O não-planejamento que pode afundar sua empresa

A cultura de deixar para última hora pode acabar com a sua empresa poucos anos. Entenda como montar um verdadeiro planejamento e fazer seu negócio decolar.

Trabalhar com um bom planejamento deveria ser um requisito básico para qualquer empreendimento. Infelizmente, nem sempre é o que acontece. Um estudo realizado pelo Sebrae em 2014 mostrou que, na média, 55% dos brasileiros empreendem sem elaborar nem mesmo um plano de negócios. E o pior: a cultura do “não-planejamento” persiste mesmo depois que suas empresas abrem as portas.

Pelas contas do Sebrae, apenas 53% dos empreendedores acompanham suas receitas e despesas. E só metade deles (50%) revê e atualiza regularmente seus planos de negócios. Por um lado, esses números explicam por que metade das empresas brasileiras fecham as portas depois de apenas quatro anos de atividade, segundo o IBGE. Por outro lado, apontam para uma grande oportunidade:

OS EMPREENDEDORES QUE TRABALHAM COM UM BOM PLANEJAMENTO TENDEM A ABRIR GRANDE VANTAGEM SOBRE OS DEMAIS

Mas como planejar? Ou ainda: qual a forma mais eficiente de fazê-lo? É sobre isso que falaremos neste capítulo, o quinto da Série para Aumento da Eficiência Endeavor, editado em parceria com a Crunchflow.

  • Indo além do planejamento

Para começar, temos de voltar a um dos mandamentos sagrados da administração: planejar é essencial. Nenhuma empresa consegue sobreviver muito tempo sem saber para onde está indo. Se você é um empreendedor, ou deseja ser, o primeiro passo é elaborar um plano para concretizar a sua ideia.

Pesquise, leia a respeito e não deixe de seguir os conselhos dos especialistas. É uma forma de evitar problemas e prevenir desperdícios, tanto de recursos como de energia, que podem abreviar a vida do seu negócio.

 

Mas a nossa intenção é falar de algo que vai além desse patamar básico de planejamento. Queremos abordar o conceito de forecasting. Trata-se de um tipo de planejamento inovador que permite aos empreendedores antever o futuro e extrair o máximo das oportunidades que ainda estão por vir.

  • A era da análise preditiva

No capítulo anterior, falamos sobre a verdadeira revolução proporcionada pelas ferramentas de Machine Learning. Com a ajuda desses sistemas, as empresas agora têm condições de monitorar todos os aspectos relativos ao desempenho dos seus negócios. Tudo com base em análises estatísticas e dados objetivo, que qualificam a tomada de decisões ao mesmo tempo que melhoram os resultados do empreendimento.

Esses sistemas são programados para se autoaperfeiçoar. À medida que acumulam dados, eles geram análises cada vez mais completas, inteligentes e certeiras, até que se tornam capazes de “prever o futuro”. Não no sentido de fazer profecias sobre os destinos da empresa, obviamente. Trata-se de trabalhar com as chamadas análises preditivas.

Os sistemas que fazem esse tipo de análise vasculham montanhas de dados para identificar determinados padrões de comportamento na sua empresa. Com base nesses padrões, eles indicam como sua empresa tende a reagir em situações futuras – como novos projetos e investimentos.

  • Preparando melhor a sua empresa

Imagine, por exemplo, que sua empresa acaba de ser contratada para desenvolver um grande projeto. Como você calcularia o custo necessário para executá-lo? Normalmente, as companhias de serviços fazem essa conta de forma imprecisa e subjetiva. Os gestores se baseiam na própria experiência, que é subjetiva, e passam a acreditar que determinadas tarefas podem ser concluídas em um número X de horas – mesmo que, muitas vezes, essa estimativa esteja bem distante da realidade.

OS RESULTADOS SÃO RECORRENTES: ENTREGAS COM ATRASO, QUEDA NA QUALIDADE, ESTRESSE E MUITO MAIS.

