Como contratar o melhor vendedor em Salvador? Confira nossas 7 dicas e tenha um time de primeira

A grande verdade é que todo empreendedor quer muito que o seu público-alvo desfrute daquilo que oferece de bom: o seu produto! Porém, muitas vezes o número de vendas não saem como se tinha planejado, devido a falhas que podem ocorrer no próprio processo de vendas.

Por esse motivo, vamos falar um pouco mais sobre esse tema, agora vamos dar uma atenção especial para quem executa esse processo: o vendedor!

Nas próximas linhas, vamos apresentar com mais detalhes sobre o que se deve levar em consideração em relação ao perfil ideal de colaborador para atuar nessa área e também forneceremos dicas de como contratar o melhor vendedor para a sua empresa.

Qual é o perfil de um bom vendedor?

Para falarmos do perfil ideal de um colaborador que atue na área de vendas de uma empresa, vamos citar rapidamente os 4 possíveis perfis comportamentais que uma pessoa pode ter em sua vida profissional: Comunicador, Executor, Planejador e Analista.

Começando pelo comunicador, esse profissional tem uma tendência maior em se relacionar com outras pessoas, por natureza ele é otimista,  possui uma certa facilidade em persuadir os outros e se anima facilmente com coisas novas a serem feitas.

Já o executor, assim como o nome diz, tem o perfil bem mão na massa. Possui como ponto positivo a coragem de “dar a cara a tapa”, além de ser muito competitivo, vai fazer o possível em busca do resultado que ele prometeu entregar.

O perfil do planejador já é mais conservador, ele é calmo e necessita ter um ritmo de trabalho em que as coisas fluam de forma constante, geralmente esse profissional não tem facilidade com improvisos.

Por fim, há o analista, que já um profissional mais metódico e tem mais afinidade com processos que sejam repetitivos e que necessitem executá-lo várias vezes para identificar melhorias. Geralmente o analista possui como característica ser alguém muito detalhista.

Percebe-se que os perfis executor e comunicador podem ser os mais próximos do ideal para o escopo da função de vendas. Por isso, o primeiro passo é ir em busca desses profissionais, mesmo que eles não tenham experiência prévia na área, pois eles possuem mais facilidade em aprender a vender devido ao seu perfil.

Isso não quer dizer também que o analista e o planejador também não possam se dar bem trabalhando com vendas, porém as chances são menores!

Entrevistando um bom vendedor

Independente da maneira que a empresa deseje recrutar vendedores, uma etapa que é indispensável é a entrevista.

Afinal é através dela que é identificado se o candidato tem perfil para trabalhar na empresa e especificamente na área de vendas.

Por isso, para auxiliar na avaliação do perfil pessoal dos candidatos, sugerimos trabalhar com as seguintes questões:

  • Conte-nos sobre um projeto em que você teve sucesso.
  • Cite também um projeto em que você fracassou
  • Como você se vê daqui 5 anos?
  • Qual foi o último livro que você leu?
  • De que maneira você se vê agregando valor para a empresa?
  • Você possui um projeto de vida?
  • Aponte seus três pontos fortes e depois fale três pontos fracos que você precisa desenvolver.
  • Você acha que a empresa poderá te ajudar a desenvolver nessas características? Como?

Essas perguntas são importantes, pois elas também ajudam a entender se o candidato tem mesmo o perfil para a área de vendas, visto que é uma área que exige planejamento, estudo, trabalhar com objetivos, metas e prazos.

É possível também avaliar se o candidato sabe lidar com a pressão do dia a dia, além da abertura para desenvolver novas características que possam melhorar o desempenho na função de vendedor.

Caso o candidato já tenha trabalhado com vendas previamente, sugerimos fazer questionamentos que busquem resgatar essas experiências anteriores. Seguem alguns exemplos:

  • Conte-nos uma venda bem sucedida que você já fez.
  • Como você se planejava em seu dia a dia de vendedor?
  • Conte-nos uma venda em que você fracassou.
  • Quais técnicas e ferramentas de vendas utilizava?
  • Trabalhava com metas? Como elas eram?
  • Gostava de vender? Era apaixonado por isso?

Independente se o candidato tiver experiência prévia ou não, o importante é identificar se ele possui o perfil que a empresa espera para se adequar ao seu processo de vendas.

Afinal, a partir do momento em que ele está vivenciando a rotina desse processo, a sua adequação a ele é questão de tempo e assim entrará no ritmo que a empresa espera.

Dicas para contratar o melhor vendedor

Agora, vamos te passar 7 dicas para auxiliar qualquer empreendedor a conseguir contratar o melhor vendedor:

1 – Entenda o momento da empresa

A empresa está em uma fase de contratar vendedores mais experientes ou formar talentos dentro de casa? Definindo isso é possível dar início a contratação do perfil desejado.

