Multiplique seu dinheiro: 5 dicas para achar os melhores investimentos em Salvador

Se o seu objetivo é cuidar bem das suas finanças e trazer o melhor rendimento para o seu dinheiro, deixá-lo parado não pode estar em seus planos!

Investir o que você tem guardado é a maneira mais inteligente de lidar com essas economias e caminhar em busca do sucesso financeiro.

Contudo, na hora de escolher como aplicar o capital, muitas vezes podemos nos confundir e acabar optando pela solução mais conhecida, para evitar maiores preocupações. Entretanto, muitas vezes essa não é a melhor alternativa.

O ideal é acompanhar a sua situação financeira de perto, tomando sempre decisões embasadas.

Se você quer encontrar os melhores investimentos, preparamos 5 dicas essenciais para te ajudar a fazer seu dinheiro trabalhar por você!

1) Reavalie suas escolhas

É comum ficarmos acomodados com a nossa situação financeira e não tiramos um tempo para rever nossas estratégias. Mas, para que o seu dinheiro sempre esteja aplicado da melhor maneira, isso é essencial.

A conjuntura econômica influencia diretamente muitas modalidades de aplicação.

Uma vez que está em constante mudança, essa influência também muda, e um investimento promissor pode passar a ser uma fria para o seu bolso.

Um exemplo atual é o da poupança, a aplicação mais popular do Brasil. Com a alta da inflação, ao colocar o seu dinheiro em caderneta você estaria perdendo, ao invés de ganhar.

Por que insistir em desvalorizar o seu dinheiro, enquanto você poderia estar realizando lucros maiores?

Uma vez que o rendimento poupança é diretamente influenciado pela taxa de inflação, essa alta ocasionou impactos muito negativos em se tratando dos lucros do investimento.

Portanto, mantenha as suas escolhas financeiras sempre atualizadas, para ficar de olho se elas realmente estão sendo a melhor alternativa.

2) Estude o Mercado Financeiro

Um passo importante na hora de escolher o melhor investimento para você é conhecer todos os produtos que o mercado financeiro oferece. São tantas opções que muitas vezes nós nos atemos a apenas as mais populares, mas nem sempre isso é o melhor a se fazer.

Lembra do caso da poupança? Hoje ela é o investimento mais popular do Brasil e nem por isso oferece boa rentabilidade ao poupador.

Você já pensou em trilhar novos caminhos e aprender a como investir na bolsa de valores?

O mercado de ações é uma alternativa interessante pois oferece inúmeros produtos, para os mais diferentes perfis de investidores. Dessa forma, você consegue, inclusive, diversificar os seus investimentos em um só lugar!

Além da bolsa, existem muitas outras modalidades de investimento que você pode escolher. Cada uma delas tem suas peculiaridades, prós e contras, e por isso é importante conhecê-las a fundo antes de tomar uma decisão.

3) Defina o seu perfil investidor

Não existe um investimento correto e outro errado. Existe o investimento mais adequado para você! E isso pode ser determinado de acordo com o seu perfil de investidor.

Antes de escolher o destino do seu capital você precisa entender o que você espera quando aplicar esse dinheiro e quais são os seus objetivos, para ter renda extra ou acumular capital para investir em imóveis, por exemplo.

Pense se você tem um perfil mais arrojado, disposto a arriscar, ou se tem um perfil conservador, que quer fazer investimentos de menor risco.

Depois, reflita se você quer resultados mais imediatos, ou se pretende deixar seu montante investido por um tempo considerável.

Isso influenciará o tipo de produto que você irá escolher para aplicar, já que cada um deles poderá se adequar melhor de acordo com suas expectativas.

4) Compare as modalidades de investimento

Agora que você já conhece os diversos produtos financeiros que estão disponíveis e sabe o seu perfil de investidor, é hora de comparar.

Determine os fatores que são prioridade para você na hora de investir e trace um paralelo entre as suas opções para entender qual atenderá melhor às suas expectativas.

Mapeamos alguns aspectos importantes na hora de escolher onde investir:

Rentabilidade

A possibilidade de lucro com o investimento é o que nos mobiliza a aplicar dinheiro, certo? Portanto, você tem que identificar qual é a modalidade que irá te oferecer boa rentabilidade, além de se adequar a outras exigências delimitadas.

No mercado há muitas opções que oferecem ótimas margens de rentabilidade, como negociar ações de empresas, comprar papéis do tesouro direto, ou até mesmo aplicar na oscilação de preço do dólar.

Liquidez

Aqui você tem que definir se precisa de grande flexibilidade em sua aplicação. Você quer poder retirar o seu capital a qualquer momento ou não tem problemas em aguardar prazos maiores para ter acesso ao montante investido?

Quando conseguir a resposta para tais questionamentos você irá entender se precisa de produtos com alta liquidez ou se isso não é sua prioridade.

