rascunho do que deseja colocar em prática.

Para que funcione perfeitamente, o empreendedor precisa entender que todos os blocos desenvolvem-se entre si e estão interligados, ou seja, um depende do outro para funcionar harmonicamente.Como fazer o Modelo de Negócios?

– Ideia de Negócios
Defina sua ideia de negócio e a coloque em um quadro para que o modelo se inicie a partir dela.

– Use lembretes
Não coloque as ideias diretamente no quadro, pois não poderá fazer ajustes. O ideal é utilizar post-its.

– Erros ocorrem e isso é normal
Erros irão acontecer em qualquer momento do projeto. Tenha em mente que você não deve desistir se isso ocorrer.

– Faça com calma
O empreendedor pode ter o tempo que quiser para preencher todos os blocos ou fazer alterações.

– Reflexões
Lembre-se que seu modelo de negócios serve com um ponto de reflexão, ou seja, constantemente você deve avaliar e pensar em mudanças caso algo não esteja funcionando.

– Teste
Use o quadro para registrar ideias e possivelmente aperfeiçoá-las. Mas antes de colocá-las em prática, lembre-se de fazer testes.

Em resumo: o Modelo de Negócios é uma ferramenta que dá, ao empreendedor, a chance de elaborar estratégias inovadoras e aumentar o seu poder competitivo.

Governo quer criar novos empregos através do MEI

O Ministério da Economia pretende criar um programa que ajudará com a geração de empregos. Os alvos são os Microempreendedores Individuais (MEI) . De acordo com estudo da Secretaria de Políticas Públicas, apenas 3% dos microempreendedores possuem funcionários contratados.

A ideia inicial é aumentar esse número para 10% e caso isso se concretize, serão gerados cerca de 600 mil postos de trabalho. Infelizmente não é possível determinar em quanto tempo isso será possível. Hoje em dia no Brasil, existem cerca de 8 milhões de trabalhadores formalizados através do MEI.


O governo pretende facilitar o acesso às linhas de crédito para os microempreendedores. Os dados dos microempresários serão passados com mais facilidade às instituições financeiras, o que torna mais fácil para os bancos reduzirem as taxas de juros.

A Caixa Econômica, a pedido da Secretaria, está revisando e reestruturando suas ofertas de microcrédito. A intenção do governo é conseguir apoio, também do Sebrae e assim facilitar mais ainda o acesso aos empréstimos. Além disso, existe a preocupação em criar programas de capacitação aos empreendedores e funcionários.

Empréstimo através do Banco do Povo

É necessário apresentar os documentos necessários ao agente de crédito na unidade de verificação. Pode ser que sejam exigidos outros documentos. Após isso será analisado e possivelmente liberado em poucos dias.

Quais são os documentos necessários?

Para Empreendedor Formal

RG e CPF dos sócios e dos cônjuges ou documento oficial com foto. Para estrangeiros, apresentar Registro Nacional de Estrangeiros (RNE);
– Inscrição CNPJ – consultar no site da Receita Federal;
– Certidão Negativa de Débitos (CND) ou Certidão Positiva de Débitos com Efeito de Negativa válida e emitida pela Receita Federal do Brasil (RFB);
– Certidão de Regularidade no FGTS válida, emitida pela Caixa Econômica Federal (CEF) ou Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), para empresas sem funcionário;
– Quando houver, inscrição estadual;
– Quando houver, inscrição municipal;
– Certidão de casamento do cliente e dos sócios. Nos casos de separação ou viuvez, apresentar devidas certidões e, caso declare união estável, apresentar documento que a comprove;
– Comprovante recente – menos de 90 dias – de endereço em nome da empresa ou, na ausência, do responsável (água, luz ou telefone);
– Cartão de conta bancária ou extrato em nome da empresa ou em nome do sócio que receberá os recursos;
– Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social, o número do CPF ou CNPJ, endereço e telefone, além da descrição detalhada dos bens, serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. Para capital de giro, em substituição, podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses, em substituição ao orçamento.

