8 coisas que você deveria fazer para ter uma estratégia de social mais efetiva em Salvador


Como um bom empreendedor, certamente você sabe a importância da estratégia de social media para a divulgação do seu negócio. Então, confira algumas dicas que preparamos para você!

Como um bom empreendedor, certamente você sabe a importância das redes sociais para a divulgação do seu negócio. Não é mesmo? Nós, do Saia do Lugar, também sabemos disso.

Construir uma estratégia de social mais efetiva também deve ser uma prioridade na sua jornada empreendedora. Estar presente no mundo online não é suficiente, e por carregar este pensamento muitos empreendedores fazem estratégias de social media da maneira errada.

Se você já usa as redes sociais para divulgar a sua empresa mas não sabe como fazer isso da maneira correta nós fizemos este artigo com 8 coisas que você deveria fazer para usar as redes sociais da maneira mais efetiva possível.

Conheça o mundo das redes sociais

Antes de começar de fato uma estratégia de social media, é preciso conhecer onde você está prestes a entrar. Não esteja nas redes sociais só porque as pessoas falaram que isso é o certo, você precisa acreditar nos resultados que ela pode trazer para o seu negócio.

É preciso não só saber como essas redes funcionam, mas também ter o conhecimento do público que está nela. Mas mais importante ainda, é saber se o seu público está lá.

Depois de constatar quais são as redes sociais ideais para o seu tipo de negócio e público, aprenda a mexer nelas e pesquise também como são a estratégia dos seus concorrentes. Busque se destacar de forma diferente do que eles, mas use-os sempre como referência.

Busque ferramentas de automação

Agora que você já sabe onde você deve estar e como explorar estas redes sociais da melhor maneira possível, chegou a hora de procurar maneiras de automatizar o seu processo.

Para aqueles que não sabem, a automatização acontece através de ferramentas que facilitam o agendamento de postagem nas suas redes sociais. A ideia é reunir em uma só ferramenta a administração de todas as suas redes sociais e otimizar o seu tempo na hora de postar conteúdos nos seus perfis.

Existem muitas ferramentas que podem te ajudar nesta jornada, vale a pena analisar o custo benefício e escolher a que mais adequa ao seu orçamento e expectativas. Alguns exemplos são: Hootsuite, Hubspot, Instamizer, Buffer e entre outros.

Foque no engajamento

Como em qualquer outra estratégia, seu plano de social media precisar deixar claro qual é a sua intenção. Independente se seja atrair novos visitantes para o blog da sua empresa, atrair novos seguidores ou até mesmo clientes, é fundamental que haja engajamento com o seu público.

É super interessante que você provoque essa relação com os seus seguidores. Para que isso ocorra, faça perguntas, responda os comentários e promova a interação entre eles. Lembre-se de evitar criar situações polêmicas envolvendo a sua marca para não abalar a reputação da sua empresa.

Uma forma de gerar engajamento é oferecendo conteúdo que vai além da divulgação da sua marca, veja mais sobre isso no próximo tópico.

Ofereça mais do que publicidade

Disputar a atenção do consumidor já não é uma tarefa fácil e quando se trata do mundo online essa situação é ainda mais potencializada.

Como se destacar em meio aos seus concorrentes? A resposta é oferecendo conteúdos diferenciados. O seu perfil na rede social deve ser mais do que a divulgação do seu produto, e por isso ofereça conteúdos que agreguem de certa forma um valor para a vida do seu público.

Faça postagens de notícias sobre o seu segmento, faça promoções, dê dicas e aproveite ao máximo a oportunidade de entrar em contato com o seus clientes.

Veja o que o seu público têm a dizer

Já ensinamos aqui no blog uma vez como transformar o feedback do seu público em oportunidade – se você ainda não leu este artigo, clique aqui – e que é também uma ferramenta para medir o crescimento e direcionamento do seu negócio.

Já vimos também que, engajar o seu público não é tarefa fácil e por isso mais do que nunca você deve acompanhar o que as pessoas têm dito da sua empresa por aí.

Mas para isso, é preciso entender o real valor de um feedback e nunca levar as críticas para o pessoal. As pessoas na maioria das vezes conhecem o seu negócio e não a pessoa que está por trás de tudo isso, sendo assim saiba lidar com as críticas e veja nelas uma oportunidade de crescimento da sua empresa.

Cuidado com a maneira que você se posiciona

Ter a sua marca na internet significa ter uma super exposição dela. E por isso é tão importante saber se posicionar neste ambiente de interações sociais.

Qual posicionamento de opinião pode ser a faísca para gerar uma crise envolvendo a sua empresa. Na internet as pessoas têm a liberdade de se manifestar sobre diversos assunto, e isso pode ser perigoso caso a sua marca esteja envolvida em algum tipo de “escândalo”.