Segurança

É muito comum encontrar pessoas com medo de investir dinheiro por estarem inseguras quanto à segurança. Inclusive, é por esse motivo que grande parte da população acaba optando por aplicar o dinheiro na poupança, considerada um investimento bastante seguro.

Contudo, o mesmo órgão que segura o montante investido na poupança também oferece essa facilidade para outros tipos de aplicação.

A vantagem é que além de seguros, esses investimentos oferecem rentabilidades melhores que a poupança.

Dessa forma, o maior benefício da aplicação na poupança não é exclusivo da modalidade, podendo ser encontrado em muitas outras.

Essa garantia é dada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), e se aplica em investimentos de até R$250 mil por CPF e instituição financeira. Entre as aplicações asseguradas pelo órgão, temos:

  • LCI (Letras de Crédito Imobiliário)
  • LCA (Letras de Crédito do Agronegócio)
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário)

5) Faça contato com profissionais

Entrar em contato com profissionais da área financeira pode ser uma estratégia que irá impulsionar o seu sucesso! Eles serão capazes de te aconselhar, para que você tenha maior segurança de suas escolhas.

Muitas vezes confiamos em pessoas que não entendem verdadeiramente do assunto. Apostar em transações questionáveis pode colocar tudo a perder! Por isso, é de extrema importância procurar profissionais de confiança, com certificação e boa reputação no mercado.

Percebeu como é sempre importante estudar todas as possibilidades para conseguir realizar os melhores lucros? Dessa forma você será capaz de identificar as oportunidades que realmente valem a pena para você!

Autoria: Ana Cláudia Inez, graduada em Relações Públicas, mestre em Processos Comunicacionais e estudiosa do mercado de ações. Integrante da equipe Toro Radar, é responsável pela comunicação e relacionamento da empresa com parceiros em todo o país.

Fonte: saiadolugar.com.br

JLL

Contabilidade em Salvador

Como montar uma clínica odontológica em Salvador


Apresentação

Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?

De acordo com o Conselho Federal de Odontologia (CFO), há dez anos o segmento de odontologia é o que mais se destaca dentre outros que integram a indústria brasileira de saúde, pois é o único setor que apresenta superávit na balança comercial. Em 2011 o saldo positivo foi de aproximadamente US$ 7 milhões. A quantidade de pessoas que vem se preocupando com a saúde bucal ou mesmo com questões estéticas vem aumentando de uma forma muito intensa. Fato esse que justifica o crescimento exponencial do segmento no país. O CFO publicou, em 2014, uma pesquisa sobre saúde bucal, revelando que cerca de 3 milhões de pessoas nunca foram ao dentista. Por outro lado, nove a cada dez brasileiros declararam ser muito importante ir regularmente ao dentista, e 72% costumam ir pelo menos uma vez por ano.

A prestação de serviços odontológicos abrange todas as classes sociais. Dependendo da especialidade de atuação da clínica odontológica e das possibilidades financeiras do empreendedor, é possível abrir uma clínica com várias especialidades, o que pode atrair mais clientes pela diversificação de serviços. Outra opção é a prestação de serviços para as camadas mais carentes da sociedade que necessitam de acesso a serviços básicos e rotineiros.

Como todo negócio, existe a fase inicial onde são necessários investimentos, sendo a fase de estabelecimento e formação da carteira de clientes, e uma última fase que compreende o retorno dos gastos iniciais, que contribuem para estruturação do negócio. Para a abertura de uma clínica odontológica, inicialmente é importante realizar uma pesquisa sobre a cidade onde o empreendimento será instalado. Informações sobre o número de profissionais na cidade, quais as suas especialidades e áreas de atendimento são informações estratégicas que podem garantir uma rápida formação de clientela e recuperar os investimentos mais rapidamente. Na maioria dos casos, para regiões mais populares ou carentes, ser generalista é suficiente, enquanto áreas onde a população tem maior poder aquisitivo exigem um nível de especialização maior, por terem maior conscientização sobre a necessidade de cuidados com a saúde bucal.

A exemplo de qualquer atividade econômica, o ramo de serviços odontológicos em Salvador é competitivo e exige grandes esforços para formar uma clientela fiel. No caso da clínica odontológica, há diferenças se o empreendedor optar por se estabelecer em uma cidade interiorana ou em cidades de grande porte. Em cidades do interior, geralmente a competição é mais acirrada pela existência de profissionais que são conhecidos e atuam por muitos anos, além da formação de grupos dominantes. Em cidades de grande porte existe um fator mais impessoal, que leva a clientela a recorrer a uma busca por indicação de profissionais ou na escolha aleatória, fato que tornam os gastos com comunicação e marketing mais recorrentes.