Com as análises preditivas fica mais fácil evitar esses e outros problemas. Os sistemas que trabalham com essa abordagem sabem como a empresa tende a responder a cada tipo de projeto. Sabem quantas horas são necessárias para determinadas tarefas  e sabem, até mesmo, quais funcionários tendem a se sair melhor em cada uma delas.  Assim, a empresa consegue se preparar melhor para o futuro.

Com esses dados, o empreendedor pode alocar as pessoas naquilo que elas fazem melhor, utilizar plenamente as horas que elas têm à disposição e ainda evitar retrabalhos e outros problemas aparentemente imprevisíveis, como a necessidade de contratar mais pessoas no meio do caminho apenas para dar conta de um projeto que parecia bem mais simples. E não só isso.

Os sistemas que utilizam machine learning podem analisar quais são os clientes que estão na fila de prospecção ou no “pipeline de vendas”. A partir daí, com base em diferentes formulações estatísticas, conseguem prever quantos projetos tendem a sair do papel e antever quais serão os conhecimentos, as competências e os perfis necessários para executá-los. É mais do que planejamento, é o próprio conceito de forecasting.

  • A equipe certa para os projetos certos

As análises preditivas permitem que as empresas de serviços atuem com máxima eficiência  sempre. Não importa se o mercado está em franco crescimento ou se são tempos de vacas magras: com as informações certas, seus negócios estarão sempre bem dimensionados para o que der e vier. E isso também vale para o principal ativo dessas empresas: os funcionários.

Já existem tecnologias que ajudam a dimensionar qual deve ser o perfil e o tamanho exato da equipe envolvida em cada tipo de projeto. Essas plataformas de workforce planning analisam os dados da sua empresa, identificam padrões de desempenho e oferecem insights para você antecipar as demandas futuras  e gerenciar os seus recursos na medida exata.

Entre outros benefícios, essas plataformas definem o tamanho que sua equipe deve ter para atender as particularidades de cada projeto. Se for necessário, identifica os perfis profissionais e as competências que a equipe precisa incorporar para trabalhar com qualidade e eficiência. São mais uma alternativa para evitar a ociosidade, o desperdício e a desorganização. É uma verdadeira revolução.

As empresas ganham a oportunidade de contratar, demitir, promover e dar feedback, tudo com base em análises complexas, geradas a partir de seus próprios históricos de desempenho. E você, empreendedor, fica mais livre para pensar no crescimento do negócio, na busca de novos clientes e novas oportunidades de inovação. Tudo aquilo, enfim, que nenhuma máquina jamais será capaz de executar.

Fonte: endeavor.org.br

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Uma nova forma de solucionar os problemas da sua empresa chamada Inovação social

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Todos nós somos responsáveis por um mundo melhor, certo? E se dissermos que sua empresa pode melhorar o mundo, aumentar os lucros, construir uma boa reputação e ainda dar uma forcinha para a economia local, tornando as coisas melhores para as suas vendas daqui a alguns anos? Parece muito? Mas saiba que esse é o conceito de inovação social.

Não é novidade para ninguém que o modelo de desenvolvimento que foi utilizado até hoje deu lucro e gerou renda, mas também criou desigualdades e destruiu o meio ambiente. E é exatamente para te ensinar como fazer diferente que criamos este texto.

Nele, vamos te ensinar como prosperar valorizando os aspectos humanos e criando soluções para problemas sociais. Quer lucrar fazendo o bem? Acompanhe:

O que é inovação social

Talvez tenha demorado um pouco, mas a constatação veio: é preciso mudar a forma de pensar os negócios, se quisermos uma economia e um mundo melhores.

Falando assim, parece que esse é um assunto distante dos pequenos empreendedores, mas não é.

A responsabilidade por essas melhorias é de todos e inclui ações como dar um destino correto ao lixo que a sua empresa produz, utilizar material reciclável, energia renovável ou qualquer outra coisa que permita ter os mesmos resultados que você já tem — ou melhores — utilizando menos recursos, poluindo menos e sem gerar danos sociais.