2 – Faça simulações reais

Simular situações reais do vendedor em ação é a melhor maneira de analisar se um candidato se comportará da maneira esperada quando estiver desempenhando a atividade de vendas pela sua empresa.

Essa prática também ajuda a eliminar os candidatos que sabem se portar bem em entrevistas, porém no dia a dia possuem um desempenho aquém do esperado.

3 – Desenhe um processo seletivo completo

Entenda quais as etapas que o candidato precisa passar até se tornar um vendedor. As etapas podem variar desde a análise de currículo, entrevistas com o RH e gestores da empresa, testes práticos, simulações, etc. Dessa maneira a chance de filtrar os melhores é muito maior!

4 – Mostre que a empresa é um bom lugar para se trabalhar

Mostrando que a empresa tem um ambiente legal e uma proposta de trabalho bacana, pode deixar a vaga ainda mais atraente. Afinal, todo mundo quer trabalhar em um lugar bacana, não é mesmo?

É possível fazer isso expondo como a empresa funciona. Nesse sentido, tomamos como exemplo a Netflix, que expôs seu código de cultura de maneira aberta para qualquer pessoa que queira consultá-lo.

5 – Crie um programa de indicações

Estimule para que ocorram indicações de candidatos pelos próprios colaboradores da empresa. Afinal, se o colaborador está feliz onde está ele não vai indicar gente desalinhada, não é mesmo?

6 – Tenha uma boa proposta de remuneração

Todos sabemos que o vendedor gosta de dinheiro, não é mesmo? Então, não corra o risco daquele candidato com o perfil ideal para a sua empresa, desista na proposta final. Procure atrelar a remuneração às metas que ele terá que atingir! Isso irá desafiá-lo!

7 – Tome as precauções necessárias

É sempre bom pedir referências e validar conquistas que foram destacadas pelo candidato durante o processo, como por exemplo, solicitar certificados e diplomas de cursos complementares.

E então, já descobriu como contratar o melhor vendedor? Com o tempo você descobrirá que esse processo é uma arte a ser desenvolvida, assim como o próprio processo de vendas!

Fonte: saiadolugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

8 dicas práticas para o empreendedor planejar 2017 em Salvador

Em um ano de incerteza econômica, deve-se minimizar ao máximo os riscos do negócio.

Estima-se que o Brasil tenha mais de 9 milhões de micro e pequenos negócios, representando 27% do PIB brasileiro, de acordo com levantamento feito pelo SEBRAE. O País já formalizou mais de 6 milhões de microempreendedores individuais desde 2008 e, até setembro deste ano, já são mais de 6,4 milhões.

No entanto, a taxa de mortalidade das empresas é ainda alta, segundo o levantamento “Demografia das Empresas 2014”, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De cada dez empresas, seis encerram as atividades após cinco anos.

Alguns motivos justificam o desarranjo, como abrir o próprio negócio sem se planejar, estudar o mercado, prever cenários e ter uma reserva de capital.

Ricardo Assaf, presidente da ABSCM – Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito, dá dicas de como o empreendedor deve se organizar desde já para iniciar bem o próximo ano, a começar pela parte mais importante que é o planejamento.

  1. Como o empreendedor pode se planejar financeiramente para começar com o pé direito nos negócios em 2017?

O planejamento é fundamental para qualquer fase do negócio. Não há exatamente uma fronteira de tempo, prazo e escopo para fazer, pois é aberto e inteiramente dependente do empreendedor. Por este exato motivo as pessoas acabam não focando no plano e apenas nas questões operacionais do dia a dia e execução. Normalmente, as empresas se planejam durante um ano e, é claro que ajustes são necessários ao longo da operação, pois isso o planejamento é dinâmico e não estático. Em resumo: um bom plano começa com grandes perguntas e, a partir delas, cria-se uma teia de ações, além de indicar diversos cenários.

  1. O que empreendedor deve levar em consideração na hora de fazer um bom planejamento?

Todo e qualquer planejamento deve focar nas principais perguntas que afetam o negócio. Elas, normalmente, são difíceis de responder já que são amplas e dependem de muitas variáveis. “Como aumentar meu faturamento”? e “Como abaixar meu custo?” devem nortear o plano. Para ajudar a definir estas questões existe um modelo muito usual chamado de 3Cs, que foi desenhado pelo famoso teórico organizacional japonês Kenichi Ohmae, professor dos programas de MBA em Stanford e UCLA.

O método foca em três grandes grupos: clientes, ajuda a definir as principais necessidades de públicos-alvo, competidores: explora as vantagens competitivas da proposta de valor e corporation: (empresa), detecta habilidades efetivas da corporação para criar valor, se diferenciar da concorrência e atender de forma efetiva a clientela.