Em resumo, é importante que o empreendedor interessado em montar uma clínica odontológica:

• Conheça o mercado odontológico de Salvador, por meio de pesquisa e monitoramento;

• Desenvolva um plano de negócio;

• Tenha domínio gerencial sobre o negócio;

• Esteja em constante aperfeiçoamento de suas habilidades técnicas e gerenciais;

• Participe de eventos do setor para conhecer novos fornecedores, clientes e/ou parceiros;

• Conheça o perfil dos seus clientes;

• Invista em campanhas de conscientização para a atração de clientes;

• Crie pacotes de serviços que agregue maior valor para o cliente;

• Aperfeiçoe constantemente o atendimento e capacite seus funcionários.

Fonte: sebrae.com.br

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As 10 melhores formas de recuperar crédito para empresas

Quer incrementar o vigor e a saúde do seu negócio? Nada melhor do que aprender algumas formas de recuperar o crédito para empresas!

Afinal de contas, a inadimplência dos clientes é um dos principais fatores que causam desequilíbrio nas finanças das organizações.

Para recuperar o crédito é preciso ter calma, paciência e sensibilidade no trato com o cliente, assim como, utilizar as melhores técnicas de planejamento de ações e negociação.

E então? Está ávido para aprender como fazer isto logo? Preste atenção às nossas dicas, recupere o crédito de seus clientes e fortaleça o relacionamento deles com a sua empresa.

1 – Faça um plano de ação para recuperar o crédito da sua e

Planeje quais clientes serão abordados a cada dia e qual o intervalo para uma nova rodada de negociação, quando não for bem-sucedido nas tentativas realizadas.

Assim, você evita de entrar em contato todo dia e até mais de uma vez ao dia com o mesmo devedor.

Vale lembrar que estar em dívida gera constrangimento para a pessoa, que em alguns casos chegou nesta situação de forma involuntária (perda de emprego, gastos inesperados com problemas de saúde pessoal ou na família, etc.) e isso, muitas vezes, provoca descontrole emocional no devedor.

Por isso, sua abordagem deve ser sempre cordial e respeitosa, para levar as negociações a bom termo.

2 – Analise a situação do cliente

Antes de abordar o cliente, é importante que sejam analisados o seu perfil financeiro e o seu histórico de compras e pagamentos na sua empresa, para identificar padrões de comportamento, capacidade de pagamento e vislumbrar opções de negociação mais viáveis para cada caso.

Durante a negociação surgirão objeções ou dificuldades e o negociador da sua empresa precisa superar estes obstáculos oferecendo alternativas para o cliente com total agilidade, já que estes momentos, por mais amigáveis que sejam, geram tensão para o devedor.

3 – Faça negociações amigáveis

Evite acionar a justiça para reaver créditos concedidos aos clientes. Os custos envolvidos são altos e o desgaste da relação com o cliente é inevitável.

As abordagens amigáveis são mais proveitosas para ambas as partes.

Vale lembrar: Um cliente que foi bem tratado num momento de dificuldade financeira terá uma percepção muito favorável da imagem da sua empresa e poderá se converter em um excelente cliente, fidelizado e divulgador da sua empresa.

4 – Capacite a sua equipe

Para ter maior taxa de sucesso nas negociações de recuperação de crédito com clientes inadimplentes e/ou negativados nos órgãos de proteção ao crédito, o responsável por esta tarefa na sua empresa precisa ser capacitado em técnicas de negociação e ter um perfil adequado para a função.

Invista em treinamentos para a sua equipe!

5 – Utilize todas as ferramentas disponíveis

Além das ferramentas convencionais – carta e telefone – utilize as ferramentas tecnológicas – e-mail, SMS, Whatsapp, Skype – todas elas podem ser utilizadas de forma coordenada e alternada para abordar o cliente e oferecer uma oportunidade de renegociação de dívida.

As ferramentas tecnológicas devem ser utilizadas no seu negócio, pois, além de agilizar o processo, elas facilitam o dia a dia e reduzem os custos associados ao processo de recuperação de crédito.

6 – Aja preventivamente

Descubra onde a análise de concessão de crédito da sua organização está falhando e melhore os critérios de análise e os mecanismos de controle para evitar a liberação de crédito a pessoas que não terão capacidade de pagamento futura.

Investir em sistemas antifraude, por exemplo, é uma excelente forma de barrar vendas que resultarão em prejuízo financeiro.

Uma outra boa prática preventiva é enviar SMS com lembrete antes da data e no dia de vencimento dos pagamentos negociados.

Assim, são minimizados os atrasos de pagamentos motivados por mero esquecimento por parte do cliente.

Quer mais um exemplo? Incentive o pagamento pontual oferecendo descontos, promoções ou sorteios aos clientes nos seus próximos ciclos de compras.

Agir preventivamente evita dores de cabeça! E o melhor, pode reduzir drasticamente o índice de inadimplência e, consequentemente, o volume de trabalho do departamento de recuperação de crédito.

7 – Aproveite a sazonalidade

Um excelente período para fazer contato com os clientes inadimplentes é nos meses de novembro e dezembro, época em que os assalariados recebem as parcelas do 13º salário e muitas pessoas utilizam estes recursos para quitação de dívidas.

Utilize esta estratégia e intensifique as ações de recuperação de crédito neste período do ano.

