Por que fornecer benefício de alimentação aos seus colaboradores?

Entre os fatores de influência dos benefícios de alimentação estão as vantagens fiscais, melhoria na produtividade e aumento na capacidade da equipe

Na década de 70, mais especificamente em 1976, o Governo Federal promulgou uma lei afim de garantir os benefícios de alimentação aos funcionários de empresas privadas com remuneração de até cinco salários-mínimos. A ideia passa em combater a fome a distribuição e a contrapartida do Governo para com as empresas passa por benefícios fiscais.

É importante que a empresa entenda que independentemente do ideal da empresa ser colocado em voga aos funcionários, o principal ideal de todo o funcionário está em ter uma remuneração periódica que o sustentará e sustentará a sua família. E por mais que todo funcionários tenha suas preocupações com contas básicas como água, luz, aluguel, impostos etc, a maior preocupação do ser humano é passar fome, principalmente se essa pessoa for um pai de família, que nesse caso se cobrará em colocar a comida na mesa dos seus filhos e de sua esposa. Garantir minimamente os benefícios de alimentação é a primeira esfera de confiança que a empresa pode passar ao funcionário.

Segue no artigo, cinco pontos básicos que demonstram o quão importante para a empresa são os benefícios de alimentação.

Benefícios fiscais

A parcela do valor em que as empresas depositam em benefícios de alimentação não entra no Imposto de Renda e no Programa de Previdência Social. Além do fato de que, dependendo da empresa, dá para se deduzir o valor dos benefícios de alimentação no imposto de renda.

Evita transtornos

De acordo com pesquisas realizadas pela Alelo, com a evidente crise financeira 61% dos trabalhadores brasileiros deixaram de fazer suas refeições em estabelecimentos comerciais, ou seja, precisam substituir os hábitos de almoçar em restaurantes. ou algo do tipo, por hábitos alimentícios não saudáveis, como comer lanches, congelados e alimentos rápidos, ou ter que desempenhar um tempo de preparo de alimentos fora do horário de trabalho, que talvez o colaborador nem tenha por motivos de trabalhar e estudar ou até mesmo por morar longe. Para isso, o funcionário em questão teria que abrir mão de tempo de sono e descanso, por exemplo, para preparar o seu alimento do dia seguinte, o que acarreta em maior desmotivação e riscos clínicos.

Estreitamento de relacionamentos

Quando a empresa possui um horário de almoço, de duas, uma: ou fornece um espaço de refeitório interno para os funcionários, ou têm restaurantes que atendem a fome dos seus colaboradores nas proximidades. Em ambos os sentidos, os funcionários que saem para almoçar dentro de um determinado horário, tendem a criar um hábito saudável de sempre almoçarem juntos e, logo, construir um relacionamento mais estreito, o que é importante na óptica da empresa. Eis um benefício da alimentação que não interfere diretamente na alimentação, em si.

Benefícios Simples

Por os benefícios de alimentação em prática é algo muito fácil de ser feito, até porque os vales, tanto alimentação, quanto refeição, estão acessíveis e de fácil adaptação da empresa a eles. Tudo isso, ajuda colocar em ação o Programa de Alimentação do Trabalhador.

Reforma trabalhista: será que você entendeu mesmo?

A reforma trabalhista completará um ano em vigor no Brasil em novembro, se o seu departamento pessoal ainda não entendeu deixe-o a par

Regularização de jornadas de trabalho 12×36, além da regulamentação da jornada de trabalho intermitente, do serviço home office e maior flexibilização de negociações entre empresas e funcionários, e vice-versa, a reforma trabalhista foi vigorada em novembro de 2017 no Brasil e em menos de um ano no nosso país, a Lei 13.467 já deu muito o que falar e tem gerado, desde então, discussões tanto na classe empresarial, quanto entre trabalhadores. Nesses casos, cabe ao departamento pessoal aparar as arestas e trazer os funcionários para dentro da filosofia da empresa.

Muitas das regularizações e até mesmo das regulamentações à margem da legislação que foram instituídas na reforma trabalhista não são novidades para ninguém. A contratação por demanda de trabalho e o home office, por exemplo, já é muito visto através de profissionais informais. A grande mudança é que isso fazendo parte de um regime de trabalho, as coisas se tornam oficiais e a forma de trabalhar da empresa muda e, com isso, o departamento pessoal ganha a sua extrema importância e tende a entrar em ação.

Para que você venha instruir melhor o seu departamento pessoal, acompanhe este artigo e deixe-o a par da reforma trabalhista e os fatores que essa reforma tem afetado ou afetará a sua empresa.

A empresa tem seus desafios

O departamento pessoal precisará estar alinhado no que se refere ao relacionamento entre a empresa e os seus funcionários, que ao mesmo tempo que tende a estar mais próximo tende também a possuir algumas colisões de ideias.

A reforma trabalhista estreita as negociações entre as partes e a gestão de pessoas precisa estar ativa para que qualquer divergência não venha interferir no trabalho como um todo.