  1. Qual a importância de se ter uma reserva financeira, capital, além do já previsto para a abertura da empresa?

O plano financeiro é fundamental e, normalmente, é esboçado em um orçamento anual, com metas bem realistas de gastos, principalmente naqueles que são chaves ao seu negócio. O processo de abertura de empresa é algo que, implicitamente, tem um grande risco e pode afetar o fluxo de caixa inicial, impactando o desenvolvimento futuro. Um dos fatores de fracasso das empresas nos primeiros cinco anos, segundo apurado pelo Sebrae, é a falta de capital e lucro, bem como a ausência de um planejamento. Não é à toa que a taxa de mortalidade inicial é muito alta. Em 2013, a porcentagem de empresas que fecharam as portas, com até seis meses de abertura, foi de 82%.

  1. Quais são os pontos de risco na abertura da empresa?

Os mais comuns são clientes que ainda não estão acostumados com a marca, produto ou serviço, o tempo de acerto do modelo do negócio, questões que envolvem a organização da matéria-prima, ponto de venda e os custos inicias que podem ter sido estimados de forma errada ou otimistas demais. O empreendedor sempre terá contratempos e pontos críticos não previstos durante o início do empreendimento. E acreditem, o fluxo inicial de qualquer negócio é muito pesado.

  1. Como reduzir os riscos?

É muito importante prever uma “gordura”, ou seja, capital para garantir o fluxo de caixa mês a mês. Especialistas apontam que é necessário ter uma garantia de 6 a 12 meses, ou seja, um saldo suficiente na conta bancária para segurar esse período que, no início, é sempre mais delicado e arriscado.

  1. Quais as opções hoje no mercado que o microempreendedor tem para dar uma guinada nos negócios?

O empreendedor precisa estar antenado para as novas tendências de mercado e às mudanças nas plataformas tradicionais. Ele deve aproveitar as lições de mercado de forma rápida e adaptá-las ao seu negócio. Um caso muito prático: durante a crise há muita substituição de produtos e serviços por mais algo mais em conta. Pegamos como exemplo o seguro de carro: os tradicionais podem custar muito caro em relação ao valor do bem segurado. Por outro lado, as assistências, apesar de não serem seguros, se tornam muito procuradas na crise, pois o custo é menor que um seguro tradicional e proporcionam itens como guincho gratuito, convênio com oficinas, aluguel de carro em caso de problema ou pane e outros serviços. Em muitos casos há uma substituição efetiva dos seguros tradicionais, mais caros, pela assistência, mais barata.

  1. O ano de 2017 será bom para empreender?

A crise normalmente cria oportunidades magníficas aos empreendedores, pois novos modelos de negócio são criados, produtos alternativos são levados ao mercado e plataformas tradicionais são desafiadas. O ditado popular diz que: “enquanto existem pessoas que choram, há outras vendendo o lenço para enxugar as lágrimas”. Todo e qualquer empreendedor precisa, incialmente, ter esta filosofia e aplicar o planejamento + ação para transformar em realidade o seu desejo.

  1. Por que o crédito produtivo é uma opção segura para quem está começando a empreender?

O crédito é um aliado ao negócio desde que bem usado. Por exemplo: há grandes descontos na compra de produtos ou serviços à vista, porém, muitas vezes, nos deparamos com a impossibilidade de usar o dinheiro da empresa para esse fim. O crédito pode reduzir imediatamente o custo da empresa e, ao mesmo tempo, beneficiar o fluxo de caixa já que pode ser parcelado em diversos meses. Muito comum também é a necessidade de usar o fluxo por conta de um imprevisto. Dependendo do custo, o crédito também pode ajudar a empresa. Uma instituição financeira qualificada pode antecipar este fluxo e impactar de forma positiva a produção. As SCMEEPPs – Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte são uma opção interessante, pois estão reguladas pelo Banco Central do Brasil, como uma forma de fomentar o empreendedorismo no Brasil.

Fonte: http://empreendedor.com.br/

JLL

Contabilidade em Salvador

Aprenda como fidelizar clientes em uma empresa em crescimento em Salvador

Como fidelizar clientes? Todo empreendedor, em um momento ou outro, se depara com essa pergunta desafiadora. E a resposta para a questão determina diretamente como você vai investir em sua empresa.

Quem está à frente de um pequeno empreendimento sabe que é mais barato manter um cliente antigo do que conquistar um novo consumidor.

Estudos da CRM Plus Consulting, empresa norte-americana especialista em gestão do relacionamento com o cliente, mostram que conquistar novos compradores chega a custar 5 vezes mais caro do que fidelizar os já existentes.

Além disso, a cada 5% de clientes fidelizados as empresas aumentam sua rentabilidade entre 25% e 125%, dependendo da área de atuação. Empolgante, não é mesmo?

No entanto, isso não quer dizer que a fidelização seja algo extremamente fácil. O cliente só continuará comprando de você caso realmente sinta confiança na marca e enxergue valor no produto ou serviço.