8 – Utilize os serviços de proteção ao crédito

Os serviços de proteção ao crédito são imprescindíveis para barrar vendas a clientes inadimplentes em outros estabelecimentos comerciais e também para notificar clientes que estejam em dívida.

Quanto antes sua empresa registrar a dívida no serviço de proteção ao crédito, maiores as chances do seu cliente renegociar para evitar sua negativação de crédito, já que isto só ocorre após 90 dias de vencido um débito.

9 – Conheça os indicadores financeiros do seu negócio

Você sabe qual é o percentual médio de inadimplência dos seus clientes?

Consegue dizer qual é o percentual de recuperação de crédito alcançado pela sua equipe?

Identifica quais são os meios de pagamento que mais geram perdas financeiras e inadimplência?

Se não, então você está precisando estabelecer métricas para o seu negócio!

Defina indicadores de desempenho financeiro e acompanhe sua evolução toda semana.

Somente conhecendo a sua realidade atual você poderá estabelecer metas e planos de ação para melhoria de desempenho que impactarão diretamente na independência financeira da sua organização e levarão os índices de inadimplência para patamares reduzidos.

10 – Busque ajuda profissional

Se sua organização não estiver obtendo bons resultados na recuperação de crédito, existem empresas especializadas neste serviço, com custo-benefício muito favorável para o seu negócio, que alcançarão alto retorno para a sua organização.

Recuperar o crédito para empresas é uma tarefa árdua, especialmente frente a um cenário de recessão econômica como o atual.

Sendo assim, é importante ter em mente e colocar em prática todas estas dicas para recuperar os recursos financeiros e o folego da empresa para realizar novos investimentos e se manter sustentável.

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Como fazer sua empresa ser maior que você


Ele saiu do zero e hoje ocupa metade das prateleiras do mercado! Confira as dicas de Raul Matos, sócio da Dauper, para criar um negócio escalável.

Às vezes, esquecemos que os maiores gigantes do mundo começaram bem pequenos. E não estamos nem falando de startups de tecnologia disruptiva. O McDonald’s, por exemplo, um dia foi apenas uma barraca de cachorro quente. A Dauper, uma miúda fábrica de biscoitos na serra gaúcha. Hoje, ela cresce em torno de 30% ao ano. Para 2015, enquanto está todo mundo com medo da crise, a projeção é crescer 45%. E sempre na base do mais com menos: a Dauper é mestre em escalabilidade.

Ter um negócio escalável significa gerar mais emprego, renda e impacto, onde estiver. Significa também reproduzir em grandes quantidades, repetidamente, aquilo que te dá ganho de escala e produtividade sem demandar recursos (dinheiro e/ou mão de obra) na mesma proporção. A Dauper já produz mais de 120 milhões de cookies por mês – mesmo que você não saiba, você provavelmente já comeu um. E se você olhar para uma gôndola de supermercado, pode ter certeza que entre 30% e 50% dos biscoitos ali têm dois sócios por trás: Marcio e Raul.

Nos fim dos anos 80, Marcio, teve a ideia de trazer cookies americanos para o Brasil. Anos depois, Raul, que começou sua carreira empreendedora aos 13 anos, entrou para ser seu sócio na Dauper e se dedicar a torná-la cada vez mais escalável. Além de fornecer para empresas enormes e ter duas marcas próprias, a Dauper está agora abrindo suas biscoiterias pelo Brasil. No webinar realizado pela Endeavor em parceria com o Sebrae, Raul falou sobre a nova aposta em termos de escalabilidade e aproximação com o consumidor final: “um empreendimento do zero vem com as dificuldades de um negocio totalmente novo, mas com as oportunidades de um setor totalmente inexplorado”. Falou ainda da importância da inovação e que 80% do faturamento atual deles nem existia três anos atrás:

NÃO PRECISAMOS INOVAR PARA CRESCER, MAS PARA PERMANECERMOS VIVOS

Confira gravação dessa mentoria coletiva acima e os destaques da conversa abaixo:

Na Dauper, vocês têm um funil bem claro de vendas. Como funciona lá?

Nossa área comercial procura tratar de vendas da forma mais assertiva possível, sem atirar pra todos os lados. Pelo menos 90% do nosso investimento de tempo está antes de dirigir a palavra ao cliente. Primeiro é preciso entender seu produto, estudar qual cliente você quer, qual o tamanho do mercado e o negócio que você tem para ele. Isso faz com que o funil seja mais largo, ou seja, você precisa prospectar menos clientes para fechar mais acordos.

A gente não faz uma prospecção de clientes aberta, eu acho que é um desperdício. Prefiro investir tempo antes do que falar com um monte de cliente antes de saber o que quero oferecer. Às vezes, é melhor conhecer o cliente pra levar uma solução realmente relevante. Sua chance de fechar vai ser muito maior.

