Quanto tempo devo esperar para ver se minha empresa dará lucro em Salvador?

Um dos questionamentos do empreendedor é saber quanto tempo ele deve esperar para que a empresa possa dar, realmente, lucro.

Quanto tempo se deve esperar para uma empresa dar lucro real?

A partir das reflexões de final de ano, tenho certeza que um dos questionamentos de um pequeno ou médio empreendedor é saber quanto tempo ele deve esperar para que a empresa possa dar, realmente, lucro.

Reafirmo que uma das competências empreendedoras (talvez aquela a ser desenvolvida continuamente) é o exercício da paciência, pois no mundo dos negócios os retornos devem ser pensados a médio e longo prazo.

Nesse sentido, a resposta para a pergunta título deste artigo é: não existe tempo exato, pois tudo depende de fatores controláveis (gestão do negócio) e incontroláveis (externos aos negócios).

Fatores controláveis

Como itens controláveis, estão os investimentos necessários para abertura e crescimento da empresa, o domínio das despesas operacionais (margem operacional), a gestão das ações cotidianas para a operacionalização do negócio e as práticas adotadas para a retirada dos sócios.

O gerenciamento efetivo desses fatores, com a criação de indicadores de lucratividade para cada um por meio de taxas de contribuição e retorno (de acordo com a natureza da atividade), pode garantir que o lucro real venha a ser percebido a curto e médio espaço de tempo.

Fatores incontroláveis

Já os fatores externos, como a sazonalidade de vendas e de comportamento do mercado, os valores cobrados pelos fornecedores, a tributação de impostos pelo Governo (seja Municipal, Estadual ou Federal), entre outros, devem ser continuamente vigiados para que as entradas financeiras (caixa) possam permitir com que o negócio opere sempre no azul e nunca no vermelho.

Habilidades para o lucro do negócio

Partindo da premissa de controle, retomo que a atividade empreendedora é desafiadora, principalmente em um país como Brasil, o que requer coragem, determinação, foco e trabalho para construção lucrativa do negócio.

Ressalto a palavra construção, pois somente a partir desse entendimento é que o tempo para o lucro real será “encurtado”. Porém, é necessário adquirir algumas habilidades:

Ter paciência

O retorno de investimento é incerto e a resiliência para as adversidades cotidianas é comportamento preponderante.

Importante ter a clareza que nos primeiros meses e anos a empresa pode não apresentar lucro, visto a necessidade de um tempo e investimento para a consolidação dos negócios. Muitos fracassam justamente por não ter paciência para esperar.

Ter foco nas vendas, e não somente nas operações internas

Saiba que nem todas as pessoas serão impactadas e influenciadas por suas ações de publicidade, o que é natural e não pode gerar frustração no empreendedor.

Torne seu produto e/ou serviço atrativo, tanto em relação às suas características e vantagens em consumir (comprar). Ter foco no atendimento de venda e pós-venda é essencial para um negócio lucrativo.

Ter um gestão financeira efetiva

Um fluxo de caixa bem gerido permite que o empreendedor possa tomar atitudes cotidianas para aumentar a margem de retorno, bem como a necessidade de cortar despesas (sempre que necessário).

Outro fator importante está, justamente, na possibilidade de novos investimentos para ampliar as vendas e renovar estoques, atendendo melhor os clientes e aumentando as entradas em caixa.

A partir dessa simples reflexão, percebemos que abrir e manter um negócio requer conhecimentos que muitas vezes nem os melhores profissionais tem – que é a autoanálise empreendedora.

Somente você, empreendedor, pode afirmar ao certo o que construir, o quanto de paciência tem para essa construção e qual tempo exato está nos seus planos para que tenha retorno do investimento.

Assim, deixo uma pergunta: qual é o tempo que você tem para esperar o lucro real do seu negócio?