Claro, para isso, inovação é essencial. E é justamente o que fortalece a imagem da sua empresa: a ideia de que você usou a inventividade a serviço do bem de todos.

E o principal: pensar assim não é apenas ser mais bondoso ou altruísta, mas estabelecer uma conexão com o futuro do empreendedorismo. Afinal, empresas de todos os portes já começaram a colocar essa ideia em prática há algum tempo.

Mas, antes de colocar a mão na massa, você vai precisar entender como esse conceito pode ser aplicado à sua realidade, certo? Vamos entender isso melhor.

Como praticar a inovação social no dia a dia de um negócio

Vamos supor que você seja o proprietário de uma empresa pequena, no bairro onde mora. Como é possível praticar a inovação social se seu orçamento é limitado e o seu serviço ou produto circula apenas na sua região?

Pois saiba que o conceito de inovação social não exclui ações locais. A ideia aqui é que cada um faça a sua parte e que as pequenas ações, somadas, gerem algo maior.

Por exemplo: imagine um comerciante que tem uma pequena loja de roupas e sapatos. Por conta da situação econômica instável que o país atravessa, ele vê suas vendas diminuírem.

A solução mais óbvia seria baixar os preços ou dar descontos. Digamos que uns 5% é o máximo que ele consegue.

Nada de novo até aí e, com certeza, essas medidas não vão fazer suas vendas aumentarem substancialmente, concorda?

Agora, imagine que ele resolve fazer uma campanha: quem doar um item antigo ao comprar um novo — por exemplo, você compra um sapato novo e doa o velho que não vai usar mais — recebe os mesmos 5% de desconto.

Ao final do mês, todos os itens recebidos serão doados para famílias carentes: sapatos, casacos, calças e tudo o mais.

Uma ação como essa tem chances muito maiores de aumentar as vendas desse comerciante, simplesmente porque reúne várias coisas que agradam seus clientes: oportunidade de ajudar o próximo, desconto numa compra e uma chance de evitar o desperdício, doando algo que não vai usar mais.

Entendeu como é simples?

Agora, pense como a imagem dessa loja de roupas e sapatos melhora no bairro. Se você morasse lá perto não faria de tudo para apoiar essa ideia? As pessoas premiam a inovação social, pois ela reúne boas intenções e inteligência, qualidades que todos admiram.

Por que sua empresa deve aderir a ela

A única desvantagem da inovação social que podemos citar é que algumas pessoas a encaram como uma espécie de “modismo” e não como uma tendência real para os próximos anos.

No entanto, já faz um tempo que ela deixou de ser um tipo de iniciativa de algumas pequenas empresas isoladas para fazer parte da prática também de grandes companhias, como é o caso daNatura, só pra citar um exemplo.

Conheça outras vantagens da inovação social:

Ela te permite alcançar público novo

Acredite: não falta gente por aí que busca o tempo todo apoiar iniciativas socialmente inovadoras. Ao investir nesse ideia, prepare-se para ser visitado por um público diferente que virá de longe para comprar um produto ou contratar um serviço comprometido com um bem maior.

Se você acha que não há tanta gente assim buscando isso, saiba que, não faz muito tempo, o Brasil foi considerado uma referência mundial em inovação social. Nós temos muitos empreendedores engajados nessa ideia e também um público específico para ela.

Além desses, não se pode ignorar que os descontos que esse comerciante deu permitiram que pessoas com poder aquisitivo mais baixo comprassem seus produtos. Se eles gostarem, a nossa loja de roupas e sapatos acabou de aumentar sua base de clientes.

Melhora a imagem da empresa

Ainda que esta não seja a ideia principal, a inovação social acaba funcionando como uma ação de marketing com alto retorno sobre investimento. Isso porque, em geral, ela custa pouco e gera um impacto positivo muito grande.

Melhora a economia local a médio prazo

Vamos pensar no impacto que aquela pequena loja pode gerar na economia local: se o bairro onde fica tem um centro comercial e a ideia inovadora do empreendedor dessa loja trouxe novos clientes, é possível que eles consumam outros produtos ali perto.