A ideia é manter a ética e política da “boa vizinhança” no mundo online. Evite falar sobre assuntos que despertam divergências de opiniões como política, religião e times de futebol por exemplo.

Quer saber mais sobre o assunto? Nós temos um post sobre isso.

Se posicionar de uma maneira que a identidade da sua marca seja reforçada é muito importante e por isso vamos falar mais sobre o assunto no próximo tópico.

Reforce a essência da sua empresa

A construção da identidade da sua empresa é fundamental na hora de decidir a maneira como a sua marca vai se comportar nas redes sociais.

Se a sua marca tem o espírito descolado e inovador, seria interessante criar uma linguagem mais casual com o seu público, apostar em memes interessantes e coisas do tipo. Caso seja uma marca que tenha a sustentabilidade como essência, vale a pena ficar atento aos comentários, lançamentos de produtos e campanhas que reforçam essa ideia.

As redes sociais também ajudam a reforçar o seu trabalho da gestão da sua marca, cuide bem disso!

Mensure seus resultados

Mensurar os resultados também faz parte de uma boa estratégia de social media. A internet nos fornece inúmeros dados que podem te ajudar a mapear desde o comportamento do seu público até como a rede social impacta na hora de realizar uma venda.

Isso não significa que todo dado é relevante para o seu negócio e por isso escolha as métricas certas para você fazer o acompanhamento. Uma boa dica, é fazer a sua escolha baseando nos objetivos do seu negócio e objetivos que você determinou antes de colocar a sua marca nas redes sociais.

Acompanhe seus seguidores, o engajamento das suas redes sociais, o aumento de tráfego e como isso impacta na sua divulgação.

Conclusão

As redes sociais têm muito o que nos dizer e por isso ela precisa ser levada a sério. Nada de colocar o seu “sobrinho” para gerenciar os perfis da sua empresa, a não ser que ele seja um profissional da área.

Este é um trabalho que exige cuidado, muita pesquisa e testes que podem causar impactos maiores se for realizado da maneira errada. Ter uma estratégia de social mais efetiva também deve ser prioridade na hora de pensar na divulgação do seu negócio.

Fonte: saiadlugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

Como abrir uma microempresa em Salvador: O guia completo

Vamos falar sobre um dos temas que mais geram dúvidas no mundo do empreendedorismo: como abrir uma microempresa. Confira e tire suas dúvidas!

Você já deve ter percebido que em nosso site há vários conteúdos relevantes sobre os temas de empreendedorismo, marketing vendas e liderança.

Até porque, queremos ajudar qualquer empreendedora alcançar seus objetivos, desde os que são mais experientes até os que estão começando agora. A proposta é fazê-los sair do lugar literalmente, viabilizando maneiras de alçarem vôos mais altos.

Sendo assim, trazemos esse post para quem está começando agora e quer empreender um negócio. Vamos falar sobre um dos temas que mais geram dúvidas no mundo do empreendedorismo: como abrir uma microempresa.

Sabemos que empreender no Brasil é algo que envolve muita coragem. Dentre os desafios desse processo, muitos desistem já na etapa de abertura da empresa.

A grande questão é que nessa jornada é necessário de muito mais do que vontade, é preciso garantir que a empresa esteja dentro da lei e isso envolve algumas etapas de regularizações e registros conforme rege a lei brasileira.

Então, preparamos esse guia para que o processo de abrir uma microempresa não seja um motivo para desistir, ok?

Continue acompanhando o post para sair do lugar e entender melhor como é essa jornada!

O que é uma microempresa?

Antes de iniciarmos o assunto sobre abrir uma microempresa, vamos deixar claro o que caracteriza um negócio para se enquadrar nesse formato empresarial.

No geral, uma microempresa é uma sociedade empresarial composta por 1 ou mais sócios. Além disso, ela precisa possuir um faturamento anual dentro de um limite estabelecido pelos órgãos competentes. Hoje, esse faturamento foi definido como sendo por volta de até R$360 mil bruto.

Caso a empresa tenha um faturamento acima desse valor, ela é considerada de pequeno porte. Sendo assim, possui regras de funcionamento diferentes da microempresa.

Caso você ache esse limite um valor muito acima do que seu negócio pode faturar hoje, sugerimos que consulte sobre o formato de Microempreendedor Individual (MEI), talvez ele se adeque melhor ao seu propósito atual.

Como abrir uma microempresa em Salvador?

 

Agora que você já entendeu o conceito de microempresa e consegue definir se é o melhor formato para o seu empreendimento ou não, preparamos esse tópico contendo quais são as questões burocráticas que precisam ser resolvidas, além do funcionamento da contratação de funcionários desse processo.

Por fim, forneceremos um passo a passo completo de como abrir uma microempresa. Veja:

Questões burocráticas

Antes de mais nada, é importante deixar claro que antes de abrir uma microempresa de fato, existem alguns compromissos mais burocráticos. Vamos detalhá-los logo abaixo.