Tendo consciência disso, o empreendedor deve construir a fidelização ao longo de todo o fluxo do negócio, desde o atendimento até o pós-venda. Veja a seguir como você pode trabalhar cada um desses pontos:

Ofereça um atendimento impecável

Quando se trata de atendimento, não é o consumidor que deve se adaptar às vontades da empresa, e sim o contrário.

Por mais que hoje existam possibilidades para prestar suporte de forma automatizada, muitos clientes ainda valorizam um atendimento mais humano.

Uma pesquisa publicada pela Sales Force Desk revelou que 40% dos clientes ainda preferem ser atendidos pelo telefone e 29% preferem o atendimento pessoal. Enquanto isso, 18% colocam o email em primeiro lugar e apenas 13% apontam preferência por chat online ou redes sociais.

Por isso, é muito importante diversificar seus pontos de contato e oferecer diversos canais de atendimento. Isso não impede que você tenha um sistema para centralizar os chamados e evitar que os pedidos se percam. De qualquer maneira, lembre-se que muitos clientes fiéis são conquistados justamente pelo “fator humano”.

Aposte em inovação

Alguns empreendedores podem questionar qual é a relação entre inovação e relacionamento com o cliente. A verdade é que essas duas áreas estão intimamente conectadas.

Uma empresa que não consegue surpreender seus clientes dificilmente será lembrada. Por outro lado, empresas inovadoras entregam experiências de marca mais completas, seja no ponto de venda, nos serviços e produtos ou no atendimento.

Mas como saber se as inovações estão realmente contribuindo para a fidelização? Simples. Basta se perguntar se as ideias e iniciativas estão solucionando problemas e entregando o que o consumidor procura.

A inovação pode aparecer no programa de fidelidade, no marketing e até na forma como os produtos e serviços são entregues. Quer um exemplo? Às vezes, uma embalagem diferente (que possa ser reaproveitada ou colecionada) já contribui muito para que o cliente queira comprar de você novamente.

Invista energia no pós-venda

Entre os empreendedores, não há dúvidas de que o pós-venda é decisivo para a fidelização. Ainda assim, empresas de todos os tamanhos continuam errando nesse sentido.

É importante ter claro que o pós-venda não se trata apenas de resolver problemas. Pelo contrário, a empresa deve começar antecipando qualquer dúvida ou dificuldade que o cliente possa ter. A palavra-chave aqui é proatividade.

Digamos que você seja dono de um e-commerce. Constantemente, seus clientes enviam emails perguntando sobre a data de entrega do produto. Ao invés de agir reativamente (apenas respondendo às mensagens), é muito mais eficiente enviar atualizações periódicas sobre o status do pedido. Assim, o cliente fica tranquilo e percebe que a empresa está cuidando de cada detalhe.

O mesmo vale para produtos que causem dúvidas em relação ao uso ou montagem. Que tal se antecipar e enviar gratuitamente um guia explicativo?

Ao adotar atitudes como essa, fica muito mais fácil fazer novas ofertas (e fechar novas vendas) no futuro para o mesmo cliente.

Faça uma boa segmentação

Tratar cada cliente de uma forma única é possível, ainda mais em empresas em crescimento. Que tal mais um exemplo?

Em vez de enviar um mesmo email para todos os clientes, classifique seus contatos de acordo com as características e preferências de cada pessoa — e envie mensagens mais focadas.

Por exemplo, não faz sentido enviar uma oferta de um sapato feminino para um homem. Nem uma passagem aérea de classe executiva para alguém que só compra de você quando existe uma grande promoção.

O raciocínio é o seguinte: quanto mais você segmenta, mais sua marca estreita o relacionamento com o cliente.

Essa segmentação pode ser feita por meio dos registros de compras, histórico de atendimento, plataformas de automação de marketing, cadastros em newsletters, entre outros.

Crie um programa de fidelidade

Recompensas continuam sendo uma das melhores estratégias para a fidelização de clientes. E uma das maneiras mais eficazes de recompensar um consumidor é por meio de um programa de fidelidade.

A lógica dos programas de fidelidade é bastante simples. A cada compra, o cliente acumula uma determinada quantidade de pontos. Mais tarde, esses pontos podem ser trocados por produtos ou descontos em uma nova compra.

O ideal é que o programa seja extremamente simples de usar. Além disso, ele precisa estar presente no dia a dia do consumidor, caso contrário corre o risco de ser esquecido.

É por isso que tantos clubes de vantagem e programas de fidelidade contam com cartões (eletrônicos ou analógicos) para marcar os pontos. Dessa maneira o cliente pode carregar o cartão na carteira, facilitando o uso.

Vá além do programa de fidelidade

Programas de fidelidade são extremamente efetivos, mas isso não significa que você deva parar por aí. Clientes fiéis que investem somas significativas na sua empresa merecem um tratamento ainda mais diferenciado.