Não importa que seja tomando um sorvete do outro lado da rua, uma cerveja num bar próximo ou mesmo fazendo um lanche na padaria, a iniciativa de inovação social pode transformar a economia daquele bairro a médio prazo, quem sabe até transformando-o em uma referência comercial naquela cidade.

Essa chance aumenta muito se o dono da loja conseguir convencer outros comerciantes locais a também investirem na inovação social, aliás.

Algumas atitudes de inovação social

No nosso exemplo, citamos uma boa ideia que pode aumentar os lucros, melhorar a imagem de uma empresa e até transformar o bairro onde ela está.

Uma ação como essa, no entanto, nasce de uma boa ideia e precisa de planejamento para ser bem sucedida.

Mas há outras pequenas atitudes de inovação social muito mais simples de colocar em prática na sua empresa e também práticas de outras empresas maiores das quais a sua pode se beneficiar.

Vamos conhecer algumas:

Microcrédito

É um tipo de serviço financeiro de empréstimo com juros muito baixos, concedido a uma parcela da população que não teria acesso a ele em situações normais.

O microcrédito gera lucro para as instituições financeiras que o concedem e ajuda milhares deMicroempreendedores Individuais (MEI) no Brasil todos os anos.

Se você utilizou ou pretende utilizar algum tipo de microcrédito para abrir sua empresa, saiba que, naquele momento, você se beneficiou de um tipo muito comum de inovação social.

E não são só os empreendedores que fazem uso dele: muitas pessoas pegaram empréstimos para realizar o sonho da casa própria ou comprar um veículo para trabalhar, por exemplo.

Projetos de revitalização comunitária

Não são poucas as praças, escolas e áreas comunitárias que foram reformadas por meio do empreendedorismo e força de vontade dos moradores.

Muitas vezes, a iniciativa pode partir de comerciantes locais, que querem aliar seu interesse de dar uma aparência melhor ao local onde seu comércio está instalado ao dos moradores de ter uma área de lazer para seus filhos.

Financiamento colaborativo

Na Holanda, uma passarela foi construída com a doação voluntária de dinheiro e serviços de alguns moradores.

Essa é a ideia do financiamento colaborativo: várias pessoas se unem, cada uma doando o que pode, para resolver algum problema ou realizar um sonho.

Sustentabilidade

As ações de sustentabilidade talvez sejam as formas mais comuns de praticar inovação social nos dias de hoje. Empresas de todos os portes demonstram preocupação com as questões ambientais.

No Brasil, as leis têm ficado mais rígidas a esse respeito e, em empresas grandes, já é comum encontrar não apenas um profissional, mas uma equipe inteira responsável por adequar cada pequeno processo industrial a essas leis.

Reciclar lixo e utilizar material reciclável na produção, evitar emitir gases que poluam o ar, conscientizar funcionários para que eles evitem o desperdício… todas essas ações podem ser praticadas por você também, certo? E o melhor momento de começar é agora!

Com alguma criatividade, empreendedorismo e boas intenções, é possível tornar o local onde você mora um lugar melhor, criar uma boa imagem da sua empresa e ainda obter lucro.

Além disso, como você pôde notar com o nosso exemplo da loja de roupas e calçados, muitos problemas econômicos que a sua empresa enfrenta em época de crise podem ser solucionados por meio de ações de inovação social.

Abrace essa tendência e torne-se uma referência de inovação nas proximidades do seu local de trabalho. Afinal, isso é ser empreendedor, não é mesmo?

E já que falamos de economia, inovação e criatividade, chegou a hora de você saber como empreender na área da economia criativa. Uma coisa é fato: nunca se premiou tanto a inventividade como nos dias de hoje!

Fonte: saiadolugar.com.br

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5 ferramentas práticas para executar projetos inovadores e não ficar só na ideia

Ideias são fáceis, a implementação é o mais difícil, concorda? Então conheça essas 5 ferramentas pensadas para tirar suas ideias do fundo da gaveta e colocá-las em prática na inovação de seus produtos e serviços.