O primeiro deles é buscar pelo Registro na Junta Comercial da cidade em que a empresa será instalada. Nessa etapa, será solicitados alguns documentos:

  • Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Estatuto, em três vias;
  • Cópia autenticada do RG e CPF dos sócios da empresa;
  • Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;
  • FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;
  • Pagamento de taxas através de DARF.

Após isso, a empresa vai receber o NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa) que é semelhante à certidão de nascimento para as pessoas físicas, porém ele é o registro das pessoas jurídicas. Somente com ele será possível dar continuidade no processo.

Obtendo o NIRE, o próximo passo é obter o CNPJ do negócio. Para quem não sabe essa é a sigla para Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e é feito junto à Receita Federal.

Se o NIRE pode ser comparado com a certidão de nascimento de uma pessoa, o CNPJ é semelhante o CPF. Ou seja, ele é o cadastro geral de empresas no país.

Antes mesmo de iniciar esse processo, será preciso definir a atividade de atuação que a empresa adotará, de acordo com o CNAE. É importante atentar-se muito bem a esse momento, pois a classificação escolhida será utilizada na tributação e fiscalização das atividades da empresa.

Aproveite para escolher também qual será o regime de tributação. Hoje, temos disponíveis os seguintes no Brasil:

  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real;
  • Simples Nacional.

Estude cada um deles e entenda qual se encaixa melhor com a sua realidade, faça uma análise das questões que envolvem desde o tamanho da empresa até os impostos e fiscalização de cada modelo.

É importante saber também que nem todas as empresas podem optar pelo regime do Simples Nacional, tal como as prestadoras de serviços que exigem habilitação profissional. Então, tenha cuidado ao fazer essa escolha.

Sendo assim, o registro do CNPJ pode ser feito pela internet através do site da receita. Nele será possível obter o aplicativo da solicitação do número, bem como saber os procedimentos para enviar os documentos.

O próximo passo é referente a obter a Inscrição Estadual ou o Registro Municipal.

Saiba que a Inscrição Estadual, que é o registro concedido pela Secretaria Estadual da Fazenda, é obrigatória apenas para os negócios que tem como atividade fim a produção de bens ou a venda de mercadorias.

Detalhando um pouco mais, ela é obrigatória para os setores da indústria, comércio, comunicação, energia e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Ela é extremamente necessária para obter a inscrição no ICMS, que é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Essa solicitação precisa ser feita pelo contador da empresa e pode ser feita via internet. Um ponto de atenção é que em alguns estados, a inscrição estadual poderá ser solicitada somente após o pedido de alvará de funcionamento da sede da empresa.

Já o Registro Municipal é referente apenas às empresas que trabalham com prestação de serviços. Ele deve ser obtido junto a prefeitura do município sede da empresa.

Saiba que em alguns estados, esse registro pode sair automaticamente no momento em que o registro da empresa ficar pronto na Junta Comercial. Já para os estados que não trabalham dessa forma, é preciso consultar a regra do município.

As últimas questões burocráticas são referente ao alvará de corpo de bombeiros e o de funcionamento.

O alvará do corpo de bombeiros fornecerá uma avaliação do grau de risco da edificação, sendo que o prédio somente será liberado para uso conforme o resultado dessa análise. Já o alvará de funcionamento é uma licença prévia do município para que o negócio possa funcionar.

Todos os estabelecimentos industriais, comerciais ou de prestação de serviços precisam dele para poder abrir suas portas. Ele deve ser solicitado na prefeitura da cidade e o processo para obtê-lo varia de acordo com as regras legislativas de cada município.

Outro ponto de atenção é que dependendo da atividade desenvolvida pela empresa, será preciso o envolvimento de outras secretarias do município no processo de legalização da empresa, tal como a da Saúde, Meio Ambiente, dentre outras. Se informe em relação a isso.

No geral, a documentação necessária nesse processo de obtenção do alvará de funcionamento é:

  • O formulário de cadastro da prefeitura;
  • Consulta prévia de endereço aprovada;
  • Cópia do Contrato Social;
  • Cópia do CNPJ;
  • Laudo dos órgãos de vistoria, quando necessário.

Funcionários e Notas Fiscais

Saiba que se você cumpriu toda essa parte burocrática que falamos acima, a sua empresa já está apta para entrar em funcionamento.

Porém, ainda faltam duas etapas que podem ser feitas em paralelo juntamente com o funcionamento da empresa, mas são essenciais para que você possa começar a contratar funcionários, além de comercializar seus produtos e serviços.

A primeira delas é fazer o cadastro na Previdência Social. Isso é necessário pois para contratar colaboradores, é preciso estar ciente e se responsabilizar em relação as obrigações trabalhistas para com eles. Mesmo que seja um único funcionário, ou somente os sócios nesse início de empresa, é preciso fazer esse cadastro e pagar os tributos que são estabelecidos por ele.