Arnaldo Vhieira é coordenador do Curso de Gestão Financeira do Complexo Educacional FMU.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/quanto-tempo-devo-esperar-para-ver-se-minha-empresa-dara-lucro/

JLL

Contabilidade em Salvador

Como a educação financeira contribui para o crescimento das empresas em Salvador

Já são mais de 4,7 milhões de MPEs operando no Brasil, enquadradas no Simples Nacional, segundo levantamento da CNS – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

Em um momento de crise aguda como a que passa o País, as micro e pequenas empresas são as que mais sofrem. No entanto, mesmo com o abalo na economia muitos encontram nesse período uma oportunidade de abrir o próprio negócio. O número de MEIs – microempreendedores individuais no Brasil saltou de 4,6 milhões para 6,1 milhões até julho de 2016.

Levantamento produzido pelo Banco Central em parceria com o Sebrae, revelou que a tomada de capital pelas micro e pequenas empresas cresceu 35% entre janeiro de 2012 a agosto de 2016. No mesmo período, a proporção de pequenos negócios com operações de crédito pulou de 29% para 39%.  As microempresas com faturamento em até R$ 360 mil/ano representam 62% do valor total das operações de crédito concedidas às MPEs. O dado é de 2015 e a pesquisa foi realizada com mais de 3 mil pequenos negócios.

Ao passo em que aumenta o número de empresas, o acesso ao crédito é vital para manter o negócio em ascensão. No entanto, mais do que isso, o empreendedor precisa da cidadania financeira para entender as necessidades de gerenciar bem o seu negócio e se apropriar do capital de forma consciente e eficiente. Um dos caminhos é buscar capacitação técnica e profissionais especializados em gestão financeira para MPEs.

“O microcrédito produtivo é um aliado desde que bem usado. Contribui para manter a sustentabilidade de uma empresa, reduz custos, equilibra as contas, pode ser utilizado para pagar compras à vista. Agora, se for para endividar ainda mais, é necessário reavaliar, pois pode se tornar um vilão. ”, explica Ricardo Assaf, presidente da Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito (ABSCM), fundada há 17 anos, no Rio de Janeiro.

O microempresário precisa ter uma atitude positiva em relação ao dinheiro. Um dos fatores primordiais que pode decretar a falência de uma empresa é não saber controlar o próprio fluxo de caixa, ou seja, desconhecer as contas a pagar e o crédito a receber, além de desprezar a utilidade do planejamento.

“Planejar é palavra de ordem, e não se aplica somente à iniciativa, mas à administração do negócio como um todo. Desta forma, é essencial organizar os recursos humanos, materiais e financeiros de modo a garantir que o micro ou pequeno empreendimento seja tocado com tranquilidade, antecipando possíveis imprevistos. Pensar a curto, médio e longo prazo, definir metas, avaliar as alternativas possíveis, monitorar resultados e rever procedimentos são tarefas que impactam diretamente o sucesso de uma empresa”, aconselha José Benício de Oliveira Neto, diretor executivo da ABSCM.

Estudo feito pelo Sebrae para identificar os motivos que levam o fechamento das empresas no Brasil e fatores que contribuem para as chances de sucesso mostrou que, 39% dos empreendedores entrevistados não sabiam qual era o capital de giro necessário para abrir o negócio. Foram realizadas 1.846 mil entrevistas com proprietários ativos e ex-sócios proprietários.

Educação financeira: onde e como buscar?

O Banco Central do Brasil criou o Programa de Cidadania Financeira que, entre outros serviços, oferece dicas, cursos gratuitos sobre finanças pessoais, vídeos educativos, palestras, treinamentos de como a empresa pode cuidar da educação financeira dos colaboradores. O material é didático e pode ser usado gratuitamente pelas organizações ou pessoa física. O BCB integra o Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef).

Já o Sebrae oferece consultoria individualizada para empresas, workshops e capacitação profissional para que o empreendedor possa aprender a ter o controle financeiro do negócio. No portal, o usuário tem acesso aos vídeos, cursos à distância e pode acompanhar a agenda de eventos gratuitos em todo o País. O “Sebrae Mais Gestão Financeira” é um programa que oferece ferramentas gerenciais de como controlar, analisar, planejar e simular informações financeiras para uma tomada de decisão mais eficiente e inteligente.

Para saber mais e obter mais detalhes sobre esse e outros programas, o contato é 0800-5700800 ou pelo site: www.sebrae.com.br

Fonte: http://empreendedor.com.br/noticia/como-educacao-financeira-contribui-para-o-crescimento-das-empresas/

JLL

Contabilidade em Salvador

Planejamento estratégico: Aprenda a elaborar um plano de sucesso em Salvador!