Leia mais: [eBook] Funil de Vendas na Prática

Com a empresa crescendo, a tentação de desfocar deve ser enorme. Qual a importância de ter um foco? Como fazer uma coisa nota 10, em vez de várias nota 6?

Acho que isso passa primeiro pelo plano estratégico. Na Dauper, a gente produz produtos premium que, por acaso, hoje, são biscoitos. Isso faz com que ninguém olhe para um projeto com baixo valor agregado. Apesar de haver biscoitos mais populares no Brasil, como crackers e recheados, a gente não olha para eles porque não fazem parte do nosso core business, que são produtos de alto valor agregado. Dentro disso, já tem uma diversificação importantissima e enorme. Temos muito para trabalhar antes de partir para outros mercados. Saber falar não também é super importante.

Vale entender ainda as dores que fizeram seus clientes comprarem seus produtos e se aprofundar na solução que eles escolheram, para descobrir onde se teve maior relevância e saber onde focar. Isso é essencial para dar o tiro certo no elefante, em vez de ficar matando formiga. A gente vê muito empreendedor com produto bacana vendendo pra pequenos clientes. Sem desprezar – todos são importantes, independente de tamanho – mas se você tem recursos limitados, melhor ir primeiro nos grandes.

Leia mais: Como manter o foco te ajuda a crescer

Para você, quais são os principais fatores para se ter um negócio escalável?

1º – Você quer ter um negocio escalável? É difícil! Faz com que você tenha que fazer coisas que você não gosta. Se você faz biscoitos, por exemplo, tem que saber que, em um negócio escalável, vai ter que gerir pessoas, criar cultura, lidar com clientes, e provavelmente não vai conseguir fazer biscoitos. Você está disposto a perder a visão da borda? Seu papel como empreendedor é ter o máximo de controle, mas perder o controle muitas vezes faz parte de ter um negocio grande. Se você tiver dificuldades de delegar, lidar com incerteza, não tenha um negocio escalável. E não há nada de errado nisso! Vai de perfil para perfil.

2º – Entenda se seu negócio pode ser escalável. Seu custo de aquisição de clientes é muito alto? Ele diminui ao longo da escala? – isso da porta para fora. Da porta para dentro, pergunte-se: seu custo de produção ou de desenvolvimento cai consideravelmente com sua escala? Faça um plano com 5, 10, 100 vezes o seu tamanho e veja como esses dois pontos se comportam.

Como foi a decisão e a experiência de dedicar energia e dinheiro em uma operação fora do Brasil?

Nossa experiência com mercado externo começou em 2012. Queríamos levar nossos produtos em algumas feiras internacionais, vimos que tínhamos um potencial, mas, naquele momento, a qualidade cambial não era tão interessante. Decidimos recuar. Tem espaço grande pra crescer nos EUA, Leste Europeu, Asia, mas o esforço e o capital precisaria ser muito alto. Paramos de prospectar no mercado internacional e focamos no nacional, porque uma das minhas premissas é “se vamos fazer, vamos fazer direito”. A Dauper não estava pronta pra fazer direito naquela hora.

No final do ano passado, com a fábrica pronta e com as certificações internacionais que precisávamos, começamos a estruturar novamente esse plano para ir para fora. Mas todo mundo que entra no mercado internacional vende preço, e a gente não vende preço: tem que ter alto valor agregado.

SE O CARA QUER PAGAR MUITO MENOS QUE O PREÇO QUE A GENTE PROPÕE, ELE NÃO É NOSSO CLIENTE.

Vi que seria uma luta inglória. O Brasil tem um mercado de biscoitos de $19 bilhões – é o segundo maior mercado consumidor de biscoitos do mundo. Quando fui sócio de outra empresa, que vendia barrinhas de cereais, internacionalizamos porque lá esse segmento já estava consolidado e aqui não havia mercado. Na Dauper, demos um passo atrás e só voltamos a prospectar novamente mercado externo agora.

Antes de ir pra fora, veja se você está pronto e se vale a pena. O Brasil tem um mercado gigantesco, às vezes é melhor ficar por aqui. Às vezes seu mercado não cabe fora, você estará gastando tempo e destruindo uma boa ideia que teria espaço no Brasil.

Qual a diferença entre escalar um negócio de fábrica e de loja?

Tem muita diferença. Na indústria, para escalar, preciso de parque fabril. Preciso de máquinas e estrutura pra crescer. A Dauper vai crescer muito esse ano porque temos capacidade de produção, ano passado tínhamos menos. É um investimento altíssimo. Precisa escalar mas está com a fábrica cheia e não consegue construir uma nova fábrica? Uma alternativa é entender, dos seus produtos, quais são os menos rentáveis. Troque volume por margem de lucro. Essa é uma decisão mais inteligente que não requer tanto capital e que dá um maior retorno sobre investimento. Porque faturar por faturar não vale, tem que manter a margem. Não adianta ganhar escala e perder dinheiro, vale mais continuar pequeno e rentável.