Para e empresa, contratar e demitir se torna um desafio, principalmente a primeira questão, pois cabe ao departamento pessoal ser muito atento e criterioso com os “poréns” dos seus funcionários antes de contratá-los.

Material humano

Pense em um restaurante que tem o seu fluxo maior de clientes no final de semana, com garçons e demais funcionários ociosos durante os dias de semana. Nesses casos, convém ao empresário pagar o contingente de funcionários de acordo com os dias de maior fluxo, o que significa a jornada intermitente.

Mas isso para os funcionários soa como ultraje, pois parece uma ameaça aos empregos, mas aqueles que enxergam como aproveitamento de tempo pode se dar muito bem, pois terá um trabalho dentro de um fluxo efetivo de serviço, com possibilidade de agregar outros serviços no horário livre e aumentar a sua renda. Dentro desse panorama, então, a empresa precisa se demostrar atrativa, ver equipe como investimento e valorizá-la. E essa valorização passa totalmente pelo departamento pessoal, gerindo as condições de trabalho dos funcionários e a sua valorização em todos os aspectos, inclusive o financeiro.

Diferentes perfis profissionais

Alguns profissionais produzem de forma diferente da outra e dependendo do ramo de atuação da sua empresa cabe ao seu departamento pessoal estudar uma estratégia em que o funcionário se adéque melhor para produzir. Pensando nisso, a reforma trabalhista também regulamentou o home office, no qual os funcionários, dentro de um acordo pré estabelecido com a sua chefia, podem trabalhar da sua casa, se assim as partes entenderem que agrega positivamente no fator produção. Isso convém também as empresas que pode contar com profissionais que residem longe, até mesmo em outros estados, e não podem se deslocar até a empresa, mas podem agregar muito à sua atuação.

Para isso, o departamento pessoal precisa estar atento no perfil de cada funcionário, para que assim venha cobrar deadlines e estipular metas dentro do universo acordado entre a pessoa e a empresa.

Saiba como ter sucesso em suas negociações

Confira os três passos para ser bem-sucedido numa reunião de negócios, contando com a contabilidade gerencial

A grande dúvida que paira em empresários de todos os portes e tempo de atuação possível é se há uma fórmula de sucesso em uma negociação. Fórmula como de Baskara, como uma ciência exata, obviamente não há, mas como em toda relação humana há um processo de planejamento e execução que tende a aumentar as chances de sucesso no processo de negócios. Um grande braço desses processos é a contabilidade gerencial, já que os dados que ela pode fornecer podem auxiliar em fatores preponderantes no “balcão”.

A grande intenção de uma negociação bem-sucedida é que ambas as partes lucrem, e esse lucro por mais que vá além das vantagens financeiras, já que toda empresa tem seus valores ideais que regem o produto ou serviço fornecido, depende da questão financeira para a saúde da empresa.

Sendo assim, os processos para uma negociação comercial bem-sucedida passa por três momentos que você acompanha a seguir:

Planejamento: A primeira etapa do processo e que sustenta todas as outras. No planejamento da negociação se detém um esforço mental de levantamento de dados e estudo que é muito importante. A figura dos serviços contábeis que detém o conteúdo de dados sobre informações relevantes para o sucesso desse processo de negociação é fundamental neste momento.

A antevisão de objeções e a construção de argumentações sólidas que quebre tais objeções que tendem a vir do outro lado na negociação é um fator que gera sucesso para o processo. Muitas das vezes a quebra dessas objeções estão na análise dos números disponibilizados pela contabilidade gerencial.

De acordo com todos os dados levantados, a ideia é que a empresa procure utilizá-los a seu favor sempre ampliando a visão sobre os seus pontos positivos em detrimento dos negativos.

Execução: É o ato da reunião de negócios, onde você colocará em prática todo o processo de planejamento da negociação. Para isso, todo o conhecimento técnico trabalhado com a contabilidade gerencial precisa estar na ponta da língua e você deverá conduzir a reunião com extrema eficácia.

Primeiramente, procure se preocupar com a ambientação na qual você vai receber o seu parceiro. Que seja um lugar extremamente profissional, mas, ao mesmo tempo, aconchegante e com clima leve, para tirar o peso dos negócios. Ser um local com pouco fluxo de pessoas distintas é fundamental para não dar brecha a algo invasivo.

Depois disso, inicie conhecendo melhor a pessoa com quem você está tratando, até para quebrar o gelo. Nunca comece falando direto dos negócios, mas também não perca tempo com trivialidades. Seja objetivo até quando a objetividade não é marca padrão. Essa marca da objetividade ganha forma justamente no processo seguinte de execução da negociação.

Quando o assunto abordado for diretamente o negócio a ser tratado, aí sim você precisará ser objetivo, passando transparência, caráter e, acima de tudo, profissionalismo, para demonstrar de forma prática que independentemente do clima ameno e suave a empesa não está para brincadeira e quer desempenhar um grande papel de importância dentro do acordo firmado.

Assim como um começo e um meio, institua uma finalização para a entrevista, onde será ratificado tudo o que for abordado dentro da conversa, para refrescar a memória dos direitos e deveres de cada parte e não deixar nenhuma brecha aberta.