Antes de qualquer coisa, vamos começar pensando no significado dessas duas palavras, separadamente.

Planejar significa projetar, programar ou definir um conjunto de ações com antecedência.

Estratégia é a combinação de fatores afim de buscar um resultado ou chegar a um fim. Ou seja: as duas coisas estão diretamente ligadas ao ato de empreender.

Porém, por mais que muitos empreendedores entendam a necessidade de ter um Planejamento Estratégico, alguns ainda o deixam como um fator opcional ou secundário para o negócio simplesmente por não saber por onde começar ou por não entender, na prática, a importância de ter um.

Por isso, vamos explicar exatamente porque ter um e como elaborar o Planejamento estratégico da sua empresa ou futuro negócio em Salvador, para que você consiga prever desafios e direcionar os seus esforços para um alvo comum.

Afinal, esses dois fatores podem interferir no sucesso do seu negócio!

O que é um Planejamento Estratégico?

Basicamente, Planejamento Estratégico é o resultado da análise da sua empresa e de todos os fatores que interferem em seu desenvolvimento, com o objetivo de direcionar as suas ações e tomadas de decisões.

Ao elaborar um Planejamento Estratégico você estará fazendo um mapeamento do seu atual cenário, podendo fazer projeções de crescimento e desenvolvimento do seu negócio a curto, médio e longo prazos.

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, e autor de vários livros a respeito do assunto, disse que “O Planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas Às implicações futuras das decisões presentes”. E não poderíamos concordar mais com ele.

Com um bom planejamento correrá menos riscos e poderá tomar decisões respaldada em dados e metas, tornando suas ações mais direcionadas e com maiores chances de alcançar os seus objetivos. Com isso fica mais fácil tanto gerir o negócio quanto monitorar os seus resultados.

Por onde começar o Planejamento Estratégico do meu negócio?

Como dissemos, antes de tudo um Planejamento Estratégico é uma análise geral do contexto  e da saúde do seu negócio, Por isso, o primeiro passo é reconhecer esse cenário.

Identificando os pilares da sua empresa

Antes de começar o seu Planejamento Estratégico, você precisa ter em mente exatamente quais são os principais fundamentos que norteiam a sua empresa.

  • Missão: Qual a finalidade do seu negócio? Por que ele existe? Qual problema ele pretende solucionar no mercado ou na vida dos seus futuros clientes?
  • Visão: Onde você deseja chegar? Quando pensou na empresa, qual era o seu objetivo para ela?
  • Valores: Como você pretende chegar? Quais são os princípios primordiais para que você alcance os resultados do seu negócio?

Mesmo que você já tenha uma empresa a mais tempo, caso esses aspectos não sejam claros, é fundamental criá-los e documentá-los. Eles são como um resumo simples e prático do que é o seu negócio. E todos os envolvidos com devem tê-los claros e como um direcionamento básico de todas as suas ações.

Identificando o cenário atual

Esse contexto envolve, basicamente, duas vertentes: interno e externo.

Ambos têm igual importância no desenvolvimento de um Planejamento Estratégico. Afinal, eles interferem no seu modo de ser, em suas entregas, nos seus resultados e em seus objetivos.

Por isso é importante entender o cenário atual antes de tomar decisões, pois esses dois ambientes serão impactados por suas ações de maneira direta ou indireta.

Caso você já possua, um bom norteador desse processo é acessar o Modelo de Negócio ou o Business Model Canvas da sua empresa. Nele você terá os principais dados em relação a análise do seu cenário, tanto interna quanto externamente.

Cenário Interno

Nessa análise, é importante entender o que você tem em mãos, ou seja, quais os recursos que você tem atualmente para alcançar os seus objetivos: insumos, mão de obra, tecnologias, parceiros, recursos, ferramentas… Tudo o que contribui para que o seu produto ou serviço chegue até o consumidor final.

Cenário Externo

Desse lado estão os seus clientes e potenciais clientes: quem são, como se comportam, quais os seus problemas, dúvidas, como a sua empresa pode ajudá-los, quais os melhores canais para alcançá-los… Tudo o que envolva atingir o seu público.