Na indústria, você precisa de capital intensivo e distribuição. Na loja, você precisa de um plano que pare em pé. Por exemplo, nas nossas competências, sabemos que não sabemos gerir loja. Por isso, para a biscoiteria, vamos usar um modelo de franquias, pois precisamos de gente ali melhor que nós. Na loja, vendemos presente, mas o que está dentro da caixa representa meu menor custo. Meus maiores custos são o aluguel, pessoas, embalagem… É um business completamente diferente, que precisa de habilidades de varejo. Criamos uma nova divisão apenas para fazer gestão das franquias, separada da gestão da fábrica.

Vocês têm um sonho de ser a maior empresa de produtos premium para o segmento de alimentos do Brasil. Como metrificar e trazer esse sonho para a realidade?

SONHO SÓ CONSEGUE DEIXAR DE SER SONHO QUANDO É COLOCADO NO PAPEL.

“Ah, quero ser presidente de uma empresa”. Mas qual o caminho para chegar lá? Se você não sabe, não é sonho, é delírio.

Primeiro, precisamos quantificar. Fazer um Planejamento Estratégico longo é como chutar pro gol no escuro, mas ter o sonho quantificado ano a ano é muito importante pra ter uma base. E só isso: uma base. Hoje, estou fazendo o plano de 5 anos da Dauper e a única coisa certa que sei sobre ele é que ele vai mudar. Mas se eu não fizer isso, não sei por onde começar. Sobrevive quem tem a melhor capacidade de adaptação, não de planejamento. Só tenha cuidado para não perder o foco, se não você começa desenvolvendo software e termina produzindo biscoito, está errado – e eu não quero mais um concorrente! Saiba o que você quer e o que não quer ser.

Fonte: endeavor.org.br

 

 

Desenvolvimento pessoal: o guia completo para o sucesso

Talvez a primeira novidade já tenha aparecido no próprio título deste guia: a expressão “desenvolvimento pessoal” e a palavra “sucesso” quase lado a lado. Isso não é à toa.

Empreendimentos de sucesso demandam uma série de ações e qualidades de quem está no comando: tomada de decisão, autoconhecimento e autoconfiança são alguns exemplos.

Ora, essas qualidades não vão aparecer em você todos os dias às 8 da manhã quando você pisar na empresa. Elas têm que fazer parte de quem você é, não é verdade?

Por isso, preparamos este guia de desenvolvimento pessoal, onde explicamos o que é desenvolvimento pessoal e a sua importância para o sucesso como pessoa e empreendedor.

Nele, você vai saber também os erros mais comuns que podem ser cometidos no caminho, dicas para atingir esse objetivo e algumas ferramentas que vão ajudar.

Gostou da ideia de crescer como empreendedor melhorando como pessoa? Nada mal matar dois coelhos com uma cajadada só, não é mesmo? Então boa leitura e mãos à obra:

O que é desenvolvimento pessoal?

Todo mundo quer evoluir no campo pessoal. Mas o que exatamente significa isso?

Muita gente, ao ouvir falar a respeito, pensa logo em autoajuda e naqueles livros que dão uma motivada e levantam o astral, mas não passam muito disso.

Não precisa desanimar: não é disso que vamos falar aqui.

Desenvolver-se pessoalmente é lidar com as coisas que você quer fazer e as que você tem que fazer de forma saudável, pragmática e adulta. Vamos entender melhor:

O que você quer fazer

Boa pergunta: o que você quer fazer? Algumas pessoas querem ter sucesso, outras precisam de muito dinheiro, todo mundo busca a felicidade.

Sabe o que há em comum entre todas elas? Elas são muito vagas nos seus objetivos.

Ora, cada um tem uma ideia do que seja sucesso e o que parece muito dinheiro para uns pode ser uma micharia para outros. A felicidade então, talvez seja o objetivo mais vago de todos.

Há pessoas que têm muito dinheiro e não são felizes, há quem viva muito bem com pouco.

Quando se perguntar “o que eu quero fazer”, não confunda essa pergunta com “o que eu quero ter”, mas pense em onde você quer chegar.

Isso mesmo. Para o desenvolvimento pessoal, é muito importante saber que você realiza seus objetivos. E, se você não tiver objetivos claros, nunca vai saber se realizou.

Um exemplo de objetivo claro: “quero ser proprietário ou proprietária de uma empresa da área de marketing com um faturamento anual de 100 mil reais até o fim de 2018”.

Você não só definiu um objetivo para os seus próximos dois anos e meio como explicou para você mesmo o que considera sucesso.

O mesmo vale para dinheiro: de quanto dinheiro estamos falando? E a felicidade? Você não é feliz? Se a resposta é não, o que te tornaria feliz?

O que você tem que fazer

Pode parecer que estamos confundindo o pessoal com o profissional, já que a conversa é sobre desenvolvimento pessoal e já começamos dando um exemplo fictício de uma empresa de marketing.