A inovação nunca foi um problema para os empreendedores. De espírito inquieto, os sonhadores já viram muita coisa boa surgir em conversas de bar, passeios de táxi ou mesmo reflexões de chuveiro. Pensar em uma solução melhor, mais barata, mais eficiente e feita com os recursos que nós temos disponíveis é parte da nossa cultura, mas, mais do que gerar ideias, o grande desafio dos empreendedores está na execução dos projetos inovadores. Em uma simples equação, seria:

CAPACIDADE DE INOVAÇÃO = HABILIDADE DE GERAR IDEIAS X EFICIÊNCIA DE EXECUÇÃO

Vamos ao exemplo de uma empresa que acredita ser boa na geração de ideias, mas terrível na execução de projetos:

  • Capacidade de Inovar = 6 x 2 = 12
  • Se a habilidade de gerar ideias aumentasse = 8 x 2 =16
  • Se a capacidade de execução aumentasse = 6 x 4 = 24

Nessa lógica, investir em uma cultura de execução, focada em levar os projetos até o fim, com agilidade e eficiência, é tão poderoso quanto criar os meios para seus funcionários encontrarem novas oportunidades de inovar. Para começar esse exercício, selecionamentos 5 ferramentas que vão te guiar.

COMECE OUVINDO SEUS CONSUMIDORES

1. Mapa de Empatia

Antes de olhar para fora, em busca de novas referências, comece ouvindo quem melhor te conhece. Ouça seus consumidores em profundidade, para entender suas necessidades e seus problemas, e como a sua empresa pode ser útil para eles. O Mapa de empatia vai te ajudar a desenvolver novos produtos e serviços de olho nas necessidades e aspirações dos seus clientes.

  • Indicado para empreendedores e profissionais responsáveis pelo desenvolvimento de novos produtos ou serviços; e
  • É útil porque é um mapa visual que orienta a discussão e o brainstorming sobre a criação de novos produtos a partir da perspectiva do cliente

2. Ferramenta de Design Thinking

Em poucas palavras, design thinking é a inovação centrada no usuário. Seu objetivo é desenvolver uma experiência de  consumo que seja altamente desejável pelo consumidor, viável tecnologicamente e rentável para o negócio.

  • Indicada para negócios de todos os portes que tenham interesse em criar experiências de consumo altamente desejadas por seus clientes; e
  • É útil porque permite ampliar o conhecimento sobre o consumidor e sugere como transformar as informações obtidas em negócios mais rentáveis.

IDENTIFIQUE AS OPORTUNIDADES DE INOVAÇÃO QUE A SUA EMPRESA PODE ABRAÇAR

3. Diagnóstico da inovação

Elaborada pela 3M, essa ferramenta oferece 20 perguntas para você analisar a visão dos seus colaboradores e dos líderes sobre o grau de inovação da sua empresa, identificando os problemas e as causas que impedem sua empresa de inovar  para, em seguida, você desenhar um plano de ação com datas, objetivos e responsáveis.

  • Indicado para pequenas e médias empresas; e
  • É útil porque permite a empresas comprometidas com a inovação a obtenção de vantagens competitivas e a adoção de medidas para tornar o negócio ainda mais inovador.

FORMATE O PROJETO COM OBJETIVOS E RESULTADOS MENSURÁVEIS

4. Gestão de Projetos com 5W2H

Depois de ouvir seus clientes e identificar as oportunidades que sua empresa tem para inovar, formate um projeto que tire as ideias do papel respondendo apenas a sete perguntas.  Os “Ws” e os “Hs” são derivados das iniciais de palavras interrogativas em inglês (what, why, who, where, when, how e how much).

  • Indicado para todos os tamanhos de negócio e projetos.
  • É útil porque oferece uma metodologia fácil de ser aplicada e monitorada ao longo de todo o projeto.