Para Empreendedor Informal

RG e CPF do cliente, dos sócios e dos cônjuges ou documento oficial com foto. Para estrangeiros, apresentar Registro Nacional de Estrangeiros (RNE);
– Certidão de casamento do cliente e dos sócios. Nos casos de separação ou viuvez, apresentar devidas certidões e, caso declare união estável, apresentar documento registrado em cartório comprovando tal situação;
– Pescadores: apresentar o Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP – o qual deve ser consultado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
– Motociclistas: apresentar Carteira Nacional de Habilitação na devida categoria;
– Comprovante recente – com menos de 90 dias – de endereço em nome do cliente (água, luz ou telefone). Caso o imóvel seja alugado ou a conta esteja em nome de outra pessoa, observar o que segue:
a) em nome dos pais: constatar no documento RG;
b) em nome do cônjuge: constatar na certidão de casamento;
c) em nome de outra pessoa: deverá apresentar declaração com firma reconhecida em cartório. Caso seja imóvel alugado, deverá apresentar contrato de locação reconhecido em cartório;
d) em caso de produtor rural sem comprovação de endereço, apresentar comprovante de pagamento do Imposto sobre propriedade territorial rural – ITR – do exercício anterior;
– Cartão de conta corrente ou extrato em nome do tomador;
– Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social, o número do CPF ou CNPJ, endereço e telefone, além da descrição detalhada dos bens, serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. Para capital de giro, em substituição, podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses.


Para Empreendedor Informal

RG e CPF do cliente, dos sócios e dos cônjuges ou documento oficial com foto. Para estrangeiros, apresentar Registro Nacional de Estrangeiros (RNE);
– Certidão de casamento do cliente e dos sócios. Nos casos de separação ou viuvez, apresentar devidas certidões e, caso declare união estável, apresentar documento registrado em cartório comprovando tal situação;
– Pescadores: apresentar o Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP – o qual deve ser consultado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
– Motociclistas: apresentar Carteira Nacional de Habilitação na devida categoria;
– Comprovante recente – com menos de 90 dias – de endereço em nome do cliente (água, luz ou telefone). Caso o imóvel seja alugado ou a conta esteja em nome de outra pessoa, observar o que segue:
a) em nome dos pais: constatar no documento RG;
b) em nome do cônjuge: constatar na certidão de casamento;
c) em nome de outra pessoa: deverá apresentar declaração com firma reconhecida em cartório. Caso seja imóvel alugado, deverá apresentar contrato de locação reconhecido em cartório;
d) em caso de produtor rural sem comprovação de endereço, apresentar comprovante de pagamento do Imposto sobre propriedade territorial rural – ITR – do exercício anterior;
– Cartão de conta corrente ou extrato em nome do tomador;
– Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social, o número do CPF ou CNPJ, endereço e telefone, além da descrição detalhada dos bens, serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. Para capital de giro, em substituição, podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses.
Para Associações e Cooperativas Produtivas e de Trabalho

Ata de constituição;
– Regimento interno;
– Estatuto e alterações se houver;
– Se no estatuto não houver cláusula autorizando obtenção de financiamento, deverá ser apresentada ata de reunião da Assembleia Geral autorizando a Diretoria a contrair financiamento junto ao programa;
– Inscrição CNPJ – consultar no site da Receita Federal;
– Certidão Negativa de Débitos (CND) ou Certidão Positiva de Débitos com Efeito de Negativa válida e emitida pela Receita Federal do Brasil (RFB);
– Certidão de Regularidade no FGTS válida, emitida pela Caixa Econômica Federal (CEF);
– RG e CPF dos representantes legais e cônjuges, ou documento oficial com foto;
– Certidão de casamento dos representantes legais. Nos casos de separação ou viuvez, apresentar devidas certidões;
– Comprovante recente – menos de 90 dias – de endereço em nome da empresa ou, na ausência, do responsável legal (água, luz ou telefone);
– Em caso de alteração na constituição dos representantes da associação/cooperativa, deverá ser apresentada a ata da Assembleia que nomeia os novos representantes;
– Cartão de conta bancária ou extrato em nome da associação/cooperativa;
– Último balanço;
– Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social, o número do CPF ou CNPJ, endereço e telefone, além da descrição detalhada dos bens, serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. Para capital de giro, em substituição, podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses, em substituição ao orçamento.