Mas, uma vez que você tenha uma meta profissional, ela implica ajustes na sua vida pessoal. Se alguém for colocar essa meta em prática, algumas concessões terão que ser feitas.

Por exemplo: é possível ter dois filhos até 2018? Provavelmente não, já que a paternidade ou a maternidade demandam tempo, dinheiro e responsabilidades e você já se colocou um objetivo que vai deixá-lo ocupado.

Resumindo: toda meta objetiva que você se coloca no campo profissional, implica em escolhas e elimina algumas opções na sua vida pessoal.

E vice-versa: se o se objetivo fosse ter dois filhos, a sua empresa de marketing estaria automaticamente excluída, ao menos até 2018.

Desenvolvimento pessoal é melhorar-se como pessoa, colocando-se objetivos e entendendo que é possível se tornar mais produtivo na vida pessoal para conquistá-los, mas que também toda escolha elimina outras opções.

Entendeu agora porque nem todo mundo que quer ter sucesso profissional, dinheiro ou felicidade consegue logo de cara?

Os maiores erros e desafios do desenvolvimento pessoal

Para tornar sua busca pelo desenvolvimento pessoal mais fácil, listamos abaixo alguns erros que você não deve cometer se quiser chegar lá. Acompanhe:

Falta de metas

Isso é mais ou menos o que viemos falando até aqui.

Vamos apenas acrescentar mais uma coisa: tenha metas desafiadoras, mas condizentes com a sua realidade.

Desafiadoras porque você precisa de mudanças para sentir que tem se desenvolvido como pessoa. E condizentes com a sua realidade porque, se suas metas forem inalcançáveis, você certamente vai se frustrar e desistir.

Falta de tempo

Hoje em dia, tempo e dinheiro talvez sejam os maiores problemas de todo mundo que busca o desenvolvimento pessoal. Ao contrário do dinheiro, porém, o tempo não pode ser recuperado.

Mas você pode otimizar a forma como gasta suas horas, não é mesmo?

Um bom jeito de começar é pensar se não está se doando demais.

Algumas pessoas são naturalmente generosas e, acredite, não falta gente que queira se beneficiar da generosidade dos outros.

Nada de mal nisso, mas é você quem deve estabelecer esse limite. Lembre-se do clichê de que “para ajudar os outros é preciso, primeiro, ajudar a si mesmo”.

Essa frase é repetida demais por aí, mas não deixa de ser verdade por isso.

Tenha também uma ordem de prioridades, mas não vá cair na tentação de trabalhar o tempo todo nos seus objetivos e achar que isso resolve o problema da falta de tempo.

Divida sua vida entre trabalho e lazer e evite perder tempo no futuro, cuidando de doenças causadas pelo estresse.

Falta de dinheiro

É claro que alguém que viva em situação de pobreza extrema não pode mesmo desenvolver seu potencial.

Mas esse não é o caso da maioria de nós, não é mesmo? Bote na cabeça que o desenvolvimento pessoal se dá com aquilo que você tem.

É possível viver bem com pouco, o que também não significa renunciar aos prazeres do consumo, não é mesmo?

Se você fizer um planejamento financeiro — tiver controle real de quanto ganha, quanto gasta, se o que gasta é realmente necessário e, claro, quanto deve — vai descobrir muita coisa sobre o seu dinheiro.

Será que você não gasta demais? Ou então poderia ganhar um pouco melhor? Sabia que, mesmo endividado, é recomendável guardar dinheiro?

Faça um planejamento agora mesmo. Depois de descobrir sua real situação financeira será possível traçar metas pro seu crescimento pessoal que sejam condizentes com a sua realidade financeira. E ser feliz com aquilo que tem.

Medo

Se você sente medo de tomar decisões que melhorem a sua vida, seja bem-vindo ao time.

Está em busca de maneiras de acabar com o medo para fazer as coisas andarem? Esse é o problema: não há como acabar com o medo. O máximo que você pode fazer é enfrentá-lo.

Nos acostumamos a pensar em empreendedores de sucesso e pessoas que conquistam o desenvolvimento pessoal e profissional como se fossem inabaláveis, mas verdade seja dita: todos temos nossos momentos difíceis.

Procure pensar no medo como um amigo: ele te dá conselhos, mas é você quem decide se vai seguir ou não.

O medo sempre vai te aconselhar a ficar exatamente onde está e, adivinhe: em alguns momentos essa é a melhor escolha mesmo.

Mas se você der ouvidos a ele o tempo todo, nunca vai arriscar. E para conquistar o desenvolvimento pessoal — assim como para conquistar qualquer outra coisa na vida — é preciso correr riscos.

As melhores dicas para o desenvolvimento pessoal

Já deve ter dado pra notar que não há um botãozinho na sua vida que você vai apertar e ser mais feliz.

Para se desenvolver como pessoa, é preciso fazer um exame de consciência para entender quais são as suas necessidades e vontades e traçar uma meta.