FORME O TIME CERTO PARA DESENVOLVER E EXECUTAR O PROJETO

5. Mini Curso Formando o Time Certo para Projetos Inovadores

Com o projeto desenhado, chegou a hora de alocar o melhor time para executá-lo. Nesse passo a passo de 5 e-mails, inspirado na Teoria das Competências para Inovar (TCI), você aprende a identificar os perfis de inovação de cada pessoa para criar um time complementar e equilibrado.

  • Indicado para projetos de execução individual ou coletiva.
  • É útil porque apresenta os caminhos para você descobrir o seu potencial inovador e o de cada um do seu time.

Se você se interessou por essas ferramentas e quer aprofundar no tema de execução de projetos criativos e inovadores, recomendamos o livro Making Ideas Happen (com versão em português), do fundador do Behance, Scott Belsky. Boa leitura e mãos à obra!

Fonte: endeavor.org.br

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Como ser um bom líder e gerir melhor o seu negócio?

Se você anda ligado nas discussões sobre empreendedorismo, já deve ter notado que a palavra “chefe” praticamente não é mais usada nesse meio.

Toda vez que se fala do assunto, o comum é usar o termo “liderança” e incentivar o empreendedor a aprender como ser um bom líder.

Isso tem um motivo: ser chefe costuma estar associado a ser temido, dar ordens, cobrar e punir.

E esse tipo de conduta simplesmente não funciona. Não leva os colaboradores de uma empresa ao desenvolvimento pessoal e profissional e, consequentemente, não leva a sua empresa a lugar nenhum.

Mas qual é o perfil desse novo tipo de empreendedor, o líder? Porque suas qualidades são tão diferentes e atingem resultados tão melhores? Se é essa a sua dúvida, acompanhe este texto até o final e veja porque o seu negócio precisa que você seja um bom líder.

Por que e como ser um bom líder?

A maior parte dos líderes já foi ou ainda é liderada por alguém. Pense a respeito: que tipo de expectativas uma equipe tem de um líder?

Algo óbvio é que eles esperam ter seu trabalho reconhecido. Se você passou por essa experiência de estar do outro lado e ser liderado, tente se lembrar daquilo que o mantinha em sintonia com os objetivos da empresa.

Provavelmente, ser reconhecido pelo que fazia o mantinha mais motivado do que apenas um bom salário.

Pois bem: para ser um bom líder não há uma fórmula, mas se tem uma coisa que podemos dizer é que todo grande líder sabe como motivar e inspirar.

E motivação e inspiração são coisas que variam muito de pessoa para pessoa, logo, você deve conhecer muito bem os seus colaboradores, se quiser fazer isso.

O que você e sua empresa podem oferecer para que eles fiquem em sintonia com ela?

Com certeza não é seguir ordens sem saber por quê, não é mesmo? Então, se quiser alinhar toda uma equipe em torno de um objetivo, há algumas coisas — que podem soar um pouco óbvias, mas muitos líderes não fazem — que você deve compartilhar com eles.

Para terem o mesmo objetivo, eles precisam, bem… eles precisam saber qual é o objetivo.Conte a eles o que espera com a sua empresa. Além disso, saiba o que eles pensam a respeito, mesmo que não tenham uma opinião igual à sua.

Construa um ambiente de motivação, empatia e confiança entre você e seus funcionários. Assim, seus clientes vão sentir em cada colaborador um pouco do que a empresa tem a oferecer.

Afinal, uma empresa de sucesso significa muito mais para clientes e funcionários do que apenas o produto ou serviço que oferece.

Quais atitudes um líder deve ter?

Entenda como pequenas ações mudam a forma como seus colaboradores o veem e também como veem a empresa como um todo. Se quiser parar de chefiar e começar a liderar, aqui vão algumas boas atitudes:

Confie e delegue tarefas

Antes de mais nada, isso significa não ser centralizador. Se você tiver que inspecionar tudo que cada funcionário fizer, não precisa deles para fazer, certo?