O prazo para cadastramento é de cerca de 30 dias após o início das atividades e ele deve ser feito em uma Agência da Previdência.

Por fim, só falta obter o aparato fiscal para que a empresa possa funcionar plenamente. Então, será necessário solicitar a autorização para a autenticação de livros fiscais, juntamente com a impressão das notas fiscais.

Esse procedimento é feito na prefeitura de cada cidade. Com o aparato fiscal pronto e registrado, a empresa finalmente pode começar suas operações na legalidade.

Passo a passo rápido

O processo parece ser longo, não é mesmo? Mas fique tranquilo, ao longo dele você perceberá que é mais rápido do que você imagina, basta seguir as orientações de forma adequada.

Então, para finalizar, preparamos um passo a passo rápido desse processo para que você possa relembrar as etapas e também possa começar isso o mais rápido possível:

  1. Defina a atividade econômica em que a empresa se encaixa;
  2. Escolha o regime de tributação;
  3. Obtenha o NIRE na Junta Comercial;
  4. Solicite o CNPJ junto a Receita Federal;
  5. Obtenha a Inscrição Estadual ou Registro Municipal;
  6. Solicite o Alvará de Funcionamento e o do Corpo de Bombeiros;
  7. Faça o Cadastro na Previdência Social.
  8. Obtenha o Aparato Fiscal.

Fonte: saiadolugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

5 caminhos para expandir sua empresa em Salvador e lucrar mais

Especialistas listam o que o empresário deve avaliar antes de investir tempo e capital para abrir novas unidades ou franquias

Você acha que sua empresa está pronta para crescer? Muitos empreendedores sentem que há uma necessidade de escalar sua ideia e aumentar o volume de vendas. Para Júlio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP, o pequeno empresário precisa saber que determinados investimentos só terão retorno a longo prazo. “Por isso, é preciso pensar bem antes de contratar novos funcionários ou se dividir em uma nova filial”, afirma.

Paulo Emílio, professor de gestão da Fundação Dom Cabral e gerente-coordenador da Rede Paex, afirma que donos de pequenas empresas devem se perguntar se ainda é possível vender mais para os mesmos clientes antes de abrir uma nova unidade ou expandir por meio de franquias, por exemplo. “É possível vender mais para os mesmos clientes, para novos clientes e aproveitar a estrutura da marca para vender para outros segmentos”, explica.

Vinicius Licks, coordenador da graduação em Engenharia Mecatrônica do Insper, conta que quando o empreendedor resolve aumentar o volume de vendas fazendo promoções e dando muito desconto, ele não percebe que sua margem de lucro diminui. “Nem sempre isso é um bom negócio, porque ele trabalha com margens pequenas, mas fica com a sensação de que vendeu mais”, diz.

Veja algumas maneiras de expandir o seu negócio e o que você deve considerar antes de tomar essa decisão:

1. Abrir outras unidades

Quando o negócio está crescendo bem e há oportunidades para levar a marca para outros pontos de venda, é inevitável que o empreendedor passe a considerar investir em novas lojas. “Abrir uma nova unidade significa mais investimento, uma equipe nova, e demanda muito tempo”, afirma Licks.

Para Alencar, ao abrir uma nova filial o empresário precisa encarar como se fosse um novo negócio. “É preciso fazer um plano de negócios e colocar no papel essa ideia”, ensina.

2. Expandir por meio do franchising

Para crescer por meio de franquias, o negócio precisa ter processos bem alinhados e uma marca conhecida no mercado. “O empresário terá que abrir mão da empresa e ajudar no gerenciamento de outras. A empresa tem que ser perfeita, pois os franqueados vão colocar dinheiro na marca”, afirma Alencar.

O que você pode oferecer para tornar a vida do franqueado mais fácil? A sua empresa já tem processos na área de distribuição? Você tem capacidade para abrir lojas em escala? Essas são algumas perguntas que o empreendedor deve fazer antes de entrar no sistema. “Não basta oferecer uma marca, você também tem que ter segurança jurídica. E ter certeza de que vai entregar o que você prometeu para o franqueado”, explica Emilio.

3. Aumentar o mix de produto ou serviço

Diversificar e ampliar os produtos da sua empresa são algumas maneiras de vender mais e consequentemente crescer. Nesse caso, Alencar afirma que o primeiro passo é fazer uma pesquisa dentro do negócio e verificar o que pode ser oferecido aos clientes e que tem a ver com a sua marca.

“Olhe para os seus dados e descubra que tipo de mix de produtos que os clientes compram”, diz Licks. Você pode descobrir algo que complemente uma venda e aumentar o ticket médio. Entretanto, Emilio afirma que é preciso se atentar para que exista uma lógica com os produtos já oferecidos.

4. Diversificar os canais de venda

Sua marca já está presente na internet? É possível atender aos consumidores de outras maneiras e assim aumentar o volume de vendas? Dependendo do tipo de negócio, é possível buscar soluções como recorrer a distribuidores e treinar representantes comerciais da sua marca para atuar em outras cidades.