Nesse caso, o ideal é definir uma persona, e não um público-alvo. Isso porque, ao contrário da definição abrangente de público, uma persona delimita características do seu cliente ideal para direcionar as suas ações.

Além disso também é preciso entender o seu mercado: quem são os seus concorrentes, como eles se comportam, qual o seu diferencial em relação a eles, quais os seus pontos fracos e fortes, no que eles erram ou acertam… Entender esse contexto é fundamental para evitar cometer os erros dos outros e também saber como superá-los.

Colocando o Planejamento em prática

A partir desses dados, é hora de entender: Onde eu quero chegar? A ideia é ter um objetivo primário e primordial, que pode se desdobrar em outros secundários.

Aumentar as vendas? Ter alcance internacional? Ampliar o seu mercado? Lançar um novo produto? Melhorar ou estreitar o seu relacionamento com os clientes?

Não importa! É fundamental apenas colocar uma meta e, a partir daí, traçar um Planejamento claro para alcançá-la.

A sua base são os dados recolhidos anteriormente. Por exemplo, vamos supor que a sua empresa queira alcançar uma nova persona. Para isso, o que vocês já tem? Um bom time de Marketing? Canais estabelecidos? Recursos para colocar o planejamento em prática?

E o que vocês não tem? Uma estratégia de Marketing clara e definida? Dados suficientes a respeito desse novo cliente ideal?

As respostas a essas perguntas definem o seu Planejamento Estratégico: o que eu tenho e o que eu preciso para alcançar esse novo objetivo.

Dica fundamental: estabeleça metas!

É muito difícil entender se você está no caminho certo se o seu time não conhece o caminho. Por isso, é importante definir metas claras e alcançáveis a curto, médio e longo prazos, que podem e devem ser revisadas de tempos em tempos para garantir o alinhamento da estratégia.

Além de motivar pessoas e definir claramente o que é preciso para alcançar um novo patamar, as metas também auxiliam na gestão e manutenção do Planejamento Estratégico, coordenando as medidas que devem ser tomadas ao longo da sua execução.

Por fim, envolva todos os participantes da execução do plano o máximo possível, para que eles entendam o que precisa ser feito e como, e assim estejam alinhados e engajados com o processo!

Fonte: http://saiadolugar.com.br/planejamento-estrategico-2/

JLL

Contabilidade em Salvador

Como inovações no mercado financeiro podem impulsionar seu negócio em Salvador?

Uma nova onda de inovações no mercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias em Salvador.

contabilidadeO sinal mais visível desse movimento é a hiper-conectividade à rede de computadores, que alimenta a evolução das fintechs.

Essa é uma nova modalidade de empresas do mercado financeiro que se apoderam da tecnologia, desenvolvendo sistemas inspirados em bitcoin, APIs — como uma nova forma de atendimento ao consumidor pela internet —, compartilhamento de recursos, hardwares e aplicativos de código aberto.

Essas startups financeiras são chamadas de fintechs e prestam serviços como empréstimos e financiamentos coletivos com taxas mais baixas, investimentos, pagamentos e muitos outros que podem ajudar a impulsionar as empresas.

Quer saber como essas inovações tecnológicas que vêm movimentando milhões podem impulsionar seu negócio? Confira neste post!

Oferecendo melhores formas de empréstimos para sua empresa

Uma das áreas do mercado financeiro em que houve mais revolução devido à tecnologia foi a financeira. Tradicionalmente, bancos e outras instituições financeiras possuíam o monopólio dos empréstimos.

Eles pegavam depósitos e ampliavam o crédito. No processo, ganham dinheiro cobrando juros sobre os serviços que oferecem aos poupadores.

Porém, recentemente, a cultura de startups encontrou uma maneira de oferecer um negócio mais vantajoso para empresas e pessoas físicas.

Adaptaram um modelo on-line — primeiramente popularizado pela pirataria musical — e criaram o empréstimo coletivo — também chamado de empréstimo de ponta-a-ponta ou peer-to-peer lending (P2P).