Entregue a tarefa de cada um e dê a entender que ele tem total autonomia para realizá-la. Caso ele faça mal feito ou cometa algum erro, avalie seus motivos. Muitas vezes, ele pode ter tido a intenção de melhorar algum processo e não obteve êxito. Num caso como esse, mostre que você aprecia a atitude dele e encoraje-o a tentar novamente.

Inovação é uma característica preciosa e que precisa ser cultivada pela sua equipe.

Motive e reconheça habilidades

Como já dissemos, em muitos casos o que um funcionário quer é ser notado. Por isso, se ele se destaca em alguma tarefa, elogie-o.

A chance de que ele se destaca porque gosta daquela tarefa não pode ser desprezada. Que tal então deixá-lo responsável por ela?

Você vai fazer dele uma referência no assunto dentro da empresa. Os outros funcionários vão reconhecer isso também e logo ele será acionado para dar dicas, treinamento e falar sobre o assunto.

E, adivinhe: se um dia você precisar chamar a atenção desse mesmo funcionário por algum motivo, ele levará isso a sério.

Afinal, ele sabe que você cobra, motiva e reconhece habilidades. Vai haver um sentimento de gratidão e toda a empresa vai emanar inteligência emocional.

Ensine e recompense

Não cometa o erro de achar que todo o time já sabe o que deve fazer. Muitas lacunas podem existir, mesmo em funções relativamente simples.

Se um funcionário demonstra dificuldades com algo, vá até ele e explique como se faz.

Evite fazer isso na frente de outros funcionários, para que ele não fique constrangido. Mas faça-o calmamente, seja didático e demonstre com suas atitudes que a ignorância dele sobre o assunto não é motivo de vergonha.

Além disso, recompense aqueles que cumprem suas tarefas de forma exemplar. Aquela velha frase que diz que “sua motivação é o seu salário” é muito negativa e ultrapassada!

Ouça e aprenda

Quem disse que um líder é especialista em todas as coisas? Claro que você deve saber um pouco sobre as tarefas de cada um dos membros da sua equipe.

Mas encare a verdade: eles sabem muito mais sobre cada uma delas, pelo simples motivo de que as desempenham diariamente e você não.

Se algo parece sem sentido para você, pergunte o porquê. Não mude coisas que você não entende.

Peça a opinião dos funcionários, esteja aberto enquanto eles criticam certas práticas que consideram desnecessárias.

Não há como negar: você pode até saber um pouco do assunto, mas os especialistas são eles.

Seja próximo

Não crie distanciamento hierárquico dentro da sua empresa. Poucas coisas destroem tão rápido as relações internas quanto isso.

Bata papo com a equipe sobre assuntos que não são de trabalho, pergunte como estão, saiba sobre a vida pessoal deles.

Como se tornar um líder de referência?

Bom, se você anda aplicando tudo de que falamos até aqui, tanto você quanto seu time já devem ter percebido que o crescimento da empresa depende do crescimento profissional de cada um, não é mesmo?

E, falando de crescimento e expectativas profissionais, você também tem as suas.

Por exemplo: pode ser que você tenha aquele objetivo pessoal de ser uma referência de liderança.

Nada de mal com isso, mas entenda: você só vai ser uma referência se a sua equipe for uma referência.

E, para isso, um sistema em que todos avaliam o trabalho de todos é bem saudável.

O que cada funcionário faz bem? O que pode melhorar? Incentive-os a trocarem esse tipo de informação, não como uma formalidade, mas como uma prática comum entre várias pessoas que querem dar o seu melhor.

E aqui vem o mais importante: incentive-os a te avaliarem também.

Deixe o ego de lado e ouça as críticas. Assuma seus erros, não culpe outras pessoas por eles e se esforce para melhorar.

Você vai ser sempre o termômetro da empresa. Sua atitude será espelhada pelos demais e isso te coloca a enorme responsabilidade de buscar melhorar sempre.

Como melhorar como líder?