Nesses casos, o empresário precisa colocar tudo no papel antes de tomar a decisão. Licks ressalta que, muitas vezes, será preciso investir muito tempo e capital para que os canais deem o resultado esperado.

5. Comprar uma empresa concorrente

A fusão ou aquisição de um negócio concorrente pode ser uma opção para expandir a empresa. Emilio afirma que deve ser levada em consideração a sinergia existente entre os negócios. Diminuir os custos fixos, alcançar escala e aumentar a cartela de clientes devem ser os principais objetivos do empresário.

JLL

Contabilidade em Salvador

Indicadores de saúde financeira da sua empresa em Salvador


Preparamos este post para demonstrar os principais indicadores de saúde financeira de um negócio. Confira e descubra que o sua empresa está no caminho certo.

Abrir uma empresa é uma tarefa que pode ser muito complicada e burocrática, mas garantir a sobrevivência do empreendimento pode ser ainda mais difícil. Portanto, ao decidir se tornar um empreendedor, é importante estar pronto para arcar com todas as responsabilidades que isso envolve.

Assim, um dos principais cuidados que um gestor deve ter é em relação às finanças do seu empreendimento. A razão disso é que a saúde financeira está atrelada a uma série de fatores e variáveis que, se não forem bem avaliados, podem colocar a situação do negócio em sérios riscos.

Por isso, diversos indicadores de saúde financeira foram desenvolvidos com o intuito de apontar o real desempenho, a rentabilidade, a lucratividade e o potencial que uma empresa tem.

Tais indicadores ajudam os gestores a tomar decisões mais acertadas e pensar em medidas preventivas, caso os negócios caminhem de forma ineficiente. Eles também permitem que melhores práticas sejam adotadas para otimizar e melhorar cada vez mais os resultados.

Quais são os principais indicadores de saúde financeira que você precisa ficar de olho?

Continue lendo o artigo para conferir os principais indicadores de saúde financeira de uma empresa e descubra que o seu negócio está no caminho certo.

1. Cobertura de Juros

Não poderia deixar de ser o primeiro da lista, pois esse indicador de saúde financeira é altamente relevante para que a empresa possa evitar entrar em um endividamento por conta de clientes inadimplentes e contas atrasadas.

A Cobertura de Juros ajuda a mostrar a capacidade da empresa de adquirir capital para cobrir juros contratuais sem que sua geração de caixa seja comprometida.

Além disso, ela ajuda a identificar se os juros estão causando prejuízos ao caixa da empresa, em qual quantidade e a definir estratégias de recuperação de crédito. Quanto maior for esse índice, maior será a capacidade que uma empresa tem de atender suas obrigações.

2. Margem Operacional

Este é o indicador de saúde financeira que mostra qual é a real margem de lucratividade da empresa. Através da Margem Operacional é possível mensurar se há rentabilidade nas transações financeiras do empreendimento em um determinado período de tempo.

O indicador permite uma minuciosa avaliação que leva em conta:

  • O nível de vendas;
  • O capital investido;
  • Os ativos da empresa.

Ele possibilita que o gestor faça uma comparação mais efetiva do desempenho de sua empresa em diferentes períodos.

3. Custos Fixos

Um gestor jamais deve perder de vista quais são os custos fixos de sua empresa. Esse indicador se refere aos custos que não variam, independente se houver alguma alteração no faturamento. São despesas como: pagamento de funcionários, aluguel, luz, água, materiais de escritório, produtos de limpeza e tudo o que é necessário pagar para manter o negócio em funcionamento.

É importante estar sempre atento aos custos fixos, pois, caso eles aumentem mais do que o esperado, poderão causar graves danos à saúde financeira da empresa.

Mantenha a atenção principalmente a aqueles custos que podem variar de acordo com o consumo, como água, luz e telefone. Oriente os funcionários em relação a isso para que eles colaborem e não excedam nos gastos.

4. Liquidez Corrente

Esse indicador é importante para assegurar a saúde financeira do empreendimento, pois lida diretamente com as previsões de recebimentos da empresa em relação às suas contas a pagar.

Ou seja, a Liquidez Corrente é uma relação entre os valores que vão sair e aqueles que vão entrar.

É um indicador que ajuda a prever possíveis furos no orçamento, o que permite que o gestor possa tomar medidas preventivas, a tempo de evitar uma catástrofe financeira na empresa.

Resumindo, a Liquidez Corrente mostra quanto a empresa tem a receber em um curto período e quanto tem a pagar nesse mesmo período.

5. Nível de Satisfação do Cliente

O nível de Satisfação do Cliente é um dos indicadores mais relevantes para a empresa.