No Brasil já existem plataformas como a Biva que fazem empréstimos coletivos para MEIs e PMEs, com taxas muito mais baixas, ajudando a impulsionar os negócios.

Além disso, o serviço dessas startups é mais fácil e mais rápido de usar. Enquanto os bancos podem levar semanas para aprovar um empréstimo empresarial, os credores P2P demoram tão pouco quanto 24 horas. E tudo é feito on-line pelo próprio usuário!

Inovando com novas formas de recebimento e pagamento

As fintechs também vêm mudando o modo das empresas receberem — e do consumidor pagar — por produtos e serviços.

Do lado dos negócios, empresas como a sueca iZettle, a Square, nos Estados Unidos, e a PagCom, no Brasil, vêm facilitando o acesso das pequenas empresas a pagamentos com cartão por meio de terminais mais baratas.

Do lado do consumidor, serviços como o PagSeguro e Mercado Bitcoin estão oferecendo novas opções de pagamento. Ao mesmo tempo, o serviço de algumas fintechs como a Moip tornam possível que as lojas — tanto físicas como virtuais — recebam pagamentos on-line e off-line.

Estabelecimentos que inovam no modo como recebem por seus produtos e serviços, oferecendo mais de uma forma de pagamento, se tornam mais apreciados pelo consumidor.

Assim, a propaganda boca a boca espalha a novidade de que aquela empresa é tecnológica e inovadora, o que pode dar um “up” nos negócios.

Melhorando a organização das finanças de sua empresa

A organização das finanças de uma empresa é um dos fatores que mais pode contribuir para o sucesso dos negócios. Com o auxílio da tecnologia, muitas startups vêm inovando na criação de aplicativos e softwares de gestão financeira.

Existem muitas ferramentas de relatórios financeiros diferentes disponíveis que podem ajudar as empresas a ver de onde vem e pra onde vai seu dinheiro. Veja alguns exemplos:

ContaAzul

Permite que uma empresa interligue todas as suas transações eletrônicas de uma forma que faça sentido. Essa ferramenta de software publica relatórios mensais que mostram ao empresário em que ele gasta mais dinheiro, o que pode permitir que ele identifique tendências no longo prazo.

ZeroPaper

É outra ótima ferramenta para gerenciar e controlar despesas e receitas, ajudando o empresário a planejar melhor os seus negócios.

Contabilizei

É um sistema de contabilidade baseado em nuvem com várias aplicações como emissão, organização e armazenagem de NF-e, organização de estoque, lista de cliente e outros serviços.

Qualquer empreendedor que deseja levar sua perspicácia financeira em negócios para o próximo nível deve gastar um pouco de tempo pesquisando essas ferramentas.

Oferecendo conselhos de empreendedorismo on-line

Muitas pessoas não percebem que atualmente há um monte de criatividade e inovação no setor de consultoria de finanças.

Em vez de ter que conhecer alguém pessoalmente, um empresário pode acessar a internet e receber conselhos sobre o assunto vindos de startups com a experiência de quem já alcançou um lugar ao sol.

Essas startups podem oferecer uma série de vantagens aos empresários já castigados pelo tempo.

Esses serviços podem ser encontrados gratuitamente pela internet, na forma de conteúdos como posts e e-books, que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar seus negócios.

Ajudando a investir parte do lucro dos seus negócios

A ascensão de robôs conselheiros faz com que investir seja cada vez mais fácil. Há fintechs que dispõem de aplicativos que vão ajudar você a começar esse tipo de investimento e ter a possibilidade de multiplicar parte do que você lucra com sua empresa.

Se você ainda não começou a investir, pode ser o momento de ponderar sobre isso e procurar no mercado pelas fintechs que ofereçam o melhor serviço nessa modalidade.

O caminho que deu origem às fintechs

Como você já deve imaginar, a internet foi o chute inicial que proporcionou a mudança nos padrões de consumo mundial. Ela tem permitido que um salto inovador ocorra em muitas indústrias.

Os clientes agora têm muito mais facilidade para obter livros de forma mais acessível, séries de TV e filmes, educação, mídia — a exemplo disso, podemos citar Amazon, Netflix, Coursera.org e YouTube, respectivamente — e muitos outros serviços.