Em outras palavras, seus melhores clientes devem ter direito a um tratamento VIP. Para esses clientes, você pode oferecer vantagens como frete grátis e cupons de desconto exclusivos.

Outra estratégia interessante é fazer com que os clientes VIP sejam os primeiros a saber das novidades, tendo inclusive acesso às promoções antes dos outros consumidores. Além disso, os VIPs podem ser convidados para eventos exclusivos na empresa.

A ideia central é fazer com que essas pessoas se sintam especiais. E elas realmente são: clientes fiéis podem representar até 65% do faturamento.

Não ignore o remarketing

Como mencionado, o custo de aquisição de um novo cliente é muito mais alto que o custo de vender pela segunda vez para um cliente antigo. Por isso, faz todo sentido investir em remarketing.

Remarketing nada mais é do que anunciar para quem já comprou de você ou já teve contato com uma determinada campanha de marketing da sua empresa. Campanhas de remarketing costumam gerar mais vendas ou leads (prospectos) custando muito menos tempo e dinheiro.

Para incentivar uma segunda compra, você pode oferecer brindes e promoções exclusivas. Assim, aquele consumidor que já conhece sua marca ficará ainda mais propenso a fechar negócio novamente.

Aplique a teoria da pirâmide invertida

Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo e ocupa a maior porcentagem do gráfico. Isso significa que os maiores esforços da empresa são destinados a ele.

Em seguida estão os vendedores, o atendimento e todos os que lidam diretamente com o cliente. Por fim, os gestores e líderes, responsáveis por oferecer as ferramentas e o suporte necessário para sustentar o sistema.

A ideologia por trás da teoria da pirâmide invertida fica clara: o cliente é o motivo de todo o trabalho. Nem mesmo o produto ou o serviço são mais importantes do que ele. Afinal de contas, se o cliente tiver novas necessidades e desejos, a empresa pode adaptar suas soluções para atendê-lo.

Na prática, uma empresa que valoriza esse sistema tem um grande foco na excelência do atendimento. A organização reconhece o valor de cada cliente, bem como das ferramentas e estratégias que auxiliem na satisfação de cada consumidor.

Use um software de CRM

Hoje, as empresas que não contam com um sistema de CRM (Customer Relationship Management) acabam perdendo muitas oportunidades de satisfazer seus clientes.

É lógico que nem sempre as pequenas empresas têm condições de contratar um software robusto e extremamente avançado. Entretanto, já existem muitas opções de qualidade a preços acessíveis.

Um software de CRM fornece uma quantidade enorme de dados sobre os clientes. Essas informações dificilmente seriam levantadas pela empresa — e, mesmo que fossem, dificilmente seriam organizadas de maneira rápida e eficaz.

Quando a empresa tem um CRM, é possível automatizar vários processos e o relacionamento com o cliente flui com muito mais naturalidade. Tudo isso sem tomar uma grande quantidade de tempo da equipe.

Fique de olho nos números

É fundamental que cada ação seja monitorada, não importa qual seja a estratégia adotada para a fidelização de clientes. Afinal, só há um jeito de concluir se as mudanças surtiram efeito: medindo os resultados.

Por isso, sempre estabeleça métricas antes de colocar um plano em prática. A partir dessas métricas você poderá otimizar sua estratégia.

Ao longo da execução, a empresa terá cada vez mais informações relevantes sobre o público-alvo, podendo fazer ajustes que levem aos resultados desejados.

O processo de monitoramento sempre será um ciclo. Quando mais você se dedicar às métricas, mais fácil será otimizar os números. Quanto antes os números forem otimizados, antes você poderá cumprir os objetivos e estabelecer metas mais ousadas.

Conclusão

Agora que você já sabe como fidelizar clientes em uma pequena empresa, é hora de colocar as estratégias em prática. Você já sabe por qual delas vai começar? Como dica, você pode seguir justamente a ordem dos tópicos que apresentamos nesse artigo. Até porque um atendimento de excelência é a melhor forma de iniciar um processo de fidelização. Bom trabalho e boas vendas!

Fonte: saiadolugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

Lidando com o blá, blá, blá corporativo

Vamos lá leitor, você que agora está aí diante deste texto provavelmente é um empreendedor, e se ainda não é, já deve ter entrado com a documentação (sic).

Ninguém tem tempo para perder

E talvez você não tenha a menor intenção de se tornar um empresário, mas, mesmo assim, tenta agir com autonomia e iniciativa no seu ambiente de trabalho. Tudo certo, de uma forma ou de outra você é um indivíduo que não tem tempo para perder.

Não deixe o seu tempo ser consumido por conversas cosméticas

Como sabemos, o tempo se configura como um recurso por si só. Caro, cada vez mais escasso e precioso. Sim, aqui vale a velha e surrada afirmação: tempo é dinheiro.