Diferentemente de todos os outros que lidam com informações passadas para sustentar o presente, o Nível de Satisfação do Cliente ou Consumidor ajuda a projetar o futuro do negócio, baseando-se nas experiências de vendas realizadas.

O objetivo é monitorar o nível de satisfação que seus clientes tiveram ao comprar seus produtos ou contratar seus serviços. Quanto maior esse nível de satisfação, maiores as chances de o cliente retornar e consumir mais, além de também poder ser um divulgador de sua marca.

A chamada propaganda de “boca a boca” é o sonho de todo empreendedor. E isso é algo que acontece naturalmente sempre que alguém compra um produto ou um serviço de qualidade.

Atualmente as empresas estão precisando redobrar sua atenção com o nível de satisfação de seus clientes por causa das redes sociais. Elas acabaram se tornando um meio para dizer o quão bom ou ruim é um produto.

Quando o nível de satisfação do cliente é baixo, é preciso tomar algumas atitudes específicas, tais como:

  • Mudar as suas estratégias de venda;
  • Reavaliar a qualidade de seus produtos ou serviços;
  • Reformular, em casos mais drásticos, seu planejamento de negócios.

O nível de satisfação dos clientes pode ser medido de diversas formas, como:

  • Com base nas informações obtidas pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente);
  • Verificação das mensagens enviadas pelos clientes para as redes sociais da empresa;
  • Realizando pesquisas de satisfação com os clientes.

6. Ticket Médio

O ticket médio se refere ao valor médio das compras efetuadas pelos clientes. É um indicador especialmente importante se sua empresa faz parte do segmento do varejo. O cálculo é bastante simples: basta dividir o valor total do faturamento de um período de tempo pela quantidade de vendas do mesmo.

Esta informação permite uma série de análises, incluindo uma verificação do desempenho de cada vendedor, pois é possível calcular o ticket médio de venda de cada funcionário e, então, ver qual se destaca vendendo itens mais caros, por exemplo.

Além disso, é possível verificar se há a necessidade de fazer alterações na equipe de vendedores ou mesmo alterar as estratégias de marketing a fim de aumentar o valor do ticket médio.

7. Giro de Caixa

O Giro de Caixa é um importante indicador de saúde financeira que aponta a quantidade de vezes que o caixa de uma empresa gira a cada ano. Ele é utilizado para financiar as atividades operacionais da empresa.

Além disso, serve para mostrar o tempo que os custos do empreendimento levam para ser convertidos em vendas ou em caixa.

Quanto maior for o indicador de giro de caixa de um negócio, melhor e mais eficaz é sua gestão financeira.

8. Ferramenta de Gestão Financeira

Uma das melhores formas de assegurar a saúde financeira de qualquer empresa é garantindo uma gestão eficiente.

Principalmente quando estamos lidando com as notas fiscais. Não basta organizar as NFes em planilhas manuais e armazená-las em HDs de computadores que podem ser facilmente danificados e levar à perda de todos os arquivos.

Uma ferramenta de gestão financeira eficiente oferece inúmeros benefícios ao seu negócio, como:

  • Baixar arquivo XML diretamente do site da SEFAZ;
  • Gerenciar de forma eficaz notas fiscais eletrônicas;
  • Armazenar NFE-s diretamente em servidores na nuvem, garantindo a segurança dos arquivos;
  • Controlar de forma completa o setor financeiro de sua empresa;
  • Contar com sistema conectado à Secretaria da Fazenda, permitindo que todas as NFE-s e os CTes sejam emitidos diretamente no CNPJ da empresa;
  • Receber notas fiscais antes mesmo dos produtos chegarem.

A Importância de ter um profissional para cuidar das finanças da empresa

Como se pode ver, são muito detalhes a serem levados em consideração. Dada a importância da saúde financeira de uma empresa, é interessante que se tenha uma pessoa apenas para cuidar dessa área. O gestor, claro, deve acompanhar tudo de perto, porém é praticamente impossível que sozinho ele consiga dar conta de todas as tarefas.

Quando uma empresa está no início, é natural que o dono acumula diversas funções, mas é imprescindível que ele tenha consciência do momento em que deve passar a delegar essas tarefas.

Não é necessário que o responsável pelo setor financeiro da empresa tenha alguma formação específica, mas se tiver, melhor. É importante ser uma pessoa competente e de confiança.

Afinal ela tomará conta do coração da empresa, efetuando pagamentos, fazendo análises, relatórios, etc.

Ao delegar as tarefas mais simples do setor financeiro para um funcionário, o gestor terá mais tempo para analisar os indicadores de saúde financeira da empresa e tomar as medidas que forem necessárias.

Garanta a saúde financeira da sua empresa em Salvador

Independente se sua empresa é de pequeno, médio ou grande porte, é importante colocar todos os indicadores financeiros em prática e ter uma visão estratégica de seu negócio, prevendo cenários negativos antes que ocorram e tomando atitudes para modificá-los a tempo.