Controle: O jogo não acaba quando termina. Siga em uma relação com quem você negociou, até para agregar na funcionalidade do acordo. Sempre fiscalize se a sua empresa está agindo dentro do combinado e cobre os seus funcionários caso algo saia dos padrões de acordo. Da mesma forma, cobre com que seja cumprido o acordado do outro lado.

Saiba sempre que cada processo tem seu tempo e que esse tempo não é uniforme, depende das partes e da complexidade na negociação.

4 passos para conquistar novos clientes [na_cidade]

Faça o simples e conquiste novos clientes para o portfólio da sua empresa

Se a sua empresa possui um ponto de vendas fixo ou tem uma equipe para apresentar seus produtos e serviços em domicílio ou em pontos espalhados , você sabe o quão difícil é posicionar a sua marca diariamente de formas diferentes. Nestes casos, a tentação de uma estratégia mirabolante, de algo inovador (que nem sempre é tão inovador assim) é grande. Mas saiba que essas ideias momento nem sempre dão bons resultados.

Você precisa mesmo é dar o recado de forma clara e objetiva, mas sem parecer grosseiro, pegajoso e chato, como uma grande parcela dos vendedores fazem – embora que muitos ainda sem querer, mas automatizados pelo processo de venda enfadonho e antiquado que conhecemos. Você precisa convencer o seu cliente que a sua empresa atenderá suas necessidades ou aflorar o desejo de compra do indivíduo a ponto que ele se perca na linha tênue entre desejo e necessidade, é nesse momento que: bingo!

Todos os empreendedores vivem sob ameaça constante da novidade, pois ela determina o posicionamento do seu negócio para com o mercado, e isso não é exclusivo de nenhuma empresa e interfere diretamente tanto nas grandes e pequenas marcas, independentemente de porte, tamanho e tempo de atuação. Mas essa situação fica ainda mais difícil se não for feito o “feijão com arroz”. É claro que você precisa persuadir, mas essa persuasão passa, quase sempre, pela forma com que a informação é passada do que a com a informação em si, isso se chama empatia. Ou seja, você precisa fazer o “feijão com arroz”, mas fazê-lo bem temperado e saboroso.

Diante disso, separamos quatro informações importantes para instruir você, empresário , a explorar as suas condições de venda e conquistar novos clientes para o portfólio da sua empresa.

1. Fique atento com o primeiro contato

No ramo empresarial a primeira impressão é sempre a que fica. Por isso mesmo, o primeiro contato com o cliente precisa ser muito bem trabalhado. Tudo precisa imprimir a marca da empresa e ser trabalhado nos mínimos detalhes para que a boa impressão seja causada e a imagem da empresa fique afixada no cliente .

Se possível, o empresário pode fazer esse primeiro contato, o que demonstrará uma importância para o cliente, bem como passará maior credibilidade e seriedade da empresa por meio do seu gestor. Mas é claro que nem sempre o responsável pela empresa vai ter tal disponibilidade, já que possui muitos afazeres, logo, é importante que ele tenha forte iniciativa de atender os clientes mais relevantes, que possui um aporte financeiro maior ou um valor social que interfira positivamente na imagem da empresa.

2. Cuidado com a capacitação

Investir nos seus funcionários é uma grande forma de fazer a sua empresa crescer . Trabalhar com eles o senso de equipe e de aprendizado, agregando valor em tudo o que eles possam fazer, é fundamental, pois interfere na produtividade deles como indivíduos profissionais e o resultado da sua empresa.

Por isso, sempre esteja atento com a capacitação daqueles que formam a sua equipe, para que todos os departamentos da empresa estejam treinados em falar a mesma língua, padronizando o desempenho e agreando a funcionalidade da empresa. Demonstre a credibilidade do trabalho feito de dentro para fora.

3. Cuidado com a divulgação

Saiba aonde e como divulgar o seu produto ou serviço e nunca omita a questão da divulgação. Saber onde irá informar ao público o que e como você está fazendo é fundamental, mas passa por uma análise de mercado anteriormente. Atualmente, as mídias digitais ajudam nessa divulgação em massa de forma rápida e com custo baixo, entretanto, de nada adianta investir nas redes sociais, por exemplo, se o seu público-alvo pouco está lá.

Contudo, muito pior do que investir errado em divulgação é não investir em divulgação e esse erro é cometido por diversas empresas . Essa omissão é primária e nada mais é do que gastar esforço na produção e não ter ninguém para consumir, justamente porque não há a difusão da informação.

4. Atenção com o pós-venda

O seu relacionamento com o cliente não termina após a concretização da venda, mas é a partir dele que você pode fidelizá-lo com outros serviços e produtos que a sua empresa trabalha, ou criará um divulgador natural do seu trabalho, por meio de recomendações. Por isso, sempre seja solícito, agradeça e dê o suporte necessário de forma clara, rápida e objetiva em todos os momentos que o cliente necessitar. Isso fará com que ele sempre se lembre da sua empresa .