E como essa meta é diferente para cada pessoa e para cada necessidade, não é possível darmos dicas tão específicas. Mas há coisas que ajudam qualquer um a atingir seus objetivos e é sobre elas que vamos falar agora:

Administre seu tempo

Há vários campos na nossa vida que nos fazem crescer como pessoas. Temos nossas metas profissionais, nosso lazer, compromissos familiares, queremos ler e nos informar, estudar, entre outras coisas.

O desenvolvimento pessoal depende também de uma organização do seu tempo, de modo que um pouco dele seja dedicado para cada coisa.

Acredite: se não fizer isso, você se verá em extremos como trabalho excessivo ou diversão desregrada.

Divida seu tempo entre essas atividades para o seu crescimento pessoal. Comece, claro, pensando quais são elas.

Elas costumam diferir de pessoa para pessoa, mas as categorias que citamos aqui acima são um bom ponto de partida para montar a sua.

Aprenda sobre empreendedorismo e liderança

Empreender não é algo que só as pessoas que abrem uma empresa fazem.

É uma atitude muito necessária para dar um rumo pessoal ou profissional para nossa vida e, também, mudar coisas que não dão certo.

Entenda como ser uma pessoa empreendedora na sua vida pessoal e profissional.

Esse tipo de atitude te obriga a desenvolver ótimas qualidades como o autoconhecimento, automotivação, liderança, produtividade e marketing pessoal.

Lendo e entendendo sobre esse assunto, você estará mais apto a lidar com críticas construtivas — aprendendo com elas — e destrutivas — não se deixando abater.

Além, claro, de saber muitas coisas úteis caso já seja ou decida se tornar um empreendedor formal.

Busque o autoconhecimento

Se você é do tipo cético, pode ter torcido o nariz quando falamos de autoconhecimento.

Pois saiba que não se trata de nenhuma “filosofia hippie”, mas de algo científico e aplicável.

Há diversas técnicas orientais milenares e também práticas ocidentais para que você tire um tempo para conhecer a si próprio: yoga, meditação, terapia, psicanálise e Programação Neurolinguística são alguns exemplos.

Reflita sobre seus padrões de comportamento. Você se auto sabota? Repete alguns erros no profissional e pessoal e acaba infeliz por causa disso?

As vezes somos enganados pelo nosso subconsciente, repetindo comportamentos pouco saudáveis sem perceber ou saber por que o fazemos.

Ferramentas que podem ajudar nessa tarefa

Muito bem, você já sabe o que é desenvolvimento pessoal, como conquistá-lo e já aprendeu quais os maiores desafios para isso.

Também já tem ótimas dicas para crescer como pessoa. O que falta? Simples: uma boa lista de apps para facilitar todas essas tarefas.

Ninguém aqui está dizendo que não dá pra ser feliz sem a tecnologia, mas que ela ajuda, ajuda!

Forest

Esse é um aplicativo para administrar a sua produtividade de um jeito diferente.

Você programa um tempo para cada uma das suas atividades, dividindo em frações de meia hora.

O app liga um timer no seu celular e o bloqueia, para que você faça a tarefa para a qual designou aquele tempo. Excelente para os viciados em smartphone que querem produzir mais.

Mas o melhor não é isso: no início dessa meia hora o Forest planta uma sementinha e ela vai crescer e se tornar uma árvore quando os 30 minutos terminarem!

Você acumula suas arvorezinhas, compara com a dos seus amigos pelo próprio app e ainda aumenta a produtividade.

TED

A sigla significa Tecnology, Entertainment, Design ou Tecnologia, Entretenimento e Design, em português.

Quando essa organização sem fins lucrativos foi criada, essas três áreas eram seu carro-chefe.

Hoje, é possível acompanhar palestras sobre quase todos os assuntos no TED.

O slogan da plataforma fala por si só: “ideias que merecem ser espalhadas”.

No seu celular, tablet ou computador, você poderá assistir vídeos curtos (18 minutos ou menos) que servem como motivação e inspiração para mudanças pessoais e profissionais.

Pinterest

O “catálogo mundial de ideias” da internet pode ser muito útil para inspiração e desenvolvimento pessoal.

Faça uma pesquisa com esse tema no aplicativo e veja quantos infográficos, banners e imagens com frases motivadoras aparecem!

Você pode salvar e organizar essas imagens, o que faz do Pinterest a ferramenta ideal para pessoas mais visuais.

Conclusão

Otimize o seu tempo, tenha objetivos precisos e possíveis de alcançar e use boas ferramentas para te motivar e inspirar.

Assim, você pode canalizar seus pensamentos e atitudes, criando um fluxo positivo de desenvolvimento pessoal.

Lembre-se: ser feliz não é conquistar bens ou dinheiro. É ser produtivo e saber que você gasta o seu tempo com as coisas mais importantes e se realiza com elas.

Pronto! Agora você está inspirado e motivado para se desenvolver como pessoa e alcançar o sucesso!

Fonte: saiadolugar.com.br