As finanças são o coração de uma empresa, se essa área não for bem administrada dificilmente ela conseguirá permanecer na ativa por muito tempo.

Sua empresa utiliza indicadores de saúde financeira ou uma ferramenta de gestão para organizar suas notas fiscais? Deixe um comentário compartilhando sua experiência conosco.

Quer aprender como comissionar seu time de vendas? Então, confira nosso post Comissionamento de vendas para times SaaS: Montando o plano perfeito.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

JLL

Contabilidade em Salvador

Sociedade empresarial: Como evitar problemas ao incluir um sócio na sua empresa?

Preparamos esse post para explicar como oficializar a sociedade empresarial e também o que fazer antes de incluir um novo sócio na sociedade. Acompanhe!

Dizem que uma sociedade empresarial é igual casamento, ou até mesmo um compromisso muito mais sério! Ou seja, é preciso ter certeza ao decidir por uma união como essas, pois é algo que espera-se que seja uma parceria sem fim.

Logo de cara já deu para perceber que é uma grande responsabilidade formar uma sociedade, não é mesmo? Por esse motivo, ainda há muita insegurança, medo e desinformação sobre como deve-se proceder durante esse processo para não ter dores de cabeça futuras.

As principais dúvidas são referente aos riscos que podem ser corridos, se vale a pena fazer esse tipo de negócio ou não e também como evitar fazer parcerias com sócios que não tenham afinidade com o empreendedor ou com o negócio.

Sendo assim, preparamos esse conteúdo que abordará alguns tópicos focados especificamente em situações em que opta-se incluir um sócio em uma sociedade empresarial sendo ela já existente ou não.

Então, continue lendo para saber mais sobre como oficializar a sociedade, avaliar se vale a pena fazer isso e também o que fazer antes de incluir um novo sócio na sociedade.Acompanhe!

O que fazer para oficializar uma sociedade empresarial?

Uma dúvida que aparece frequentemente é em relação o que deve ser feito para oficializar a sociedade empresarial, para que seja possível começar uma sociedade empresarial juntamente com um novo sócio.

Por isso, preparamos alguns pontos que mostram melhor como isso deve ser feito e as etapas a serem percorridas:

Especifique tudo no Contrato Social

O Contrato Social é um dos principais documentos que define como funcionará uma sociedade. Por isso, é preciso que todos os detalhes estejam contidos neles, principalmente as informações do negócio e as obrigações de cada sócio.

Preparamos uma lista rápida, abordando os detalhes que não podem faltar no contrato social:

  • Percentual de participação de cada sócio;
  • Responsabilidade e função de cada um;
  • Como irá funcionar a retirada de capital;
  • Estratégias e funcionamento do negócio;
  • Divisão de lucros e prejuízos;

Obviamente que muitos outros detalhes podem ser incluídos, porém o mais importante é saber que esse documento deve ser utilizado como um guia do funcionamento jurídico da empresa.

Alinhamento prévio dos objetivos

Assim como qualquer parceria, uma sociedade empresarial exige que seja feito um alinhamento de todas as partes sobre os objetivos do negócio.

Até porque, dificilmente uma sociedade será bem sucedida se os sócios não possuem objetivos em comum. Por isso, é indicado que eles sejam alinhados, além de definir quais serão as prioridades e o foco da empresa.

Fazendo isso, é possível garantir que tudo estará bem definido e será mais tranquilo trabalhar em conjunto, mesmo que os sócios tenham estilos diferentes de agir, pensar e trabalhar.

Preze pela transparência

A transparência ajuda a aumentar a confiança e estreitar o vínculo entre as pessoas. Em uma sociedade empresarial isso não é diferente.

É importante entender que prezar pela transparência logo desde o início contribuirá para que todas as partes estejam cientes dos desafios da empresa e possa enfrentá-los da melhor maneira possível.

Além disso, sendo transparente será muito mais favorável que possa ocorrer uma ajuda mútua entre os próprios sócios dentro das responsabilidades e o foco de cada um dentro do negócio.

Soma-se a isso, a necessidade de que haja uma relação sincera e que nenhum problema externo possa afetar esse relacionamento profissional.

Explore a diversidade de talentos

Uma das coisas mais importantes para que uma sociedade seja bem sucedida é a soma de experiências e talentos.

Por isso, utilize essa diversidade a favor da sociedade que está sendo formada e divida as funções, no sentido de que cada um possa dar o máximo de si e explorar seu conhecimento para contribuir com as partes do negócio que tem mais afinidade.

Além disso, é importante que as decisões estratégicas sejam discutidas entre eles. Isso irá ajudar a apurar diferentes visões sobre a situação e também a direcionar um cenário em que é possível orientar-se em busca dos melhores resultados para a empresa.

O que fazer antes de incluir um sócio na sociedade?

Agora que você entendeu como oficializar a entrada de um sócio em uma sociedade empresarial, vamos dar um passo atrás e ir para o momento de escolha de um possível parceiro nessa jornada.