Ao receber o feedback do seu time, será necessário encarar a necessidade de melhorar como líder. Para isso, a primeira coisa a se fazer é lidar bem com críticas e saber que nenhum de nós está pronto.

Somos seres humanos e buscar melhorar é uma atitude constante: não deve acontecer só quando recebemos uma crítica.

Além disso, há outras coisas que você pode fazer:

Leia muito e se informe

As maiores ferramentas que um líder tem são sua inteligência, atitude e as informações de que dispõe. Tudo isso fica mais fácil se você tiver o hábito de ler regularmente.

Quanta coisa nova já aprendeu neste texto aqui, por exemplo?

Além disso, pessoas que leem muito melhoram sua capacidade de comunicação. E é preciso ser muito claro ao passar instruções para um time e isso vai exigir bastante do seu pensamento lógico, bom português e objetividade ao falar.

Prepare-se para as reuniões

E por falar em boa comunicação, que tal preparar suas reuniões?

Ninguém suporta explicações longas, pouco sucintas e sem hora para terminar.

Com isso não queremos dizer que seja necessário preparar slides de PowerPoint para cada encontro com o seu time, mas um pequeno roteiro num pedaço de papel já ajuda muito a não ser prolixo, não é mesmo?

A dica de ouro: tenha humildade

Se pensar bem, vai ver que quase tudo que dissemos até aqui tem como objetivo fazer com que você se torne uma pessoa mais humilde.

Com humildade você aprende mais, escuta mais, ensina sem arrogância, se coloca no lugar de cada membro do time e entende melhor suas necessidades.

Como empreendedor, você tem a obrigação de buscar melhorar a cada dia, transformando a si próprio para motivar seus colaboradores a se transformarem e, todos juntos, transformarem a empresa para que ela transforme a vida dos clientes.

Um ciclo positivo de transformação construído com humildade e que começa de cima para baixo.

Esperamos que esteja convencido de que sua empresa precisa de um líder que ouve, compreende, cobra, motiva e tem um relacionamento de igual para igual com cada colaborador.

Fonte: saiadolugar.com.br

 

JLL

 

 

Supersimples vai permitir negociação de dívidas de empresas

Brasília – As novas regras do Supersimples, aprovadas nesta terça-feira, 4, pela Câmara dos Deputados, permitirão que pequenas e microempresas que acumulam dívidas tributárias ou financeiras possam renegociá-las com prazo de até 10 anos. Dessa forma, não serão retiradas do regime especial de tributação.

Segundo o presidente nacional do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a Receita Federal chegou a apontar a necessidade de excluir 700 mil empresas do Supersimples, por conta de dívidas com o Fisco.

Pelo novo texto, o refinanciamento mantém as empresas no regime. Essa regra passa a valer a partir de janeiro de 2017, diferentemente daquela que ampliou os limites de enquadramento no regime e que passa a valer só a partir de janeiro de 2018.

“É uma pena que nem todas as medidas tenham início imediato”, disse Afif, que comemorou a aprovação do projeto pela Câmara.

O texto definitivo segue agora para sanção presidencial. Segundo Afif, houve resistência da Receita para que o enquadramento de mais empresas no Supersimples ficasse para 2018, devido ao impacto na arrecadação no próximo ano.

Afif disse que o Sebrae vai fazer um mutirão nacional para orientar as milhares de empresas que estão endividadas e que têm interesse em renegociar o débito. “O Sebrae vai mostrar o caminho. Esse refinanciamento vai beneficiar muita gente”, disse.

Outra mudança que terá efeito em janeiro permite que “startups” recebam recursos dos chamados “investidores anjos”, empresas que capitalizam pequenos negócios, principalmente em áreas ligadas à inovação tecnológica.

Os deputados chegaram a abrir votação para os destaques do projeto do Supersimples e para apreciar trechos da proposta em que houve discordância em relação ao substitutivo enviado pelo Senado.

Porém, parte das propostas foi considerada prejudicada, e as demais foram retiradas pelas bancadas.

Fonte: exame.abril.com.br