E saiba que ele está em perigo

Diante dessa realidade é bom que saiba, o seu tempo pode estar sob ataque.

Ele é disputado pelo governo e sua burocracia, clientes, vendedores, parceiros de negócios, pela sua família, entes queridos. Mas até ai não há o que fazer. Faz parte do jogo.

Contudo, saiba que existe um rolo compressor que pode drenar a sua energia e sua disponibilidade de agenda como ninguém ousaria. Trata-se dos arautos dos modismos corporativos.

Eles não querem apenas o seu dinheiro arduamente conquistado.

Querem a sua consciência, querem doutrinar os seus valores, e influir na forma como conduz os seus negócios. Eles vão tomar o seu tempo, e nunca mais vão devolver.

Aqui vale uma ressalva, existem sim alguns modismos que são dotados de consistência, e em pouco tempo transformam-se de modinhas de ocasião em sólidos conceitos.

Como separar modismos baratos de novidades interessantes?

Mas a questão é quando saber por antecedência que isso vai acontecer?

Ou então, como identificar numa nova onda, um conceito antigo, que na verdade você já aplica mas que agora vem rebatizada com algum nome bobo qualquer?

Para ajudá-lo a gerir esse mosaico de informações que nos despejam na cabeça, quase todo dia, evento após evento, preparamos uma lista de cuidados:

Vamos lá:

Passo 1: Questione sempre

Antes de tudo, diante de qualquer “novidade”, vale a pergunta: Para que servirá isso?

O mesmo questionamento que os especialistas em educação financeira nos recomendam fazer antes de comprar uma bugiganga qualquer.

Passo 2: Esteja sempre atento

Desconfie de qualquer conceito cuja descrição não seja clara, objetiva e direta.

A embromação é o recurso mais precioso dos vendedores do “bobajal” corporativo;

Passo 3: Avalie o “interior” do novo conceito

Reflita sobre se isso já não se tratava de algo conhecido, e eventualmente já aplicado e em operação na sua empresa.

Rebatizar conceitos antigos de gestão é uma eficiente forma de enganar e tomar o seu dinheiro ou tempo.

Passo 4: Pense em sua aplicabilidade

Caso esteja diante de uma “novidade” que julgou interessante, pense cuidadosamente em sua aplicabilidade.

Nem todas as melhores práticas de gestão são aplicáveis em todas as empresas.

Passo 5: Avalie os riscos

Ao decidir aplicar uma nova prática ou conceito avalie os riscos de implementação, envolvendo a adesão de sua equipe.

Sem comprometimento com a “novidade” é bem provável que a nova prática acabe por gerar boas piadas nos corredores e quiosques de café.

Passo 6: Estude a viabilidade

Nunca, jamais deixe de fazer um estudo de viabilidade, que possibilite mensurar em números o retorno que uma nova prática pode trazer.

Passo 7: Permita que a sua equipe participe

Depois de implementada a nova prática, jamais impeça que sua equipe participe criticamente da novidade.

Isso traz o risco da não adesão, mas ao mesmo tempo possibilita a aplicação de ajustes e adaptações, além de preservar a inteligência do seu pessoal.

Passo 8: Nunca insista no que não é do senso comum

Não insista em algo que não recebeu adesão real da sua equipe.

Caso isso aconteça, é muito provável que o novo conceito não passe de mais uma inutilidade.

Passo 9: Siga a sua intuição e fuja

Caso venha a sentir a sua “voz interior” dizendo baixinho – pense bem, isso me parece meio bobo, meio idiota demais.

Mas não faltarão motivos, caso decida passar longe dos modismos…

Veja aqui:

Motivo 1

Implantar práticas de gestão tidas como absolutamente coerentes apenas por conta do seu appeal, deixando de lado qualquer estudo de aderência operacional ou de viabilidade podem resultar em uma retumbante perda de tempo e de dinheiro;

Motivo 2

O espírito inovador e criativo de uma empresa nasce e se sustenta na maioria das vezes, diante de adversidades, complicações e desafios.

Quando ele morre ou definha diante da fácil importação de soluções mágicas e aparentemente imbatíveis, padece também a própria empresa e sua fertilidade para a inovação;

Motivo 3

Quando o senso crítico de uma empresa morre, sua equipe infantiliza, e mais e mais modismos podem ser incorporados.

Isso torna o cotidiano corporativo em um inferno chato e cansativo, espantando talentos e gente de alto potencial que não estão dispostos a desperdiçar tempo e habilidades em um ambiente tão sem propósito.

Pense bem. No mundo empresarial, nada pode fugir da lógica econômica.

Boa sorte e até o próximo!

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/modismos/

JLL

10 ideias de negócio que têm tudo para dar certo em Salvador em 2017

Neste ano, o Brasil experimentou um boom do empreendedorismo. Muitos resolveram criar seu negócio, fugindo de um mercado de trabalho com poucas oportunidades.