Até o início dos anos 2000, ser um consumidor custava muito caro, era demorado e às vezes impossível. O preço da educação era proibitivo, o acesso a muitos livros não era nada fácil e assistir a filmes e séries era um passatempo caro.

Mas a internet mudou o paradigma dos padrões de consumo: comprar livros raros ou estrangeiros se tornou mais fácil. É possível obter acesso ao conteúdo publicado pelas melhores universidades gratuitamente e assistir a séries mundialmente famosas hoje pode custar apenas R$ 19,90 por mês.

Inevitavelmente as coisas mudaram também para os serviços financeiros, pois o setor está no meio da mesma revolução.

Fintechs e grandes inovações no mercado financeiro

Por muitos anos os bancos permaneceram como as principais instituições em que as pessoas — físicas e jurídicas — podiam confiar, investir e fazer outras operações que envolviam dinheiro.

Porém, os moldes em que os bancos trabalham já não satisfazem mais o mundo tecnológico no qual vivemos. Eles continuam sendo instituições financeiras muito burocráticas e engessadas.

Diante disso, a combinação de alguns nerds vestindo camiseta com o capital de risco — que tem perturbado outras indústrias — colocou os serviços financeiros na mira das startups tecnológicas: as chamadas fintechs.

Elas são ágeis e dinâmicas, permitindo que aplicações desenvolvam continuamente novos serviços que impulsionem as expectativas dos consumidores.

Participantes de mercados independentes podem tirar proveito das novas tecnologias, oferecendo serviços-chave que as empresas financeiras tradicionais não conseguiram fornecer aos seus clientes de forma rápida ou conveniente.

Muitos estudiosos financeiros previam que as fintechs impactariam de forma direta os serviços ao consumidor em um primeiro momento.

Em seguida, esse impacto atingiria as instituições bancárias e outras instituições financeiras. Isso já vem acontecendo desde meados de 2005, quando as fintechs começaram a surgir.

O que são essas fintechs

Fintech, ou tecnologia financeira, é definida pela Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, como “uma indústria econômica composta por empresas que usam tecnologia para tornar os sistemas financeiros mais eficientes”. A chave para esse termo é que a maioria dessas empresas possui a tecnologia como o centro dos seus produtos ou serviços.

É assim que elas diferem das tradicionais instituições financeiras. O único problema com essa definição é a sua formulação ampla. O resultado é um setor com dezenas de subcategorias que vão desde pagamentos até coleta de dados e empréstimos coletivos.

O sucesso nessa arena vem sob a forma de soluções de baixo custo, como o Splitwise, um aplicativo móvel agonístico que ajuda grupos que dividem despesas a rastrear e reconciliar os custos compartilhados, bem como soluções de substituição da banca de varejo, como Venmo, PayPal e Apple Pay.

De pagamentos à gestão de riqueza, do P2P (empréstimos de ponta-a-ponta) a financiamentos coletivos, essa nova geração de startups vem mirando no coração do mercado financeiro e possui rendimentos que podem chegar a US$4,7 trilhões conforme é estimado pela instituição bancária norte-americana Goldman Sachs.

Assim como outros disruptores do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as empresas fintechs estão crescendo rapidamente pelo mundo e também impulsionando os negócios de outras empresas. No Brasil, já existem 130 dessas startups, que somam investimentos multimilionários.

Com a ascensão das fintech e suas inovações no mercado financeiro, os bancos são pressionados a trabalhar constantemente para mudar e melhorar a experiência dos seus clientes.

No entanto, seus métodos de operar no mercado financeiro são muito antigos e difíceis de serem convertidos aos padrões dessas startups.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/inovacoes-no-mercado-financeiro/

JLL

Contabilidade em Salvador

Empreendedores: 12 erros comuns dos iniciantes em Salvador

Seguir com um negócio próprio em Salvador é um desafio e tanto! Exige não apenas enorme dedicação, mas também muito conhecimento em técnicas de gestão e comportamento de mercado. Você é marinheiro de primeira viagem? Então os cuidados devem ser dobrados!