O fato é que uma avaliação cuidadosa de alguns critérios é fundamental para tomar a decisão de dividir a empresa com alguém. Por isso, preparamos algumas dicas para auxiliá-lo a tomar essa decisão. Veja:

1 – Faça uma boa escolha

Assim como falamos no início do texto, sociedade é igual casamento, portanto é preciso ter consciência dessa escolha para que ela não seja feita de forma equivocada.

Sendo assim, a primeira coisa que deve ser analisada é qual o valor agregado que aquele possível sócio poderá trazer para o negócio, pois essa parceria precisa fazer sentido.

Além disso, o relacionamento pessoal é algo que deve ser levado em consideração também, pois ninguém quer conviver com um sócio em que não saiba lidar muito bem.

2 – Analise os prós e os contras

Toda parceria precisa ser algo muito bom para ambos os lados, então antes de iniciá-la é importante verificar quais são os prós e contras que esse acordo poderá gerar.

Obviamente que essa análise só indicará se vale a pena fazer essa parceria se houver mais pontos positivos do que negativos.

Não se esqueça de levar em consideração também que agora vai ser preciso ter disposição em dar satisfações do seu trabalho para outra pessoa. Então, será preciso aprender a lidar com isso.

3 – Divida as responsabilidades e as tarefas

Outra reflexão que precisará ser feita é sobre a divisão das responsabilidades de cada um e quais tarefas estão incluídas nessa divisão.

Nesse sentido, procure aproveitar as melhores habilidades e conhecimento que cada um possui para delegar da melhor maneira possível.

Lembre-se de que feito isso, cada um terá sua responsabilidade e deve ser livre para tomar decisões, a não ser que ela seja muito estratégica e precise da aprovação de todos os sócios.

4 – Verifique o lado financeiro

Uma reflexão importante é sobre o lado financeiro, ou seja, uma pergunta que deve ser feita é se o seu negócio tem condições de manter financeiramente um novo colaborador a nível de sócio.

Caso positivo, veja qual seria o melhor valor de remuneração, além de combinar como será a divisão de lucros e retiradas mensais e anuais.

5 – Defina as regras

Independente se a sociedade é com amigos ou familiares, é preciso separar a vida pessoal da profissional, portanto é indicado que sejam definidas regras de conduta para cada sócio.

Além disso ajudar no andamento das atividades do negócio e na tomada de decisão, caso haja uma ruptura no futuro, ajudará a evitar possíveis desgastes que sejam traumáticos.

6 – Esteja preparado para os feedbacks

O feedback é uma das mais poderosas ferramentas de relacionamento. Em uma sociedade empresarial ele deve ser usado sem exceção.

Até porque, ele ajudará para que se tenha o hábito de discutir abertamente qualquer insatisfação, evitando que os problemas se acumulem e possam virar algo maior, assim como uma bomba que pode estourar a qualquer momento.

Isso ajudará não somente no relacionamento pessoal mas também para que o negócio possa prosperar e crescer.

Afinal, vale a pena ter um sócio?

Bom, você já deve ter percebido que a sociedade empresarial é quase um caminho sem volta! Mas será que vale a pena buscar um ou mais sócios?

Podemos dizer que quando isso é feito com todos os cuidados que listamos aqui e também quando há realmente uma parceria, vale muito a pena!

Até porque, tendo um sócio é possível trazer uma experiência diferente para o negócio, ou seja, você não precisará ser aquele empreendedor que tem que focar em tudo e ficará sobrecarregado.

Então, pode-se dar ao luxo de focar em assuntos específicos, além de ficar tranquilo com certas áreas, pois saberá que alguém especialista está a frente dela.

Além disso, muitas vezes é difícil tomar decisões sozinho, então colocando mais uma cabeça para pensar nesses momentos ajudar muito para que esse processo seja conduzido da melhor maneira possível.

Junto a isso, há o fato de que sempre será preciso alguém para desabafar e compartilhar os medos, frustrações e os desafios do dia a dia. Sem dúvida nenhuma, um sócio poderá ser a melhor pessoa para isso. Dessa maneira é possível ter um mentor ou conselheiro bem próximo da sua rotina.

Obviamente que há também as histórias que não tem um final muito feliz, por isso que recomendamos fazer uma análise completa da situação e dos pontos críticos que envolvem ela.

Porém, caso isso aconteça mesmo assim, lembre-se de que tudo na vida gera um aprendizado importante e ajudará a preveni-lo de experiências ruins no futuro.

O fato é que hoje formar ou participar de uma sociedade empresarial não é mais um processo parecido com “jogar na loteria”. Afinal, é possível tomar essa decisão com base em muita coisa que falamos aqui, ok?

Fonte: saiadolugar.com.br/sociedade-empresarial

JLL

Contabilidade em Salvador