Para os que se inspiraram com os casos de sucesso e pretendem seguir o mesmo caminho em 2017, um alerta: o próximo ano promete ser macroeconomicamente difícil. Mas, ao mesmo tempo, haverá muita oportunidade para quem trouxer inovação.

Essa é a análise dos especialistas consultados por EXAME.com, que estimam um próximo ano igual ou pior do que o de 2016, em termos de situação econômica.

“Eu acredito que o próximo ano vai ser o fundo do poço: ainda vamos afundar mais um pouco, em comparação com 2016”, analisa Luis Henrique Stockler, da consultoria ba}STOCKLER.

Já João Bonomo, professor de empreendedorismo do Ibmec/MG, espera que a situação se mantenha do jeito que está agora – ou seja, ainda inóspita. “Mas também será mais latente a utilização da criatividade. Repensar o modelo de negócio e buscar inovações será importantíssimo para qualquer empreendedor que queira abrir seu empreendimento no próximo ano.”

Essa inovação é procurada inclusive por grandes empresas, que também buscam recuperar-se do impacto da recessão. “Vimos um grande crescimento da procura por empreendedores e suas ideias por parte de líderes de mercado neste ano. Em 2017, acreditamos que o cenário se repetirá”, diz Bruno Rondani, criador do movimento de inovação aberta 100 Open Startups.

Ficou animado para abrir seu próprio empreendimento no próximo ano, apesar do cenário desafiador? Confira, a seguir, algumas ideias de negócio que têm tudo para dar certo em 2017: dos setores mais tradicionais até os mais inovadores.

1 – Alimentação prática e saudável

A alimentação fora de casa é uma tendência que vem de anos e deve continuar sendo forte em 2017.

Isso porque a urbanização é cada vez mais intensa pelo Brasil – e esse fenômeno vem acompanhado de uma falta de tempo para cozinhar refeições nos dias de trabalho. “As pessoas irão continuar a comprar comida fora de casa, cada vez mais”, diz o consultor da ba}STOCKLER.

Por isso, negócios que trabalham com delivery ou que vendem comida pronta para supermercados, por exemplo, podem se dar bem no próximo ano. Para melhorar suas chances, o empreendedor também pode apostar em uma outra tendência, a de alimentação saudável, e oferecer pratos práticos e voltados ao emagrecimento e à nutrição consciente.

2 – Beleza

O setor de beleza, assim como o de alimentação, apresenta um comportamento mais estável dentro do mercado brasileiro: a demanda por serviços como cortes de cabelo, depilação e manicure continua durante recessões econômicas, mesmo que a frequência possa ser menor.

Por isso, pode ser uma boa ideia para 2017 apostar em um empreendimento de beleza diferenciado e com boa localização.

“Na crise, as pessoas buscam preservar sua autoestima, até como um procedimento psicológico de autoproteção”, explica Stockler. “No Brasil, beleza é um setor enorme e dificilmente não irá se expandir.”

3 – Consertos automotivos

Os serviços de conserto ganharam força com a recessão econômica: no lugar de trocar produtos assim que eles quebram, os brasileiros estão procurando formas mais baratas de manter o que já possuem.

Isso é especialmente verdade quando se fala em produtos de alto preço, como os automóveis. Por isso, serviços de conserto automotivo estão em alta e a situação pode se manter assim no próximo ano.

“Há muitos carros em estoque nas concessionárias. As pessoas não estão procurando novos automóveis, e sim querem manter a manutenção dos atuais. Enquanto as vendas de novos carros provavelmente não vão acelerar em 2017, a manutenção irá”, diz Stockler.

4 – Customização

Os serviços de customização seguem um princípio parecido com o dos negócios de conserto. No lugar de comprar produtos de alto valor agregado, os brasileiros estão optando por adquirir itens mais básicos e, então, contratar uma customização. Com isso, é possível obter um resultado parecido ao original ou mais exclusivo sem gastar muito.

É o caso de estamparias de camisetas, por exemplo. “São negócios que agregam serviços e podem dar personalização aos produtos. As pessoas têm procurado muito dar a cara delas e um propósito ao que compram. É uma ferramenta mercadológica muito intensa”, analisa Bonomo, do Ibmec/MG.

5 – Economia compartilhada

A sustentabilidade é uma grande tendência e, cada vez mais, as pessoas estão pensando em novas formas de reaproveitar produtos ou serviços parados em casa – inclusive pensando em uma renda extra.

Esse compartilhamento de capacidade ociosa é o que chamamos de economia compartilhada.

Bonomo, do Ibmec/MG, exemplifica bem como um negócio de economia compartilhada funciona. “Quando você precisa fazer um furo na parede, o que exatamente você deseja: a furadeira ou o furo em si? Então, você pode alugar uma furadeira. O negócio de economia compartilhada deve fazer uso de produtos de uma forma mais otimizada, com menor impacto ambiental.”