Para o ajudar, preparamos uma lista com 12 dicas para empreendedores iniciantes pensarem melhor no negócio e evitarem erros. Fique atento para não os cometer! Fique longe desses equívocos e suas chances de sucesso aumentarão significativamente!

Pronto para acertar? Confira os tópicos abaixo!

Atuar na informalidade

Novos empreendedores se veem tentados a começar as atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos, porém, a verdade é que sem a formalização o negócio fica impedido de crescer. Apenas com o CPNJ haverá as possibilidades de emissão de nota fiscal, abertura de conta bancária para pessoa jurídica, uso de máquinas de cartão de crédito e solicitação de empréstimos públicos a juros mais baixos. Sem contar que, na informalidade, sua atividade, será sempre encarada como algo pouco profissional e improvisado. O que isso significa? Perda de mercado e de vendas!

Começar sem um plano de negócios

Antes de iniciar qualquer atividade, o empreendedor deve elaborar um plano de negócios, ferramenta fundamental para o sucesso de qualquer projeto. É por meio dele que o empresário definirá ações e metas a serem cumpridas a curto, médio e longo prazos.

Para desenvolver negócios também é preciso trilhar o caminho do sucesso. Esse caminho, muitas vezes, pode ser sintetizado em metas. Afinal, não há como se favorecer das oportunidades sem saber onde se quer chegar. Além de estabelecer prazos para alcançar metas, que devem ser claras e específicas, é importante definir também valores para alcançar o objetivo traçado. Custo e prazo vão dar a dimensão das dificuldades e dos passos para atingir a meta.

As estatísticas indicam que um em cada três novas empresas brasileiras fecham antes de completar um ano por pura falta de planejamento. Fuja dessa margem tão negativa! Trace um bom plano de negócios e comece com o pé direito!

Falta de capacitação

Você é professor e decidiu abrir uma escola para aulas de reforço? Ótimo! Experiência no ramo de atuação é importante, mas saiba que não é tudo. Boa parte dos novos empreendedores acredita que pode levar uma empresa adiante apenas com base em conhecimento técnico. Porém, isso é um erro! Se não souber aplicar técnicas corretas de administração, o empresário corre o risco de ver o negócio afundar. Então o segredo é procurar se capacitar para ser um bom gestor.

Desorganização financeira

As maiores dúvidas dos micro e pequenos empresários estão relacionadas ao setor de finanças. Muitos vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, o que muitas vezes leva as contas bancárias ao vermelho.

A gestão financeira tem que ser uma prioridade. A começar pela burocracia, que engloba as verbas necessárias para abrir um novo negócio e arcar com taxas e tributos, é fundamental buscar orientação. Não entender as finanças é um erro grave que compromete a visualização dos rendimentos e gastos.

O primeiro passo para corrigir isso é realizar o fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras. Dessa forma, o empresário terá total controle da situação monetária e poderá planejar o crescimento saudável do negócio.

O contador é um dos profissionais que mais pode auxiliar nesse passo e, ainda, orientar sobre as melhores opções de enquadramento da empresa para que se obtenha menor custo tributário. Indispensável para o desenvolvimento empresarial, ele deve oferecer um serviço pautado pela gestão contábil da empresa para agregar muito mais do que apenas o registro dos dados legais. É importante considerar esses detalhes ao buscar o escritório contábil que vai ajudar a controlar as finanças.

 

Confusão patrimonial

Esse é um dos erros mais comuns entre as empresas de pequeno porte. A confusão patrimonial caracteriza-se quando o empresário usa o dinheiro da empresa para pagar despesas pessoais, como a fatura do cartão de crédito, a escola dos filhos e as contas da casa. O dono do negócio deve fixar uma retirada mensal, tecnicamente chamada de pró-labore e encará-la como um salário. A possibilidade de saques extras deve ser descartada e os recursos devem ser aplicados na própria empresa, para que ela tenha condições de crescer.

Cálculos errados para lucro e preço

Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É bastante comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de que no final do mês não conseguem ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços. Se você não as conhece está na hora de rever as finanças da empresa!