Negócios que consigam captar essa tendência podem se dar muito bem em 2017, repetindo o sucesso de empresas como Airbnb e Uber. Pense em aluguel de brinquedos, carros, joias, roupas, obras de arte ou em qualquer produto que você usa pouco e pode ser compartilhado.

6 – Educação com tecnologia

Não é de hoje que o ensino precisa procurar formas mais lúdicas de transmitir o conhecimento. Com a tecnologia, essa meta torna-se mais palpável: cada vez mais startups têm gerado soluções que permitem, por exemplo, uma maior interação entre docentes e estudantes e o acesso ao conteúdo em múltiplas plataformas.

Rondani ressalta que essa valorização de novos processos educacionais é notada também no universo profissional: negócios que têm como meta fazer os funcionários serem mais produtivos atraem muita atenção das grandes corporações. Especialmente no Brasil, onde ainda é preciso dar um salto de eficiência.

Seu negócio pode oferecer cursos e workshops focados em criatividade e empreendedorismo, por exemplo, com o objetivo de os funcionários continuarem relevantes em suas profissões – ou até reformularem suas funções.

O ensino de conceitos de programação e dos softwares usados em cada empresa também é uma tendência. Outros conceitos em alta são a criação de redes virtuais de aprendizado e a gamificação de conteúdos.

7 – Eficiência para indústrias

A indústria brasileira perdeu competitividade ao longo dos últimos anos, na análise da Rondani, do 100 Open Startups. Por isso, agora há demanda por negócios que tragam novamente eficiência e flexibilidade na produção e no processo logístico desse setor.

Alguns exemplos de ideias de negócios nessa área são soluções para reduzir o consumo de água e energia; para reaproveitar materiais descartados ao longo da produção industrial; e para automatizar e digitalizar a gestão do negócio.

8 – Saúde de baixo custo, de prevenção e para a terceira idade

Não é novidade que os serviços públicos de saúde não conseguem dar conta do tamanho da demanda recebida. Então, há empreendimentos surgindo nos últimos anos com o propósito de fornecer uma saúde privada, mas de baixo custo.

“A receita de sucesso está em excelência de atendimento combinada com preços populares. É para quem não quer morrer na fila do SUS, mas não tem como manter um plano de saúde”, resume Stockler. “O Estado não consegue entregar, então os empresários estão inovando. O serviço do Estado vai demorar muito para atingir esse nível de excelência, o que representa uma boa oportunidade para os negócios.”

Rondani, do 100 Open Startups, ressalta outras tendências de saúde: os serviços de prevenção de doenças e os voltados para a terceira idade.

No primeiro caso, há uma grande associação com a popularização dos smartphones. “É possível fazer a monitoração de grupos de risco via aplicativos, elaborar avisos para tomar remédios no horário correto ou então lançar um aplicativo de estímulo para exercícios, por exemplo”, explica Rondani. “A tecnologia moderniza a relação com o setor de saúde, dialogando diretamente com o consumidor e não mais só pelo profissional de saúde.”

Há também uma oportunidade ligada ao envelhecimento da população. Essa mudança demográfica abre espaço para negócios que apostem na saúde da terceira idade. Caso o modelo de negócios seja bem sucedido, é uma garantia de empreendimento de longa vida.

9 – Soluções para grandes cidades

A maior parte da população mundial já vive em áreas urbanas e esse número tende a aumentar ainda mais nas próximas décadas. Mas, com isso, surgem diversos desafios. Em metrópoles como São Paulo, por exemplo, há vários obstáculos na hora de gerir o funcionamento da cidade.

Por isso, Rondani destaca que há muitas oportunidades de desenvolver negócios que tragam inovações para problemas de urbanização. “Esses problemas vão desde a logística da cidade até questões de sustentabilidade”, explica o fundador do 100 Open Startups.

Alguns exemplos de ramos para startups explorarem e oferecerem soluções são emissão de poluentes, gasto de energia, infraestrutura, mobilidade e segurança pública.

10 – Vendas focadas em pequenos negócios

As pequenas e médias empresas compõem mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) e mais da metade dos empregos gerados no país, segundo um estudo do Sebrae de 2014. Nos últimos anos, categorias como microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores autônomos se popularizaram.

Mesmo com alguns exemplos de empresas que já oferecem serviços voltados para PMEs, há ainda muitas áreas que precisam ganhar soluções inovadoras, como contabilidade e tecnologia da informação.

“Comercializar de empresa para empresa gera mais recorrência e um volume de compra maior do que o visto na relação com o consumidor final, de varejo. Para muitos negócios, essa opção B2B acaba sendo mais interessante”, explica Rondani.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

JLL

Contabilidade em Salvador