Não dar a devida atenção ao capital inicial e fluxo de caixa

A compreensão do capital inicial e fluxo de caixa da empresa é muito importante. Estude os valores considerando sempre as perspectivas de retorno do investimento. Isso é muito valioso, sobretudo, para quem busca parceiros ou investidores. Não observar as quantias para esses dois pontos é um descuido que certamente não atrairá alguém disposto a investir no seu negócio, já que você não sabe controlá-lo.

Para quem quer captar investimentos, a busca por grupos com experiência em impulsionar startups é uma ótima opção para chegar às pessoas certas. Já quem depende de apoio dos bancos, a dica é sempre avaliar as melhores opções de crédito, buscando instituições bancárias que ofereçam as menores taxas.

Não negociar com fornecedores

Cortar gastos e economizar ao máximo: o empreendedor que pensa assim vai longe! Uma estratégia importante para se conseguir o melhor aproveitamento dos recursos é negociar com os fornecedores. Se você tiver um bom fluxo de caixa, conseguirá fazer compras grandes com pagamento à vista, o que pode significar custos menores na hora de repor o estoque e lucros mais altos no momento das vendas. Portanto, sempre pesquise vários fornecedores e negocie com eles na busca do melhor negócio!

Trabalhar sem gerenciamento de estoque

O gerenciamento de estoque também é um dos pontos fundamentais para o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico. Todo empreendedor deve ter em mente que, se vender, precisa entregar. Por este motivo é tão importante saber exatamente a quantidade de cada item disponível. E se você trabalha com mercadoria de curto prazo de validade, o controle deve ser ainda mais rigoroso já que corre o risco de ter grandes prejuízos caso o estoque vença nas prateleiras.

Ignorar marketing e divulgação

Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Marketing e divulgação são essenciais para negócios em fase inicial. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Quer algumas ideias? Mande mensagens para o e-mail de seus clientes, por exemplo, informando sobre novidades e promoções, crie um programa de fidelidade e entre para as redes sociais. Simples e eficiente!

Não demore para lançar um produto ou serviço

Esta dica é para os empreendedores que estão começando uma nova startup. Uma dupla, ou equipe de co-fundadores, pode levar meses para desenvolver um produto ou serviço, mesmo que a ideia já esteja validada. Muitas vezes, com a preocupação de lançar um produto ou serviço completamente lapidado.

Essa demora no lançamento pode custar caro para a startup, pois o mercado pode mudar incrivelmente rápido. Uma ideia sensacional há 6 meses atrás pode não ter o mesmo impacto caso seu lançamento seja demorado. A solução? Não se preocupe em desenvolver features extras antes mesmo de lançar, foque no core business e solte um MVP o mais rápido possível.

Com os primeiros usuários aparecerão os primeiros erros/bugs e sugestões de funcionalidades, permitindo desenvolver de acordo com as necessidades dos usuários/clientes. Com o MVP será possível perceber também se sua ideia é brilhante ou não, permitindo que mude o foco da startup antes mesmo de a lançar.

Não inovar

Se você está começando um negócio é preciso inovar. É esse o trunfo que lhe permitirá competir com as empresas que já atuam há mais tempo no mercado. Não se preocupe, não será preciso reinventar a roda! Apenas pense em soluções criativas para oferecer um diferencial aos clientes. Destacando-se da concorrência suas chances de sucesso aumentam!

E mesmo quando objetivos são alcançados, o empreendedor deve fugir do comodismo. Não almejar crescer significa perder para a concorrência que está se aprimorando. Investir em novos produtos, aprimorar processos, atualizar serviços, acompanhar tendências e traçar planos maiores são objetivos obrigatórios na rotina de qualquer empresa.

As novas metas devem ser pautadas pelo planejamento para assim dinamizar o crescimento da empresa e evitar a estagnação das equipes e do sucesso do negócios. Mantenha uma gestão do negócio que, frequentemente, avalie oportunidades de melhorias, seja oferecendo maior qualidade ou alcançando mais clientes. A gestão deve se estender também às equipes, objetivando manter a motivação para o alcance de resultados.

Trabalhe para ter um nome no mercado e mostrar para que sua marca está aí. Querer empreender exige vontade, mas principalmente conhecimento.

Fonte: https://blog.contaazul.com/empreendedores-iniciantes-14-erros-comuns-de-empreendedores/

JLL

Contabilidade em Salvador